comparo elacom o cinema novo e com a bossa nova, tudo metido.
chico.
gostei da coragem do c.l. nunca assisti um filme do godard. "acossado", vi uns pedaços madrugada dessas por causa da
jean seberg e o seu remake americano, "a força do amor" com gere e uma francesinha morena e super gostosa, valerie ka-
prinski, que desapareceu depois deste. gostei.
opine, comente.
chico.
Tiros na Nouvelle Vague
Marco Antonio Barbosa
SÃO PAULO. O diretor francês Claude Lelouch lançou seu primeiro filme, Le propre de l'homme, em 1961 - mais ou menos na mesma época em que conterrâneos como Jean-Luc Godard, François Truffaut e Alain Resnais também davam seus primeiros passos nos sets de filmagem. Olhando sua carreira em retrospecto, o diretor, que completa 70 anos dia 30, prefere ressaltar as diferenças em relação a seus contemporâneos.
- Cresci junto a esses cineastas, mas nunca quis pertencer àquela turma de diretores. Devo muito aos trabalhos que eles fizeram na época. Eles me mostraram como não deve se dirigir um filme (risos). Se estou vivo e trabalhando ainda hoje é porque não segui os preceitos da Nouvelle Vague - conta Lelouch em entrevista ao JB.
A revisão se justifica. O cineasta é um dos homenageados da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que em sua 31º edição exibe uma retrospectiva com nove de seus 49 filmes. A seleção inclui os dois mais recentes trabalho de Lelouch, Crimes de autor e Coragem de amar, que estréiam no Brasil dias 16 e 30 de novembro, respectivamente, bem como grandes sucessos do diretor, como Um homem, uma mulher (vencedor dos Oscar de melhor Roteiro Original e de Filme Estrangeiro de 1966, além da Palma de Ouro no Festival de Cannes) e Retratos da vida (1981).
Dono de uma das carreiras mais prolíferas e comercialmente bem-sucedidas entre os diretores de sua geração, Lelouch diz que comemorar 70 anos de vida e 50 de carreira no Brasil tem um significado especial. Ele lembra que a música brasileira está presente em seu filme mais importante:
Um homem, uma mulher conta com Samba saravá, de Baden Powell e Vinicius, na trilha sonora.
- O Brasil é um dos três ou quatro países que mais amo. Estou fazendo uma pequena volta ao mundo para marcar meus 70 anos e fico muito feliz por estar de volta - afirma o diretor, que visitou o país pela última vez há 30 anos.
- Naquela época, passei cerca de dois meses aqui e conheci várias regiões do Brasil. Posso dizer que o país mudou muito desde então. Por várias vezes tentei rodar um filme aqui, mas nunca pude.
Lançado na França em julho, Crimes de autor é uma curiosa história criminal protagonizada por Dominique Pinon. O ator vive um ghost-writer responsável pelos livros de uma escritora de sucesso (Fanny Ardant). Na busca por novos personagens para seu próximo romance policial, o sujeito se envolve numa trama que mistura realidade e ficção. A inspiração para o roteiro (escrito por Lelouch em parceria com Pierre Uytterhoeven ) veio de um episódio real vivido pelo cineasta.
- Há uns 15 anos, eu passeava de carro e ouvi no rádio a descrição de um criminoso procurado pela polícia. O bandido tinha a minha idade, a minha altura e a mesma cor de olhos. E estava num carro igual ao meu! Fiquei pensando no que aconteceria se fosse preso por engano no lugar do fugitivo. Construí o filme a partir desse episódio, tendo em mente a idéia de misturar mistério policial e romance.
O filme marca o reencontro de Lelouch com Fanny Ardant, diva do cinema francês, com quem trabalhara em Retratos da vida. O longa-metragem ficou mais de um ano em cartaz em São Paulo quando foi lançado, no início dos anos 80.
- Fanny é uma atriz formidável. Ela adorou ter feito o papel de uma mulher má em Crimes de autor! Sentiu grande prazer em interpretar uma personagem antipática. É bom trabalhar com ela. Fanny sabe que, por maior que seja o ator, não se pode ser grande sozinho. Ela é muito generosa - elogia o diretor.
Lelouch diz ter dificuldade de falar sobre seus filmes antigos.
A Nouvelle Vague é a Kodak. O movimento nasceu quando eles (o laboratório fotográfico) criaram, no fim dos anos 50, um tipo novo de filme que possibilitou as filmagens em ambientes externos, usando pequenas câmeras. Vejo as invenções daquela época mais como uma revolução operacional do que artística. Creio que aqueles diretores prejudicaram o cinema francês. Antes deles, o cinema francês era uma arte popular, e passou a ser uma atividade cheia de regras e restrições - aponta.
- Fico envergonhado. Meus trabalhos já falam demais sobre mim mesmo. Prefiro não descobrir muito sobre meus próprios segredos (risos). Não quero saber de onde venho, nem para onde vou. Todo criador que explica demais sua obra e a si mesmo não é um criador de verdade. A criação artística é como a fé; uma boa idéia é como um milagre.
Cultor de um estilo clássico, em oposição às cabriolas narrativas dos demais cineastas de sua geração, Lelouch nem sempre foi visto como um inovador. Em entrevista recente, o diretor da Mostra SP, Leon Cakoff, definiu-o como "um grande cineasta, por vezes incompreendido pela crítica". O francês concorda:
- Também não compreendo muito bem a crítica - diz, rindo. - Não compartilho a mesma visão da história do cinema que os jornalistas parecem ter.
Lelouch não gosta de falar sobre seus filmes, mas é capaz de discursar por horas sobre o trabalho dos outros.
- A Nouvelle Vague é a Kodak. O movimento nasceu quando eles (o laboratório fotográfico) criaram, no fim dos anos 50, um tipo novo de filme que possibilitou as filmagens em ambientes externos, usando pequenas câmeras. Vejo as invenções daquela época mais como uma revolução operacional do que artística. Creio que aqueles diretores prejudicaram o cinema francês. Antes deles, o cinema francês era uma arte popular, e passou a ser uma atividade cheia de regras e restrições - aponta.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
"ainda o tonhão"
sim, cadê você?
dos 152 filmes, só assistí 23. pela ordem:
1 - viva zapata
a bela e o renegado
ulysses
attila, rei dos hunos
sêde de viver
o corcunda de notre damme
duelo de titãs
os canhões de navarone
barrabás
lawrence da arábia
zorba
a patrulha da esperança
a 25ª hora
acontece cada coisa(the hapenning)
os canhões de san sebastian
as sandálias dopescador
a morte do chefão
o leão do deserto
vingança
febre da selva
o último grande herói
vestígios de uma paixão
23-caminhando sobre as nuvens.
é pouco, muito pouco, ele merece mais. gostaria de ter visto, por exemplo, "a estrada da vida", a primeira obra prima de
fellini.
voce deve ter visto mais. bora, kesse negócio de palavras cruzadas é coisa de broxa.
\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\n\u003cdiv\>chico.\u003c/div\>\n\u003cdiv\> \u003c/div\>\n\u003c/span\>",0]
);
D(["ce"]);
//-->
chico.
dos 152 filmes, só assistí 23. pela ordem:
1 - viva zapata
a bela e o renegado
ulysses
attila, rei dos hunos
sêde de viver
o corcunda de notre damme
duelo de titãs
os canhões de navarone
barrabás
lawrence da arábia
zorba
a patrulha da esperança
a 25ª hora
acontece cada coisa(the hapenning)
os canhões de san sebastian
as sandálias dopescador
a morte do chefão
o leão do deserto
vingança
febre da selva
o último grande herói
vestígios de uma paixão
23-caminhando sobre as nuvens.
é pouco, muito pouco, ele merece mais. gostaria de ter visto, por exemplo, "a estrada da vida", a primeira obra prima de
fellini.
voce deve ter visto mais. bora, kesse negócio de palavras cruzadas é coisa de broxa.
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chico.
SÊO TOINHO OAXACA E OUTROS CARREGADORES DE PIANO
"sêo antonho"
Chico Dias Cardoso Filho
para Zecarlos, mim, Luiz, jhcc, arnaldo, vandoc, ivandro
mostrar detalhes
01:07 (9 horas atrás)
impressionante o sêo antonho. dos 152 filmes, só vi 23. o caba era bom.
ou zé, será que michael caine e christopher walken, que filmam prá caralho vão chegar lá?
boa noite, ou bom 21.
chico.
Anthony Quinn
Nome Completo: Antonio Rudolfo Oaxaca Quinn
Natural de: Chihuahua, México
Nascimento: 21 de Abril de 1915
Falecimento: 3 de Junho de 2001
Filmografia
http://www.adorocinema.com/
Prêmios
- Recebeu 2 indicações ao Oscar de Melhor Ator, por suas atuações em "A Fúria da Carne" (1957) e "Zorba, o Grego" (1964).
- Ganhou 2 Oscars de Melhor Ator Coadjuvante, por suas atuações em "Viva Zapata!" (1952) e "Sede de Viver" (1956).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Drama, por "Zorba, o Grego" (1964).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia/Musical, por "O Segredo de Santa Vitória" (1969).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante - Filme para TV, por "Gotti - No Comando da Máfia" (1996).
- Ganhou o Prêmio Cecil B. DeMille, em 1987.
- Recebeu 2 indicações ao BAFTA de Melhor Ator, por "Lawrence da Arábia" (1962) e "Zorba, o Grego" (1964).
- Recebeu uma indicação ao Framboesa de Ouro de Pior Ator Coadjuvante, por "Império do Crime" (1991).
Curiosidades
- Pai de 13 filhos.
- Naturalizou-se cidadão dos Estados Unidos na década de 40.
- Antes de iniciar sua carreira como ator trabalhou como açougueiro e boxeador. Chegou também a estudar Arquitetura.
- Ganhou seu 2º Oscar por uma participação de apenas 8 minutos, tempo de todas as suas cenas em "Sede de Viver".
- É o ganhador do Oscar que mais filmes fez ao lado de outros ganhadores do Oscar de atuação. Foram 46 no total, sendo 28 com atores ganhadores do Oscar e 18 com atrizes ganhadoras do prêmio.
- Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6251 Hollywood Boulevard.
CHICÃO,
Sou fã do christopher walken. é bom o cavaleiro com cabeça. um dos melhores ajudantes.
Att.: Mengão, mais ruim do que nunca, no tranco do pranchetinha salvador, vai a Libertadores.
Zé, diretamente de Loango, Cajueiro-AL.
Chico Dias Cardoso Filho
para Zecarlos, mim, Luiz, jhcc, arnaldo, vandoc, ivandro
mostrar detalhes
01:07 (9 horas atrás)
impressionante o sêo antonho. dos 152 filmes, só vi 23. o caba era bom.
ou zé, será que michael caine e christopher walken, que filmam prá caralho vão chegar lá?
boa noite, ou bom 21.
chico.
Anthony Quinn
Nome Completo: Antonio Rudolfo Oaxaca Quinn
Natural de: Chihuahua, México
Nascimento: 21 de Abril de 1915
Falecimento: 3 de Junho de 2001
Filmografia
http://www.adorocinema.com/
Prêmios
- Recebeu 2 indicações ao Oscar de Melhor Ator, por suas atuações em "A Fúria da Carne" (1957) e "Zorba, o Grego" (1964).
- Ganhou 2 Oscars de Melhor Ator Coadjuvante, por suas atuações em "Viva Zapata!" (1952) e "Sede de Viver" (1956).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Drama, por "Zorba, o Grego" (1964).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia/Musical, por "O Segredo de Santa Vitória" (1969).
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante - Filme para TV, por "Gotti - No Comando da Máfia" (1996).
- Ganhou o Prêmio Cecil B. DeMille, em 1987.
- Recebeu 2 indicações ao BAFTA de Melhor Ator, por "Lawrence da Arábia" (1962) e "Zorba, o Grego" (1964).
- Recebeu uma indicação ao Framboesa de Ouro de Pior Ator Coadjuvante, por "Império do Crime" (1991).
Curiosidades
- Pai de 13 filhos.
- Naturalizou-se cidadão dos Estados Unidos na década de 40.
- Antes de iniciar sua carreira como ator trabalhou como açougueiro e boxeador. Chegou também a estudar Arquitetura.
- Ganhou seu 2º Oscar por uma participação de apenas 8 minutos, tempo de todas as suas cenas em "Sede de Viver".
- É o ganhador do Oscar que mais filmes fez ao lado de outros ganhadores do Oscar de atuação. Foram 46 no total, sendo 28 com atores ganhadores do Oscar e 18 com atrizes ganhadoras do prêmio.
- Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6251 Hollywood Boulevard.
CHICÃO,
Sou fã do christopher walken. é bom o cavaleiro com cabeça. um dos melhores ajudantes.
Att.: Mengão, mais ruim do que nunca, no tranco do pranchetinha salvador, vai a Libertadores.
Zé, diretamente de Loango, Cajueiro-AL.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
"o grande truque"
e assim:?
"o grande truque" visualizar em nova postagem
"o grande truque" 23:15 hs. vou ter que ser rápido para não perturbar os que dormem. o título para o brasil não é ruim, apesar do original definir melhor todo o segredo do ilusionismo, tão bem e didaticamente definido por cutter/caine: "the prestige" ou "oprestígio - o terceiro passo".pirata, emprestado. costumo não ler a sinopse, geralmente mal feita, assim como nunca locopor gênero, visto que isto não existe, assim como filme monótomo ou mesmo arrastado. bom,não li, mas vi os letreiros da abertura, diretor chistopher nolan e assisti comendo-o por aqueleoutro christopher do filme(esqueço o nome) de cruise, penelope, cameron, refilmagem de obraespanhola, também com a cruz. entre aí, johny.o caba é bom. vi "memento/amnésia" e não gostei, muito provavelmente por não ter entendidoe não vi e não gostei de "batman returns". "insônia", vi, nem fede nem cheira, apesar do pacinoe do alasca e seu sol interminável.cinema tem que ser assim, trabalho, trabalhoso, o neguinho pode até ser gênio, genial, mas temque trabalhar, fazer "a tarefa". esse menino(vide anexo) faz isso. quando angier vai ao colorado,ele(o diretor) te leva junto e ao envolvente clima de amanhã, de progresso "dos states".quando começaram a aparecer as propagandas deste e de "o ilusionista", que parece ter sido lançado antes, eu já botava mais fé neste, apesar do norton ser o outro. mesmo agora, que aindanão assistí àquele, acho difícil superar prestige. a história é boa, talvez por não "alisar", não ser a cine-biografia de um mágico, de um houdini da vida e sim sobre o homem, a natureza humana, a inveja, a obsessão, os bastidores, os contratos,os empresários. a forma como é contada, então, só engrandece ainda mais. o elenco é "pá-si-fudê". o caine é igual aquele sol ali, o h. jackman cresce a olhos vistos, o davidbowie está tão bem quanto irreconhecível, a esposa, perfeita, a scarlet(diretor inteligente da porra) está no lugar que merece: auxiliar de palco, assistente, coadjuvante, apagada, mas sem com-prometer. agora o christian bale - vamos respeitar - já tá ali junto dos grandes atuais, o bando todo inglês. é um monstro, sobra, cada cena uma cara, o personagem é o mais complexo da his-tória, o que é bom, mas sempre é uma faca de dois gumes e ele saíu com todos os dedos. (1). o deniro ao vê-lo - imagino - deve pôr a mão no queixo e pensar alto: "puta-qui-paríu"! era prá fazerassim, não precisava exagerar nas caretas, porra martin...."boa noite.corrijam, comentem, critiquem e principalmente vejam o filme. chico.(1) - me chamou atenção em "psicopata americano", que vi uns 4/5 anos depois de lançado, aqui,tendo terminado com o lula e o guto(que podem testemunhar) o que falei: "só não diria que aperformance de collor foi em cima dele(desempenho de bale no p.a.) porque foi bem antes, jáque não acredito ter ele se inspirado no fernando. são parecidos"
"o grande truque" visualizar em nova postagem
"o grande truque" 23:15 hs. vou ter que ser rápido para não perturbar os que dormem. o título para o brasil não é ruim, apesar do original definir melhor todo o segredo do ilusionismo, tão bem e didaticamente definido por cutter/caine: "the prestige" ou "oprestígio - o terceiro passo".pirata, emprestado. costumo não ler a sinopse, geralmente mal feita, assim como nunca locopor gênero, visto que isto não existe, assim como filme monótomo ou mesmo arrastado. bom,não li, mas vi os letreiros da abertura, diretor chistopher nolan e assisti comendo-o por aqueleoutro christopher do filme(esqueço o nome) de cruise, penelope, cameron, refilmagem de obraespanhola, também com a cruz. entre aí, johny.o caba é bom. vi "memento/amnésia" e não gostei, muito provavelmente por não ter entendidoe não vi e não gostei de "batman returns". "insônia", vi, nem fede nem cheira, apesar do pacinoe do alasca e seu sol interminável.cinema tem que ser assim, trabalho, trabalhoso, o neguinho pode até ser gênio, genial, mas temque trabalhar, fazer "a tarefa". esse menino(vide anexo) faz isso. quando angier vai ao colorado,ele(o diretor) te leva junto e ao envolvente clima de amanhã, de progresso "dos states".quando começaram a aparecer as propagandas deste e de "o ilusionista", que parece ter sido lançado antes, eu já botava mais fé neste, apesar do norton ser o outro. mesmo agora, que aindanão assistí àquele, acho difícil superar prestige. a história é boa, talvez por não "alisar", não ser a cine-biografia de um mágico, de um houdini da vida e sim sobre o homem, a natureza humana, a inveja, a obsessão, os bastidores, os contratos,os empresários. a forma como é contada, então, só engrandece ainda mais. o elenco é "pá-si-fudê". o caine é igual aquele sol ali, o h. jackman cresce a olhos vistos, o davidbowie está tão bem quanto irreconhecível, a esposa, perfeita, a scarlet(diretor inteligente da porra) está no lugar que merece: auxiliar de palco, assistente, coadjuvante, apagada, mas sem com-prometer. agora o christian bale - vamos respeitar - já tá ali junto dos grandes atuais, o bando todo inglês. é um monstro, sobra, cada cena uma cara, o personagem é o mais complexo da his-tória, o que é bom, mas sempre é uma faca de dois gumes e ele saíu com todos os dedos. (1). o deniro ao vê-lo - imagino - deve pôr a mão no queixo e pensar alto: "puta-qui-paríu"! era prá fazerassim, não precisava exagerar nas caretas, porra martin...."boa noite.corrijam, comentem, critiquem e principalmente vejam o filme. chico.(1) - me chamou atenção em "psicopata americano", que vi uns 4/5 anos depois de lançado, aqui,tendo terminado com o lula e o guto(que podem testemunhar) o que falei: "só não diria que aperformance de collor foi em cima dele(desempenho de bale no p.a.) porque foi bem antes, jáque não acredito ter ele se inspirado no fernando. são parecidos"
terça-feira, 16 de outubro de 2007
"matilda, eterna e inesquecível"
"cinema da ouricuri"
zé e irmãos, "ulisses" já gerou um comentário. e vocês?
chico.
Chicão,
Muito boa a sua lembrança do Cinema Paradiso, vivido por si próprio. Acredito que as cenas que o seu pai tapava seus olhos era simplesmente as de beijo entre o Laurence Olivier e a atriz que não me lembro o nome - naquele tempo não havia cenas mais fortes.
Concordo que vale a pena ver o Ulisses de novo. Não me lembrava mais que a Silvana Mangano fez um papel duplo - o da Circe, a feiticeira, e a de Penélope a esposa de Ulisses. Também não estava lembrado que a Rossana Podestá atuava. Ela era a filha do rei que acolheu Ulisses após um neufrágio e que queria o casamento entre ambos - foi quando Ulisses recobrou a memória e se revelou como sendo o rei de Ítaca de retorno a sua pátria. O Anthony Quinn estou lembrado - fez o papel de Alcinoo um dos pretendentes de Penélope. O filho de Ulisses, Telêmaco, me lembro também do cara, só que não sei o nome do ator. O Aquiles é um ator inglês (se não estou enganado), relativamente conhecido, e que também me esqueci do nome. Me lembrei agora o nome do ator - Stanley Baker, acredito. Confirme.O filme todo é uma beleza. Fiz uma pesquisa naquele guia de Video e confirmei o diretor como sendo Mario Camerini.
Falando em Ulisses, bem que o nosso amigo Ulisses poderia ter feito uma ponta no filme no papel de Polifemo, o cíclope.
Um abraço do
Delon.
OBS.; delon é a assinatura/pseudônimo de roberto, amigo aposentado.
chico.
Chicão,
Muito boa a sua lembrança do Cinema Paradiso, vivido por si próprio. Acredito que as cenas que o seu pai tapava seus olhos era simplesmente as de beijo entre o Laurence Olivier e a atriz que não me lembro o nome - naquele tempo não havia cenas mais fortes.
Concordo que vale a pena ver o Ulisses de novo. Não me lembrava mais que a Silvana Mangano fez um papel duplo - o da Circe, a feiticeira, e a de Penélope a esposa de Ulisses. Também não estava lembrado que a Rossana Podestá atuava. Ela era a filha do rei que acolheu Ulisses após um neufrágio e que queria o casamento entre ambos - foi quando Ulisses recobrou a memória e se revelou como sendo o rei de Ítaca de retorno a sua pátria. O Anthony Quinn estou lembrado - fez o papel de Alcinoo um dos pretendentes de Penélope. O filho de Ulisses, Telêmaco, me lembro também do cara, só que não sei o nome do ator. O Aquiles é um ator inglês (se não estou enganado), relativamente conhecido, e que também me esqueci do nome. Me lembrei agora o nome do ator - Stanley Baker, acredito. Confirme.O filme todo é uma beleza. Fiz uma pesquisa naquele guia de Video e confirmei o diretor como sendo Mario Camerini.
Falando em Ulisses, bem que o nosso amigo Ulisses poderia ter feito uma ponta no filme no papel de Polifemo, o cíclope.
Um abraço do
Delon.
OBS.; delon é a assinatura/pseudônimo de roberto, amigo aposentado.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
"ulisses"
antes do cine brasil e do plaza, houve um cinema que marcou minha vida. o da usina ouricuri,
que funcionava aos sábados e domingos num galpão da oficina ou garagem, grande espaço. eu
devia ter por volta dos 7 anos e lá vi o show do homem que puxava um caminhão, depois o
cavalo da carreta passava por cima dele, além de luiz gonzaga e do jackson do pandeiro. foi lá
também que vi(uns pedaços, visto que nas cenas mais "fortes", meu pai, ao meu lado, tapava
meus olhos com sua mão)pela primeira vez e provavelmente a primeira versão de "o morro
dos ventos uivantes", inglês com sir laurence olivier.
"ulisses" é o de mais fresca lembrança por sua beleza plástica(muito mar, viagem, aventuras,
lutas, mulheres bonitas) e elenco. parece que o diretor é mário cammerini, italiano. kirk douglas
no auge da forma, anthony quinn, silvana manganno(a mulher e circe, a feiticeira) e a introdução
de uma jumental rossana podestá. lembro de uma cena dela e outras ninfetas jogando bola numa
praia, terra desconhecida onde baixam ulisses e sua tropa/gang. só que a bola era de plástico, daquelas enormes, multicoloridas, de gomos cada um de uma cor, inventada no século XX, de-
pois da descoberta do petróleo e aplicação de seus derivados; não poderia haver ainda naquela época da civilização grega. não tira um arranhão do brilho do filme, mas de certa forma me dei-
xou satisfeito por ser apenas o início daquilo que eu tenho - segundo voces - de sobra: uma
visão apurada, crítica.
vamos procurar nas locadoras e fazer uma seção "vale a pena ver de novo". vale, eu garanto.
chico.
que funcionava aos sábados e domingos num galpão da oficina ou garagem, grande espaço. eu
devia ter por volta dos 7 anos e lá vi o show do homem que puxava um caminhão, depois o
cavalo da carreta passava por cima dele, além de luiz gonzaga e do jackson do pandeiro. foi lá
também que vi(uns pedaços, visto que nas cenas mais "fortes", meu pai, ao meu lado, tapava
meus olhos com sua mão)pela primeira vez e provavelmente a primeira versão de "o morro
dos ventos uivantes", inglês com sir laurence olivier.
"ulisses" é o de mais fresca lembrança por sua beleza plástica(muito mar, viagem, aventuras,
lutas, mulheres bonitas) e elenco. parece que o diretor é mário cammerini, italiano. kirk douglas
no auge da forma, anthony quinn, silvana manganno(a mulher e circe, a feiticeira) e a introdução
de uma jumental rossana podestá. lembro de uma cena dela e outras ninfetas jogando bola numa
praia, terra desconhecida onde baixam ulisses e sua tropa/gang. só que a bola era de plástico, daquelas enormes, multicoloridas, de gomos cada um de uma cor, inventada no século XX, de-
pois da descoberta do petróleo e aplicação de seus derivados; não poderia haver ainda naquela época da civilização grega. não tira um arranhão do brilho do filme, mas de certa forma me dei-
xou satisfeito por ser apenas o início daquilo que eu tenho - segundo voces - de sobra: uma
visão apurada, crítica.
vamos procurar nas locadoras e fazer uma seção "vale a pena ver de novo". vale, eu garanto.
chico.
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