segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

CARNAVAL DE MUSAS






Para aquecer os tamborins, estou postando algumas fotos das atrizes JESSICA ALBA, HALLY BERRY, JENNIFER LOPEZ, KATE BACKINSELE e KERRY WASHINGTON (a melhor coisa de "O ÚLTIMO REI DA ESCÓCIA").

O ÚLTIMO REI DA ESCÓCIA - Bravatas e loucura

"O ÚLTIMO REI" superou nossas espectativas. Assistimos, eu, CHICO e GENO no apartamento deste, no domingo de carnaval, tomando umas geladas. O diretor KEVIN MACDONALD ("DEU A LOUCA EM HOLLYWOOD", "DESAFIO VERTICAL", e o ótimo documentário "MUNIQUE, 1972", ganhador do oscar) soube, muito bem, contar parte da história do ditador ugandense IDI AMIN DADA, brilhantemente interpretado por FOREST WHITAKER que, com o papel, faturou o GLOBO DE OURO e o OSCAR. Apresentou-a sob o ponto de vista de seu médico particular, NICHOLAS GARRIGAN, feito pelo jovem e bom ator escocês JAMES MCAVOY ("CRÔNICAS DE NÁRNIA" e "PENELOPE"), que saiu da Escócia para tentar a vida profissional em UGANDA e acabou por conhecer o diatodor casualmente. No início do filme, KEVIN opta pela fantasia, e mostra a chegada de IDI ao poder, com muita festa e fanfarronices. O diretor procura explicitar o lado bonachão, que IDI efetivamente possuía. À medida que o tempo vai passando, ele vai nos mostrando, sempre com a percepção do jovem médico, o outro lado do ditador, um verdadeiro tirano, psicopata e sanguinário, que para manter-se no poder, e continuar usufruindo das regalias que a maioria da população não possuia, promoveu uma verdadeira babárie contra o seu povo, chegando a matar cerca de 300.000 pessoas, incluindo ex-auxiliares mais próximos. Drama africano genuino, já comentado aqui na resenha sobre "DIAMANTES DE SANGUE". Também estrelam o filme, a atriz GILLIAN ANDERSON (de ARQUIVO X) muito loira, mas não menos linda, e a bela atriz negra americana KERRY WASHINGTON ("O QUARTETO FANTÁSTICO", os dois, "EM MÁ COMPANHIA" e "RAY"), que faz uma das mulheres do ditador, mantém um breve relacionamento amoroso com o médico, engravida, e vê sua vida virar às avessas. O final é surpreendente (também para o ditador) que parecia antever sua queda. O filme, sem dúvida, é uma boa pedida. Recomendo.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

"juliette"

virou roqueira a doida.
chico.


"a pioneira"






















como não poderia deixar de ser...sua majestade, marilyn monroe.






num é nenhuma caca-cola, mas pintou o sete.






no meio de 32 fotos, não tem aquela clássica. quem achar, poste, pls.






chico.

"kate beckinsale"












************ aí tá certo. é o que pode-se
chamar de falsa magra. rosto, pescoço e
braço fino, mas tem peito, bunda e pernas.
entenderam?
diz(de dizem) ca jolie vai se aposentar depois
dessa.
o que fez, fora"van helsing"?
chico.



sábado, 2 de fevereiro de 2008

"mentiras verdadeiras"

vi hoje de madrugada e vim aqui, atrás de confirmar minha suspeita(não vi o
seu nome nos letreiros finais), se era mesmo o rupert everett. abri de primeira
no "cineplayers" e me deparei com a resenha abaixo, que reputo como a pior
coisa já escrita - e que eu tenha lido - sobre um filme. por isso publico.
quem é este filadaputa? "ordinário"? como é..."estabelecer um ritmo fluente"
... qui porra é isso? desde quando um filme, uma obra precisa ter ritmo e pior,
fluente. vaitifudê. e outra, o everet(bill bule)é canceroso e o bosta reclama que
ele está apático.porra. "ah... porque na primeira meia hora já ficamos sabendo
quem é o assassino". e daí, caralho, não é um policial, não, trata-se uma gaia à
inglesa, ou seja uma "crassi"(classe, para um amigo meu), o acidente e depois
a polícia são meros coadjuvantes. emily watson perfeita; ninguém pode fazer um
ser humano cheio de dúvidas, remorso e culpa como ela. o velho tom wilkinson
eu já considero um dos melhores atores dos últimos anos. dá um show.
gostei.
chico.






Mentiras Sinceras
(Separate Lies, 2005)
Por Alexandre Koball12/03/2006
Uma história clichê de traição e assassinato que não consegue impor ritmo. O bom elenco salva.
Peguemos um diretor novato como Julian Fellowes. Peguemos também um bom casal de atores formado por Tom Wilkinson e Emily Watson, mas que não combinam em nada na frente das câmeras quando interpretam marido e mulher. Peguemos uma pequena cidade nublada nos arredores de Londres, com um clima imutável durante todo o filme (bem, chove forte em uma cena; nas outras está sempre nublado). A combinação disso tudo com uma história policial envolvendo um triângulo amoroso e um assassinato faz de Mentiras Verdadeiras, bem... um filme bastante ordinário.
Analisando o filme, lembrei-me rapidamente de outro com as mesas características: O Retorno do Talentoso Ripley, um filme feito de poucos bons momentos, e muito outros simplesmente vazios – até a fotografia era a mesma. São poucos os filmes que conseguem ter Londres fotografada sem causar aborrecimento, como Closer – Perto Demais. Mentiras Verdadeiras obviamente é um trabalho de um diretor inexperiente e de um roteirista (que, no caso foi o próprio diretor) apenas bom. Vale lembrar que o muito bom roteiro de Assassinato em Gosford Park foi criado pelo mesmo sujeito. Fica fácil entender, dessa forma, que o problema deste filme está principalmente na direção.
Contando com uma história bem clichê, de muitas idas e vindas, o filme nunca consegue estabelecer um ritmo fluente. A impressão que se tem é que as cenas saem engasgadas, sem uma sensação de continuidade que o torne aprazível de ser acompanhado. O marido da empregada que trabalha para os Manning (casal anunciado no início deste texto) foi morto em um acidente de carro. Conhecemos o responsável logo na metade inicial do filme e, a partir daí, um joguinho envolvendo o casal e um terceiro (um Rupert Everett absolutamente sem graça em cena) passa a prevalecer no filme. Enquanto resolvem seus problemas entre si, a polícia entra em cena para complicar ainda mais a situação. Os nervos de Anne (Watson) estão a ponto de explodir, e ela não consegue definir com quem vai ficar.
As limitações do roteiro são bem óbvias, não há nada de novo nele e, mesmo desconsiderando esse fator, ele é fraco por si só. A direção de Fallowes é simplesmente burocrática, nunca impondo um ritmo que dê às situações apresentadas (a presença da polícia perante o culpado que o espectador já conhece, por exemplo) a tensão necessária para trazer ao filme o tempero necessário para ele se tornar interessante. Por outro lado, o talento envolvido na produção faz com que esse trabalho todo não seja em vão: Tom Wilkinson é um grande ator e sua presença em tela é motivo suficiente para termos um filme pelo menos bem interpretado. Emily Watson, também, não é talento para se jogar fora e mesmo com os conflitos não muito interessantes de sua personagem (é irritante o fato de ela não saber o que quer fazer o tempo todo) é sempre bom tê-la em um filme.
Este é o típico trabalho que chega às salas de cinema sem alvoroço, sem ninguém realmente esperar por isso e sai de lá na mesma velocidade. Depois ele terá a chance de ter um público melhor quando chegar às locadoras. Mas não posso ser totalmente injusto com ele: em nenhum momento é um filme ruim, porém em muitos poucos momentos é também um bom trabalho. Ficar nesse meio termo sem graça configura o seu maior pecado.
Por Alexandre Koball

"elena anaya"

acabo de rever "lucía e o sexo", sempre um
prazer renovado, e... vejam quem descubro
(é, porque da primeira vez só tive olhos para
a paz vega): elena anaya. tão boa quanto. é
a beleza mediterânea, elas espanholas, as ita
lianas, portuguêsas. morenas: calientes e do-
ces.
todos já viram lucía?
bora.
chico.