segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

"nobel son"

ou "filho da puta", no caso, o pai, alan rickman, ótimo como o professor,cientista,
"crânio"/nobel e comelão.
diferente, inusitado e criativo, boa novidade misturando drama e comédia de humor negro. aí, não tem jeito, uma história dessas só pode acontecer lá mesmo, na américa,
terra de doido. o alan tá bonachão, esnobe e fresco como na sua vida particular; a
velha que faz sua mulher é ótima. e o melhor de todos é o babaca de plantão, impagável k mesma cara de fastío, de cachorro cagando na chuva, bill pulmann.
pras mulheres que acharam, vibraram e leram "atração fatal" como um alerta, um exemplo, um castigo para maridos galinhas, este deve ter propiciado orgasmos múltiplos. é verdade, só que.... uma molécula não é nada, mas quando moléculas
interagem com outras moléculas, aí....
interessante. veja e confira.
chico.


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Nobel Son
(Nobel Son, EUA, 2007)

Gênero: Comédia, Crime, Drama
Duração: 110 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Palavras-Chaves: Professor / Professora, Relacionamento entre marido e mulher, Filho ilegítimo, mais...
Produtora(s): Gimme Five Films, Prama, Unclaimed Freight Productions

Cotação: 8,8 (12 votos)

Diretor(es): Randall Miller
Roteirista(s): Jody Savin, Randall Miller
Elenco: Alan Rickman, Bryan Greenberg (2), Shawn Hatosy, Mary Steenburgen, Bill Pullman, Eliza Dushku, Danny DeVito, Ted Danson, Ernie Hudson, Tracey Walter, Lindy Booth, Kevin West, Kirk Baily, Dawn Balkin, Greg Collins (1)
mais...

SINOPSE

Barkley Michaelson está numa fase de tremenda euforia. Ele dedica todo o tempo para concluir sua tese de PhD, quando o pai, o famoso Eli Michaelson, conquista o Prêmio Nobel de Química. Barkley e a mãe, Sarah, uma renomada psiquatra forense, agora terão de lidar com o enorme prestígio do pai. No dia em que Eli Michaelson vai receber seu prêmio, o jovem Barkley é sequestrado. O preço do resgate: os US$ milhões do Prêmio Nobel, em dinheiro. Estranhamente, no entanto, Eli se recusa a fazer o pagamento para ter o filho de volta. É a partir disso que se inicia uma venenosa história de família disfuncional, cobiça, traição e vingança.

domingo, 25 de outubro de 2009

"pais e filhos"

por que mudamos de opinião? não sei nem quero saber. sei que mudo, não me envergonho
disso e acho bom.
vide minha resenha "estrangeiros" de junho agora, sobre os "hucks".
acabo de ver o primeiro, do lee. é um filmaço. nada a ver com o gibi, a hq, o seriado.
ali foi apenas o mote. é sobre pais e filhos, o huchinho e seu monstruso pai(nolte
arrasador)(1) e a bela(o filme é sobre a bela e a fera, o médico e o monstro)e ótima
atriz jennifer connely e seu enquadrado pai(san elliott, ótimo).
acho que da primeira vez, anestesiado, devo ter cochilado muito. for exemple: não
lembrava da sequencia(espetacular, em efeitos especiais então é muito superior ao outro)em san francisco da califórnia(até o nome é bonito), na golden gate(?)e com ele
já como bruce voltando para sua amada, feito uma criança em seu ombro e a linda
jennifer kqueles oião verde, chorando e me obrigando a ser solidário com ela.
é pa-si-fudê e é isso aí. viva a mudança. e a piadinha final, na selva(colombia?),
quando os traficantes tomam os remédios dos pobi coitado e interpelam o médico, ele
saca a senha(qual 007: "my name is bond, james bond"): "voce está me deixando com raiva,voce não vai querer me ver com raiva". é ótimo.
(1) - cresceu muito, creio que é um dos maiores atores americanos dos últimos tempos.
lembram da estréia dele, "o fundo do mar", com uma então gostosa jacqueline bisset
mergulhando ao seu lado com uma camiseta branca, que molhada(2) é uma das coisas
mais afrodisíacas que existem. forte prá porra, vindo do futebol americano, apesar de - diferentemente de mim, do robert redford e do meu amigo charles bronson -
ter os ombros estreitos.
(2) - ela processou o estúdio por ter usado seus "peitão" gostosos expostos na tal
camiseta no cartaz do filme.
chico, insone, como já dormiu das 18 às 23, vai longe hoje.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"a ponta de um crime"

é original, não tenha dúvida, é bom e poderia ser melhor se não fosse tão pretensioso. escola secundária? e eu pensando kera uma universidade. ninguém,
digo, a maioria não estuda e o carinha, o brendan, não entra na sala de aula uma
vez sequer, dorme numa casa lá que ninguém sabe de quem é, não tem pai nem mãe, sinistro, almoça só, atrás da escola, onde se isola. bem... é muito inteligente
e se mete a descobrir o desaparecimento de sua ex, apanha um bocado, mas é o senhor
, resolve tudo e sai ileso. aquela mania de hollywood de fazer um simples mortal de
super-herói, super dotado(q.i.).
tem a homenagem ao shaft original(de 72, 74?) raymond roundtree como o diretor da
escola.
quem é o pai da criança?
vejam e digam.
chico.






Filmes
A Ponta de um Crime

Título original
Brick
Gênero Drama,Suspense
Ano 2005
País de origem Estados Unidos
Distribuidora Focus Features
Duração 110 min.
Língua Inglês
Cor Colorido
Som DTS Dolby Digital
Diretor Rian Johnson
Elenco Joseph Gordon-Levitt, Lukas Haas, Nora Zehetner, Emilie de Ravin
Vídeos Veja o trailer!
Resenha
Originalidade é o ingrediente principal do premiado Brick
Divulgação
Cena de Brick
Originalidade é a fórmula que garante o sucesso de A Ponta de um Crime (Brick), que ganhou o Prêmio Especial do Júri Visão Original no Festival de Sundance em 2005.

Veja o trailer!
Veja o pôster!
Veja fotos de cenas!

Resgatando elementos do Cinema Noir dos anos 40, o longa retrata um drama do mundo das drogas dos anos 90, valorizando principalmente a linguagem.

A trama, que se passa no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, acompanha a trajetória do jovem solitário Brendan Frye (Joseph Gordon-Levitt), que acaba ingressando em um misterioso grupo de estudantes criminosos para investigar o desaparecimento de sua ex-namorada (Emily de Ravin).

O jovem sabe muito bem como as coisas funcionam na escola secundária onde estuda, mas prefere ficar no seu mundo e não se envolver com os colegas.

Mas basta ele ingressar no grupo para iniciar as investigações que começa a descobrir mais sobre a garota que ele ama, sobre os suspeitos do crime e sobre ele mesmo.

Com direção de Rian Johnson e influenciado pelas obras do escritor obras de Dashiell Hammet, o filme também conta com a participação de Nora Zehetner, Lukas Haas, Noah Segan, Meagan Good e Noah Fleiss.

Redação Terra

domingo, 11 de outubro de 2009

"mamma mia"

meryl streep. a mamma, a maior.
abrindo, alerto: não concordo kesse cara aí embaixo. ou eu não entendo de música, ou de teatro ou de cinema, mesmo. vi completamente diferente dele.
é uma brincadeira, uma festa, uma farra. o mote é de um filme italiano dos cinquenta
(acho), em que gina lollobrigida tem uma filha e não sabe quem é o pai, já que na
guerra(segunda) ela guerreou um bocado e aparecem treis duma vez, como agora.
a meryl, vigorosa como já se mostrara em "rio selvagem", insiste - graças a deus -
em não envelhecer, ou, melhor, envelhece sem ficar velha.né bom? vitalidade de crian-
ça, não para um minuto, canta, pula e dança o tempo todo. suas duas pareceiras
são ótimas e os 3 "bandido", idem, apesar do canastra colin atestar cada vez mais
sua bichice inglesa(?). tem o mazão da grécia e a música contagiante do abba. se
alguém acha ké brega, pode ficar à vontade e "tumá" no cu.
chico.



"Mamma Mia!" combina ABBA, Grécia e Meryl Streep

Plantão | Publicada em 11/09/2008 às 14h41m
Reuters/Brasil Online

SÃO PAULO (Reuters) - Num certo momento da versão para o cinema do musical do teatro "Mamma Mia!", a personagem de Meryl Streep diz :"não quero falar". E ela vai falar muito pouco mesmo. A frase é apenas o primeiro verso de uma das dezenas de músicas do grupo ABBA, que ela e seus colegas de elenco vão cantar no filme, que estréia em todo o país nessa sexta-feira.

Os hits do Abba que desfilam ao longo das quase duas horas de "Mamma Mia!" não se encaixam muito bem na história e tudo parece forçado. Assim, a personagem de Meryl não tem muito dinheiro, mas pode cantar "Money, Money, Money" e sonhar com a vida dos ricos; ou uma mulher mais velha faz um jogo de sedução com um rapaz e canta "Does your mother know?" ("Sua mãe sabe?").

Numa ilha grega paradisíaca, Sophie (Amanda Seyfried), de 20 anos, vai se casar, mas não sabe quem é o seu pai. Depois de ler o diário da mãe, Donna (Meryl), uma ex-hippie, descobre que há três homens que podem ser seu pai e os convida sem contar para ninguém o porquê. Eles são Sam (o ex-007 Pierce Brosnam), um arquiteto; Bill (Stellan Skarsgård, de "Fantasmas de Goya), um aventureiro descolado; e Harry (Colin Firth, de "O Diário de Bridget Jones"), um sujeito certinho e todo reprimido.

Faltam dois dias para o casamento e, para passar o tempo, os personagens andam pela ilha, se encantam com a paisagem e soltam a voz, com as músicas da banda, como "Dancing Queen" (que já foi mais bem aproveitada em "O Casamento de Muriel"), "Super Trooper, "Our Last Summer" e "Voulez-Vous". E todo mundo canta o tempo todo - inclusive os 'gregos' que só abrem a boca para fazer o coro para os famosos.

Como aconteceu com a segunda versão de cinema de 2005 de "Os Produtores" (a primeira foi lançada no Brasil como "Primavera para Hitler"), "Mamma Mia!" foi feita basicamente pela mesma equipe técnica da Broadway, a roteirista Catherine Johnson, a produtora Judy Craymer e a diretora estreante Phyllida Lloyd, que parece não ter descoberto ainda para que serve uma câmera. "Mamma Mia!" não foi pensado cinematograficamente, e isso fica evidente na tela.

As músicas não se encaixam na ação e os personagens parecem não entender o que estão cantando, mas sorriem e repetem seus versos afinadamente. O problema aqui não é tentar disfarçar a cafonice das músicas com um cenário paradisíaco ou uma grande atriz (que parece estar apenas brincando), o que atrapalha é como nada parece estar no lugar certo, desde os números musicais até as amigas de Donna, vividas por Julie Walters e Christine Baranski.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

"sobre pelé"

entrei atrás de "chinatown", que acabei de ver agora de 4 às 6, mas como fazia muito tempo da primeira vez, estava na dúvida se era de huston ou polanski, imagine!?
vi várias fichas, sinopses e resenhas. gostei muito dessa daí, sobre a importancia de
separarmos o homem do personagem, do mito. mas a "patrulha" é fogo: sempre alerta e
pronta a fazer merda.
chico.





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RODRIGO FERNANDES e o seu olhar sobre o mundo do cinema
14:0924/09/2009 0
Papo Sério

Há algumas semanas lamentei aqui a morte de Charlton Heston, mítico astro da fase "épica" de Hollywood. Elogiei o ator, e sua carreira pontuada por clássicos como Os Dez Mandamentos, Ben-Hur, O Planeta dos Macacos e El Cid. Muita gente não gostou. Me perguntaram como eu poderia falar bem de alguém que um dia foi presidente da National Rifle Association, uma organização a favor das armas de fogo. Como eu podia elogiar um cara que (sic.) "...foi espinafrado pelo diretor Michael Moore em Tiros em Columbine...". Leio estes e-mails, uns mais nervosos, outros menos, e me pergunto: será que é possível separar o profissional do homem, o artista, artífice, do cidadão? O gênio do canalha?
A maioria dos historiadores da sétima arte concordam que, se por trás das câmeras Charlie Chaplin era um gênio, na vida pessoal o homem era desprezível. Manteve a mãe por anos em um asilo miserável, traía sua mulheres como quem bebe um copo d’água e era um autêntico ditador com os atores que dirigia. Marlon Brando o viu tantas vezes destratar o próprio filho que anos mais tarde diria "Foi o homem mais sádico, mais perverso que conheci". Ok, ok, o homem era terrível, um tirano, um torturador, mas o que seria do cinema moderno sem Chaplin e seu imortal Carlitos?

* * *
Stanley Kubrick nunca seria indicado a um prêmio Nobel da paz. O homem era um monstro em todos os sentidos possíveis da palavra. Criou filmes que estão sempre nas listas dos melhores de todos os tempos, mas ao mesmo tempo era um carrasco, marrento, intransigente, cruel. "Não é preciso ser um cara legal para ser talentoso. Stanley Kubrick é um merda talentoso" diria Kirk Douglas a quem Kubrick dirigira em Spartacus. Malcolm McDowell, o astro de Laranja Mecânica, resumiria bem a questão: "Eu o amava, e o odiava também". Será que é preciso ter bom caráter para ser um gênio?
* * *

* O diretor Elia Kazan foi ao mesmo tempo um perseguidor e um perseguido. No começo de carreira dirigiu uma série de filmes-denúncia. Contra as falhas da justiça (O Justiceiro), contra o preconceito (O Que a Carne Herda) e contra o anti-semitismo A Luz é para Todos). Porém, no auge do macarthismo (época em que o governo americano decidiu mandar pro xilindró qualquer simpatizante do comunismo) Kazan entregou o nome de um monte de comunas, entre eles o do amigo Arthur Miller. Sim, Kazan foi um traíra de primeira. Mas foi também o diretor de dois filmaços, dois clássicos que apresentariam ao mundo ninguém menos que Marlon Brando: Uma Rua Chamada Pecado e Sindicato de Ladrões (fantástico). Além de ter sido um dos fundadores do Actor’s Studios. Quem entende um pouquinho de cinema sabe do que estou falando (quem não entende vale uma busca no Google, a história do Actor’s é a própria história da interpretação no cinema). O que ficou realmente? O mau, o péssimo exemplo da vida pessoal ou o legado artístico deixado pelo cineasta? * *

A filmografia de Roman Polanski é inatacável, se liga: Repulsa ao Sexo, A Dança dos Vampiros, O Bebê de Rosemary, Chinatown, Tess, O Pianista... isso pra citar só as produções mais célebres. Um dos grandes diretores da história? Ninguém duvida.
* Porém, em 1978, durante uma festa na mansão do chapa Jack Nicholson, Roman embebedou e depois traçou uma guria de 13 anos. Não é à toa que desde então o cineasta vive exilado na Europa. Se o malandro colocar o dedo mindinho em território americano já era, é cana, cana dura. Mesmo a moça, hoje uma senhora de respeito, o tendo perdoado da burrada. Polanski não pôde sequer ir buscar seu Oscar de melhor diretor por O Pianista. E aí, o que vale mais? A obra ou o homem? * *

* Os (mau) exemplos são infinitos. Nos anos 70 Martin Scorsese só trabalhava movido a quilos de cocaína (fornecida pelo próprio estúdio, aliás), Francis Ford Coppola, auto-definido como o "novo Michelangelo", nos sets de Apocalipse Now demitia membros da equipe só por não gostar da cara do sujeito, fumava tanta maconha que a United Artists, produtora do filme, fez um seguro de vida pro diretor, assim caso ele batesse as botas o prejuízo não seria assim tão grande. E olha que só citei os diretores, quando se trata dos atores a coisa piora consideravelmente. É só pegar as revistas de fofoca da sua irmã mais nova e dar uma olhada. Todo mundo pisa na bola toda hora. * *

A dualidade é parte da natureza humana. Inquestionável. John Lennon dizia que todos temos Hitlers e Ghandis dentro de nós. Pode-se condenar o homem? Sim, pode-se, mas quem tem moral para fazer julgamentos morais? Eu, Você, Nós? Acho que ninguém. Condenar a obra… ok… direito válido, o artista sobe no palco preparado para aplausos ou vaias. Agora, condenações éticas ou morais são outro papo. Papo muito sério.
* Renato Russo escrevia canções de amor, tristes e belas, belíssimas. Assumida sua homossexualidade ficou-se sabendo que tais canções não eram escritas para namoradinhas meigas e delicadas como todo mundo imaginava e sim para marmanjos barbudos e marombados. Bem, ninguém deixou de ouvir a Legião Urbana por causa disso. As canções continuam belas. É coisa pra se pensar. A vida particular do artista interfere na obra? O que ele faz longe dos holofotes é problema nosso? * *

* Lá em cima da coluna falei sobre Charlton Heston. O ator que segundo a visão de Michael Moore (diretor que, aliás, acabou de ser indiciado por apresentar fatos forjados em seu último filme S.O.S. Saúde) era um dos responsáveis pela violência nos EUA, um péssimo exemplo de homem público. Porém Heston foi também um ferrenho defensor da igualdade racial ao lado de ninguém menos que Martin Luther King, presidiu o Sindicatos dos Atores de Hollywood conquistando avanços importantes para os artistas que não eram astros como ele e em 1965 devolveu todo seu salário aos produtores para que o diretor Sam Peckinpah pudesse concluir o filme "Juramento de Vingança", cujo orçamento estourara. Charlton Heston, herói ou vilão? Os dois. Como todos nós. * *

* Concorda? Discorda? É só acessar o link aí embaixo. Ou mandar as balas dum-dum direto pro meu e-mail pessoal: oficinadaspalavras@yahoo.com.br * *

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

"sir alfred hitchcock"

o tcc está exibindo um festival, uma série de filmes do mestre.
sexta-feira foi "trama macabra", seu último e - parece ser unanimidade - menor trabalho. as cenas de automóvel, dos personagens principais, dialogando por horas,
discutindo a porra da relação, são constrangedoras: os carros não estão em movimen-
to, vê-se facilmente que estão parados. ele usara este recurso economico em "marnie"
e neste, chega a cansar. dormi com poucos minutos.
sábado foi "marnie", com a insôssa tippi hedren e pegando carona no fenômeno 007 sean
connery; sobre a cleptomania e muita firula psicolólgica. aí fudeu. fraco.
domingo, "psicose", vi todo. sem comentários. é o clássico do gênero. quatro ou cinco continuações, uma refilmagem quadro a quadro do gus van sat. ele era chegado
numa psicologiazinha. janet leigh, mulher do tony curtis e mãe da jumenta jamaie
lee curtis, que nunca fez nada demais nem antes nem depois, mata a páu na mão do véio, exprimindo nas cenas do automóvel(mas gosta....) todo seu sentimento de dúvida, medo, pavor, exame de consciência e finalmente a dor de consiciência, o
sentimento de culpa. a menina anthony perkins é o próprio norman, sem tirar nem por:
tiazona no tamanho e tiazinha na cara de criança, barbarizou e por conseguinte ficou estigmatizado, repetindo a caricatura de bates pelo resto da carreira. martin balsan faz um competente detetive, vera milles era uma de suas preferida louras e john gavin é fraquinho que dói, apesar do relativo sucesso que faria a seguir em hollywood, o retrato da américa, a terra das oportunidades, onde todos ou qualquer um pode vencer. os dois velhos do início estão ótimos, assim como todo o resto do elenco.
até hoje não entendo porque nunca o incluo nas listas dos 10 melhores diretores.
sim, mas num desses dias, à tarde, foi "o homem que sabia demais", de 56, refilma-
gem de seu primeiro de 1934. quando o vi pela primeira vez, por volta dos 80, fiquei impressionado com a modernidade, o brilho do technicolor, a cena do albert hall, toda a sua técnica. agora, quase 30 anos depois, a primeira impressão se manteve: é
um filmaço, boa história, bem filmada, bom elenco e o mestre mostra além de sua classe costumeira, também sua verve, seu humor: todo mundo torando aço com o sequestro do filho e o james consegue fugir da igreja dos "bandido" pela corda do sino. genial. também nas cenas da suite de hotel onde o casal estava hospedado e
recebe(a esposa cantora americana que faz sucesso também em londres) vários admiradores, que são simplesmente largados ali, enquanto ora ele vai atrás do filho, ora a doris day e por último os dois juntos, culminando com o final cômico na volta dos tres, quando ele diz: "sorry, fomos buscar o harry", no célebre e bem sucedido pragmatismo americano. o bônus é "que será, será", sucesso na vida real com a atriz/
cantora doris day e que tocou nas rádios do mundo todo pelo resto da década de cinquenta.
chico.




Alfred Hitchcock
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Alfred Hitchcock
Alfred Hitchcock NYWTS.jpg
Informação geral
Nome completo Alfred Joseph Hitchcock
Data de nascimento 13 de Agosto de 1899
Local de nascimento Londres, Inglaterra
Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido
Data de falecimento 29 de Abril de 1980(80 anos)
Local de falecimento Los Angeles, EUA
Ocupação Diretor, produtor, actor e roteirista
Altura 1.70 m
Cônjuge Alma Revile (1926 - 1980)
Outros prêmios
Prêmio Irving Thalberg pelo conjunto da obra
Globo de Ouro - Prêmio Cecil B. DeMille
IMDb

Sir Alfred Joseph Hitchcock (Londres, 13 de Agosto de 1899 — Los Angeles, 29 de Abril de 1980) foi um cineasta anglo-americano, considerado o mestre dos filmes de suspense, sendo um dos mais conhecidos e populares realizadores de todos os tempos.
Índice
[esconder]

* 1 Primeiros anos
* 2 Período inglês
* 3 Período em Hollywood
* 4 Morte
* 5 Características do cinema de Hitchcock
o 5.1 Suspense
o 5.2 O espectador como voyeur
o 5.3 Aparições do diretor em seus filmes
o 5.4 Personagens femininas
o 5.5 Personagens masculinos
o 5.6 MacGuffin
o 5.7 Temas recorrentes
o 5.8 Objetos recorrentes
* 6 Principais prêmios
* 7 Homenagens
* 8 Filmografia
* 9 Referências
* 10 Ligações externas

[editar] Primeiros anos

Alfred Hitchcock nasceu em Leytonstone, em Essex (atual Londres). Filho de Emma e William Hitchcock,o seu pai vendia frutas e verduras, e ele tinha mais dois irmãos. Recebeu uma rígida educação católica na escola londrina St. Ignatius College, cuja a estrutura escolar era baseada nos ensinamentos do jesuíta Inácio de Loyola.

Aos 14 anos Hitchcock perdeu o pai, deixou a escola e começou a trabalhar na companhia Henley, como fabricante de cabos elétricos, onde desenvolveu trabalhos em design gráfico de publicidade.

A sua carreira cinematográfica começou em 1920, com um emprego na Famous Players-Lasky, da Paramount Pictures e, durante dois anos, ele fez o "cartão" que aparecia em dialógos de filmes mudos. Logo aprendeu a criar roteiros e a editar. Em 1922, tornou-se cenógrafo e assistente de direção. Em 1922 fez o seu primeiro filme, chamado Number Thirteen, mas o projeto foi abandonado. Entre 1923 e 1925, Hitchcock trabalhou em Berlim, na UFA (Universum Film AG).

A sua criatividade surpreendeu os dirigentes do estúdio, que decidiram promovê-lo a diretor e, em 1925, ele ganhou a primeira chance como diretor no filme The Pleasure Garden, feito pela Ufa Studios na Alemanha. Em 1926 estreou no suspense com o filme The Lodger: A Story of the London Fog (pt: O pensionista / br: O inquilino ou O locatário). Este filme seria o seu primeiro sucesso, baseado nos assassinatos de Jack, o Estripador. A partir daí, Hitchcock faria pelo menos uma aparição em cada uma de suas produções, o que se tornaria uma das suas marcas. Foi também o seu primeiro filme de suspense, gênero que o consagraria em todo o mundo.

No mesmo ano, casou-se com Alma Reville. Ela era assistente de diretor e trabalhava com ele na Paramount. A primeira filha do casal, Patricia, nasceu em 1928.
[editar] Período inglês

Em 1929, Hitchcock filmou Blackmail (Chantagem e Confissão) , o primeiro filme sonoro britânico. Em 1933, Hitchcock foi trabalhar na Gaumont-British Picture Corporation, e o seu primeiro filme para a companhia chamou-se The Man Who Knew Too Much (O Homem que Sabia Demais), de 1934, que seria refilmado em 1956 com outros atores.

O seu segundo filme pela companhia foi The 39 Steps (Os 39 Degraus), de 1935, considerado o melhor filme deste período. Neste filme, pela primeira vez ele usa uma técnica chamada de MacGuffin (as vezes de McGuffin ou Maguffin), a técnica designa uma desculpa argumental que motiva aos personagens a desenvolver uma história, o que na realidade carece de relevância. É também o primeiro filme que Hitchcock usa o elemento de uma fuga de um inocente.O seu próximo sucesso foi The Lady Vanishes (A Dama Oculta) (1938), que envolvia intriga internacional.

Estes filmes chamaram a atenção de Hollywood para o diretor tanto que o produtor David O. Selznick chamou-o para trabalhar.
[editar] Período em Hollywood

Hitchcock mudou-se para os Estados Unidos em 1939 e tornou-se cidadão norte-americano em 1955. Seu primeiro filme americano foi Rebecca, que rendeu ao cineasta sua primeira indicação ao Oscar. Rebecca, que era ambientado na Inglaterra e baseado no romance de Daphne du Maurier, teve atores como Laurence Olivier e Joan Fontaine. Rebecca ganhou o Oscar de melhor filme, mas Hitchcock perdeu na disputa de diretor.

O seu segundo filme em Hollywood foi Foreign Correspondent (Correspondente Estrangeiro / Correspondente de Guerra), em 1940, filmado durante o primeiro ano da Segunda Guerra Mundial, e que também foi nomeado para o Oscar de melhor filme, mas não ganhou.

Na década de 1940, os filmes de Hitchcock tornaram-se mais diversificados, passando pelo género comédia em Mr. & Mrs. Smith (Um Casal do Barulho / Meu Marido é Solteiro) (de 1941), ao filme noir em Shadow of a Doubt (A Sombra de Uma Dúvida) (de 1943) e a ficção sobre leis em The Paradine Case (Agonia de Amor / O Caso Paradine) , de 1947.

Saboteur (Sabotador), de 1942, foi o primeiro de dois filmes feitos pela Universal; A Sombra de Uma Dúvida foi o segundo, e era um dos filmes preferidos de Hitchcock.

Spellbound (Quando Fala o Coração / A Casa Encantada) de 1945, com Ingrid Bergman e Gregory Peck,recebeu nomeação para o Oscar de melhor filme, melhor diretor e melhor ator secundário (Michael Chekhov), entre outros. O produtor David O. Selznick utilizou as suas experiências na psicanálise, e até levou aos estúdios sua terapeuta, para servir de consultora. Hitchcock fez algumas cenas baseadas no artista plástico Salvador Dalí para ilustrar certas cenas de de confusão mental, as quais Selznick odiou.
Cary Grant e Ingrid Bergman em Notorious, de 1946

Notorious (Interlúdio / Difamação) , de 1946, onde participam Cary Grant e Ingrid Bergman, foi o primeiro filme que Hitchcock dirigiu e produziu, e que Selznick não participou da produção, feita pela RKO (Radio-Keith-Orpheum) Pictures. O filme recebeu a indicação para o Oscar de ator secundário, mas não venceu. The Paradine Case (Agonia de Amor / O Caso Paradine) , de 1947, foi seu primeiro filme colorido, e foi protagonizado por Gregory Peck.

Rope (Festim Diabólico / A Corda) de 1948, foi baseado na peça teatral de Patrick Hamilton. Embora não tenha sido seu primeiro filme como diretor e produtor, foi o primeiro em que recebeu o crédito por isso. Foi também o primeiro de uma série de filmes de sucesso estrelados por James Stewart. Baseado na história do caso de Leopold e Loeb, Rope é tido como tendo um conteúdo homossexual.

Em 1949, Hitchcock lançou o filme Under Capricorn (Sob o Signo de Capricórnio), em uma co-producção com Sidney Berstein e estrelado por Ingrid Bergman. O filme fracassou, em parte pela publicidade negativa sobre o relacionamento extraconjugal que Ingrid Bergman estava tendo com o diretor italiano Roberto Rossellini.

O filme Strangers on a Train (Pacto Sinistro / O Desconhecido do Norte-Expresso), de 1951, foi baseado no romance de Patricia Highsmith (que também escreveu The Talented Mr. Ripley (O Talentoso Ripley) e apresentou sua filha Patricia Hitchcock em um pequeno papel. Foi seu primeiro filme distribuído pela Warner Bros e, anos mais tarde, seria fonte de inspiração para Throw Momma from the Train (Jogue a Mamãe do Trem), de 1987, com Billy Crystal e Danny DeVito. Segundo Roger Ebert, vencedor do Prêmio Pulitzer e crítico de filmes, Strangers on a Train era o melhor filme de todos os tempos.

No começo dos anos 1950, a MCA e o agente Lew Wasserman, que tinha como clientes James Stewart e Janet Leigh, tiveram grande importância nos filmes de Hitchcock. Com a ajuda de Wasseraman, Hitchcock teve grande liberdade criativa para trabalhar em seus filmes.

Em 1954, o filme Dial M for Murder (Disque M Para Matar) trouxe Ray Milland e Grace Kelly nos papéis principais. Foi o primeiro filme em que Hitchcock trabalhou com Grace Kelly, baseado na peça escrita por Frederick Knotte, pela primeira vez, o diretor usou a técnica 3D.
James Stewart em Rear Window de 1954

No mesmo ano, Hitchcock lançou o filme Rear Window (Janela Indiscreta), com James Stewart e Grace Kelly nos papéis principais. O filme é considerado um dos maiores sucessos do diretor.

No ano seguinte foi a vez de To Catch a Thief (Ladrão de Casaca) com Gary Grant e Grace Kelly. Em 1956, Hitchcok refilmou The Man Who Knew Too Much (O Homem que Sabia Demais), agora com James Stewart e Doris Day nos papéis principais. O diretor considerou a refilmagem superior ao original feito por ele em 1934. No filme, Doris Day aparece cantando a música Que Será, Será (Whatever Will Be, Will Be).

Em 1957, o diretor lançou o filme The Wrong Man (O Homem Errado / O Falso Culpado) , com Henry Fonda e Vera Miles, com roteiro baseado no livro The True Story of Christopher Emmanuel Balestrero, de Maxwell Anderson, um caso real de confusão de identidade.

Vertigo (Um Corpo Que Cai / A Mulher que Viveu Duas Vezes), com James Stewart e Kim Novak, de 1958, é visto como uma das obras-primas do diretor, embora na época tenha sido um fracasso comercial. O filme foi eleito entre os cem melhores filmes de todos os tempos pelo Instituto de Cinema Americano, em 1998.

North by Northwest (Intriga Internacional), de 1959, foi produzido pela MGM, e protagonizado por Cary Grant, Eva Marie Saint e Martin Landau, entre outros. Conta a história de um homem inocente perseguido por agentes de uma misteriosa organização. É considerado como um grande trabalho de Hitchcock.

Psycho (Psicose / Psico) , de 1960, que teve como protagonista Janet Leigh, Anthony Perkins e Vera Miles, venceu o Globo de Ouro na categoria melhor atriz coadjuvante (Janet Leigh). O filme trouxe uma das cenas mais conhecidas da história do cinema, a famosa cena do chuveiro, quando a personagem de Janet Leigh é assassinada a facadas. O filme ficou na décima oitava posição entre os 100 melhores filmes do Instituto de Cinema Americano.
Hitchcock na época das filmagens de "Os Pássaros"

The Birds (Os Pássaros), de 1963 é baseado num conto de mesmo nome da escritora britânica Daphne Du Maurier e é protagonizado por Rod Taylor, Jessica Tandy e Tippi Hedren, esta última uma descoberta de Hitchcock. O filme inovou na trilha sonora e em efeitos especiais, e por este último motivo foi nomeado para o Oscar. Tippi Hedren, mãe da futura atris Melanie Griffith, ganhou o Globo de Ouro.

Marnie (Marnie, Confissões de uma Ladra / Marnie), de 1964, foi estrelado por Tippi Hedren e Sean Connery, e é um dos filmes clássicos de Hitchcock. Em 1966, ele lançou Torn Curtain (Cortina Rasgada), um thriller político com Paul Newman e Julie Andrews nos papéis principais.

Topaz (Topázio), filmado entre 1968 e 1969, fala sobre a Guerra Fria, e conta a história de um espião, com roteiro baseado no livro de mesmo nome escrito por Leon Uris. Foi um filme que não trouxe nenhuma grande estrela, na verdade, apenas nomes desconhecidos. Muitos acreditam que Hitchcock não quis chamar nenhuma estrela de Hollywood para este filme após alguns conflitos com Paul Newman em seu último filme.

Em 1972, Hitchcok lançou Frenzy (Frenesi / Frenzy, Perigo na Noite), um thriller sobre crime que trouxe pela primeira vez cenas de nudez e palavras de baixo calão em um de seus filmes.

O seu último filme foi Family Plot (Trama Macabra / Intriga em Família) com Karen Black e Bruce Dern.
[editar] Morte

Em 1980, Alfred Hitchcock recebeu a KBE da Ordem do Império Britânico, da mãos da Rainha Elizabeth II. Ele morreria quatro meses depois, de insuficiência renal, em sua casa em Los Angeles.
[editar] Características do cinema de Hitchcock
[editar] Suspense

O suspense de Hicthcock distinguia-se do elemento surpresa mais característico do cinema de horror. O suspense é acentuado pelo uso de música forte e dos efeitos de luz. Nos filmes hitchcockianos, a ansiedade do espectador aumenta pouco a pouco enquanto, o personagem não tem consciência do perigo. São apresentados dados ao telespectador que o personagem do filme não sabe, criando uma tensão no espectador em saber o que acontecerá quando o personagem descobrir. Em Psycho, somente o espectador vê a porta se entreabrir, esperando algo acontecer enquanto o detetive sobe a escada.
[editar] O espectador como voyeur

Em alguns filmes, o personagem age como se soubesse que o telespectador está observando sua vida. No filme "Rear Window" (1954), o personagem Lars Thorwald (interpretado por Raymond Burr) confronta Jeffries (interpretado por James Stewart) dizendo: "O que você quer de mim?" endereçando a pergunta ao telespectador com um um close em seu rosto.
[editar] Aparições do diretor em seus filmes

Hitchcock usou em vários de seus filmes o que é conhecido como cameo (camafeu em português), onde uma pessoa famosa aparece em um filme. Porém, nos filmes de Hitchcock, quem aparecia era ele próprio. Ele é visto em aparições breves, geralmente no início de seus filmes. Para não distrair o público do enredo principal, no decorrer de sua obra o diretor passou a aparecer logo no início dos filmes.

Alguns exemplos de aparições de Hitchcock são:

* Rear Window (br. Janela Indiscreta) – aparece dentro do apartamento do pianista
* Psycho (br. Psicose) – passa a frente do escritório de Marion trabalho com chapéu de cowboy
* Torn Courtain (br. Cortina Rasgada) – aparece logo aos oito minutos segurando um bebê no hall do hotel em que os protagonistas se hospedam.
* Frenzy (br. Frenesi) – aparece no início do filme, no meio da multidão que está às margens do rio quando um corpo da vítima aparece boiando.
* Suspicion (br. Suspeita) – aparece enviando uma carta no posto dos correios da cidade.
* Shadow of a Doubt (br. A Sombra de uma Dúvida) – aparece num trem, jogando cartas com um homem e uma mulher.
* Spellbound (br. Quando Fala o Coração) – sai do elevador do Empire Hotel carregando uma maleta de violino e fumando um cigarro.
* Blackmail (br. Chantagem e Confissão) – aparece em cena como um passageiro no metrô que é importunado por um garoto.
* Family Plot (br. Intriga em Família) – aparece o seu perfil por trás do vidro de uma porta como se estivesse a falar para outra pessoa e a gesticular.
* Dial M for Murder (br. Disque M Para Matar) – aparece no canto inferior esquerdo de uma fotografia pendurada na parede da sala.
* The birds (br. Os Pássaros) – aparece passeando pela calçada do lado de fora da loja de animais.
* Lifeboat (br. Um Barco e Nove Destinos) – inicialmente, o diretor teve a idéia de aparecer como um corpo boiando próximo ao barco. Porém, entusiasmado com seu sucesso na tentativa de perder peso, Hitchcock decidiu aparecer posando para fotos "Antes & Depois" a respeito de um remédio para emagrecimento chamado "Reduco", mostrado num jornal durante o filme.
* Rope (br. Festim Diabólico) – aparece duas vezes. Logo no início, aparece atravessando a rua. Mais tarde, uma caricatura de Hitchcock aparece num neon que reflete na janela do apartamento dos assassinos, em Nova York. Esta é uma referência à aparição feita em Lifeboat, onde se lê "Reduco", como na aparição feita quatro anos antes.
* Notorius (br. Interlúdio) – aparece após aproximadamente uma hora de filme em uma festa realizada na mansão de Alexander Sebastian.
* Vertigo (br. Um Corpo Que Cai) – aparece aos exatos onze minutos de filme, caminhando com um terno em frente ao estaleiro de Gavin Elster.
* Strangers in a Train (br. Pacto Sinistro) – aparece aos 5 minutos de filme, embarcando no trem com um contrabaixo.
* Foreign Correspondent (br. Correspondente Estrangeiro ) – aparece aos 12 minutos de filme, lendo um jornal e usando um chapéu.
* Rebecca (br. Rebecca, A Mulher Inesquecível) – aparece aos 126 minutos de filme, na rua, perto de uma cabine telefônica.
* The Lady Vanishes (br. A Dama Oculta) – aparece quase ao final da Victoria Station, fumando um cigarro.
* North by northwest (br. Intriga Internacional) – aparece logo no começo do filme correndo para pegar o ônibus.
* Topazio (br.Topázio) – aparece na estação de trem, numa cadeira de rodas, depois se levanta para cumprimentar um homem.

[editar] Personagens femininas
Eva Marie Saint em Norht by Northwest

As personagens femininas geralmente são heroínas loiras e amáveis, que quando se apaixonam, tornam-se perigosas. Em Marnie, de 1964, a personagem título interpretada por Tippi Hedren é cleptomaníaca. Em To Catch a Thief, de 1955, Francie (interpretada por Grace Kelly) oferece ajuda a um homem que ela acredita ser um gatuno. Em Rear Window, Lisa (interpretada por Grace Kelly novamente) arrisca sua vida entrando escondida no apartamento do personagem Lars Thorwald. Em Psycho, Janet Leigh rouba 40 mil doláres e é assassinada por um psicopata.

A figura da mãe várias vezes presente em seus filmes geralmente com uma relação complicada com os filhos. Em "Os Pássaros", a mãe tem grande medo de ser abandonada por seu filho.

Várias atrizes loiras interpretaram grandes personagens nos filmes de Hitchcock. Tippi Hedren (em "Os Pássaros" e em "Marnie"), Kim Novak (em "Vertigo"), Grace Kelly (em "Dial M for Murder" e "Rear Window", Vera Miles e Eva Marie Saint (em "North by Northwest") . Quando Hichcock foi filmar "Vertigo" ele queria Vera Miles no papel principal mas como ela acabado de ganhar um filho, a Warner lhe deu Kim Novak. Segundo Hicthcock, com Novak ele perdeu totalmente o interesse no filme, ele queria encontrar uma nova Grace Kelly e achava que Vera Miles era mais perfeita para isso.
[editar] Personagens masculinos
Cary Grant, dos poucos atores favoritos de Hitchcock, com quem fez diversos filmes.

Os personagens masculinos são geralmente homens com relacionamento conflituosos com a mãe. Em North by Northwest, de 1959, o personagem Roger Thornhill, interpretado por Cary Grant, é um homem inocente ridicularizado pela mãe. Em The Birds de 1963, o personagem do actor Rod Taylor luta para libertar-se da mãe possessiva, interpretada por Jessica Tandy. O assassino de Frenzy, de 1972, idolatrava a mãe. O vilão Bruno, do filme Strangers on a Train odeia o pai e tem uma relação muito próxima com a mãe. Sebastian (Claude Rains), em Notorious, tem uma relação conflituosa com a mãe. E mais famosa de todas, o personagem Norman Bates de Psycho cuja relação com a mãe é totalmente anormal.
[editar] MacGuffin

MacGuffin é um conceito original nos filmes de Hitchcock, um termo usado pelo cineasta para inserir um objecto que serve de pretexto para avançar na história sem que ele tenha muita importância no conteúdo da mesma. O MacGuffin de "Psycho" é o dinheiro roubado do patrão. O dinheiro só serve para conduzir a personagem Marion Crane até o Motel Bates, mas ao chegar ao Motel o dinheiro perde a importância no desenrolar da história. Já o MacGuffin de "Torn Courtain" é a fórmula que possibilitaria a construção de um antimíssil. É para conseguir a fórmula que o personagem principal parece desertar para Berlim Oriental, é seguido pela noiva e daí desenvolve-se o enredo.
[editar] Temas recorrentes

Um tema recorrente explorado por Hitchcock foi a confusão de identidade. Em Intriga Internacional, Roger Thornhill, interpretado por Cary Grant, é confundido com George Kaplan, um agente da CIA.
[editar] Objetos recorrentes

Em alguns filmes, os personagens bebiam brandy, como em Vertigo, Rear Window e Topázio. Hitchcock também, adorava o número 7, e sempre que podia o incluía em algum filme.

Outro objeto recorrente era a inclusão da escada, presente na sequência final de Notorious e na mansão de Norman Bates de Psycho.
[editar] Principais prêmios

Alfred Hitchcock recebeu o Prêmio Irving Thalberg da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood pelo conjunto de sua obra; entretanto, apesar de indicado seis vezes ao Oscar, cinco vezes como melhor diretor e uma como melhor produtor, jamais recebeu a cobiçada estatueta, juntando-se a outro gênio cinematográfico também nunca agraciado com o prêmio máximo da academia, Stanley Kubrick.

Suas seis indicações aos Oscar foram pelos filmes Rebecca (1940), Lifeboat (1944), Spellbound (1945), Rear Window (1954) e Psycho (1960), como diretor; e Suspicion (1941), como produtor.

É considerado pelo The Screen Directory, uma das mais sérias e respeitadas publicações sobre cinema do mundo, como o "maior diretor de todos os tempos". [1]
[editar] Homenagens

Hitchocock foi homenageado em um gibi de Maurício de Sousa, com uma história em que o personagem Bidu interpretava alguns filmes famosos do diretor.
[editar] Filmografia

Ver artigo principal Filmografia de Alfred Hitchcock
[Esconder]
v • e
Filmes dirigidos por Alfred Hitchcock
Os títulos (quando diferentes) estão apresentados nas suas versões em Portugal e no Brasil ,respectivamente.
anos 1920 Number 13 · Always Tell Your Wife · The Pleasure Garden · The Mountain Eagle · O Pensionista/ O Inquilino · Downhill · Easy Virtue · The Ring · The Farmer's Wife · Champagne · The Manxman · Chantagem /Chantagem e Confissão
anos 1930 Juno and the Paycock · Assassínio /Assassinato · Elstree Calling · The Skin Game · Mary · Number Seventeen · Rich and Strange · Waltzes from Vienna · O Homem Que Sabia Demais · Os Trinta e Nove Degraus / 39 Degraus · Secret Agent · Sabotagem /O Marido Era o Culpado · Young and Innocent · Desaparecida! /A Dama Oculta · Jamaica Inn
anos 1940 Rebecca /Rebecca - A mulher inesquecível · Correspondente de Guerra /Correspondente estrangeiro · Mr. & Mrs. Smith · Suspeita · Sabotagem /Sabotador · Mentira! /A sombra de uma dúvida · Lifeboat · Aventure Malgache · Bon Voyage · A Casa Encantada /Quando Fala o Coração · Difamação /Interlúdio · The Paradine Case · A Corda /Festim Diabólico · Under Capricorn
anos 1950 Stage Fright · O Desconhecido do Norte-Expresso /Pacto Sinistro · I Confess · Chamada para a Morte /Disque M para Matar · Janela Indiscreta · Ladrão de Casaca · O Terceiro Tiro · O Homem Que Sabia Demais · O Falso Culpado /O Homem Errado · A Mulher Que Viveu Duas Vezes /Um Corpo Que Cai · Intriga Internacional
anos 1960 Psico /Psicose · Os Pássaros · Marnie /Marnie - Confissão de uma Ladra · Cortina Rasgada · Topázio
anos 1970 Frenzy, perigo na noite /Frenesi · Intriga em Família /Trama Macabra

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

"pai herói"

"busca implacável" - qualquer semelhança com "busca frenética" é mera coincidencia.
nada a ver, apenas um americano em paris. e em apuros.
o lian é aposentado do governo(cia?), sua filha mora com a mãe no novo casamento,quer
ir a paris com uma amiga com os mesmos 18 aninhos. ele não deixa, a menina chora, a
mãe empomba, chama ele de paranóico e o véi acaba cedendo, assina a autorização, mas
dá um monte de recomendações e um celular internacional com o seu número, para "qualquer coisa..." ela é sequestrada assim que chega em orly e seguindo as dicas do pai, dá a aparencia do bandido que a puxa debaixo da cama e o nesson vai voando
à cidade luz salvar sua menina. dizer que ele - depois de matar uns 300 bandidos -
a salva não é entregar o filme, já que sabíamos que seria assim, o que não tira de forma nenhuma o brilho do filme, excelente como entretenimento, fita de ação. ele não voa como o super-homem, homem aranha, batman, mas faz um estrago de respeito, é muito bom no que faz.
não conheço o diretor, mas é co-escrito e produzido por luc besson. entendeu?
chico.