aqui do lado, no tca está "007-só se vive duas vezes"(os títulos são ótimos).
a grife deu certo e os judeus(são?) harry saltzmann & albert r.brocolli expan-
diram, investiram e soltaram o homi no meio do mundo.
o japão começava a crescer(mais) e é por aí. aí eu num gosto - preso ao meu racismo -
num tem uma mulé bonita(marca registrada da série), tudo amarela.
o anterior(quarto, "X chantagem atômica" é muito aquático, fundo do mar, oscar de
efeitos especiais e - com certeza- propaganda de equipamentos afins. fraco, mas tinha
uma saborosa cludine auger. o sean engorda a olhos vistos. seria o alcool, será que ele no particular emborcava igual ao personagem?
ainda assim - mesmo me permitindo tá vendo e escrevendo - é um excelente entretenimento. (viu, mestre ráu), num tiro uma palavra do que disse sobre a série
(num sei se aqui ou num e.m. pro doutor luiz, respondendo e complementando msg. dele
sobre o fenômeno, via wiwi.) {lula: se mão mandou, poste no c.br. ou mande pros
outros bros.).
vou ver se me concentro.
sim, outro ponto fraco é a porra do pinewwood studios, london,england, onde eles
usam e repetem à exaustão(aquelas cenas da central/usina, onde o vilão de plantão
vai detonar o mundo, que voltou inclusive já com o pierce em "goldneye"(o- por
conseguinte - mais fraco dele).
tks.
chico.
p.s. - tá acabando de casar c'uma amarela. é o john lennon? né foda?
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
"cinema mudo"
jovem tarde de domingo:
-"metrópolis" - preto e branco, mudo, de 26, alemão de fritz lang.
-"o baile" - mudo(1)no sentido de não falado, cor, de 83, franco-italiano de ettore
scola.
como dormi com cêrca de 15 minutos do primeiro, não tenho autoridade prá falar e sei que
dele só se fala de bem, visto que consta da maioria das listas dos críticos. me interessei
e acho que devemos locar para uma seção conjunta in vinno. ouso apenas dizer: lang
era mais pragmático e realista que marx, em seu futuro(século XXum)a elite habita o solo e a classe operária o subsolo. os letreiros são em alemão e as legendas em portuga.
o segundo é um baile, é coisa de cinema, se passa todo(duas horinhas) num salão de baile, onde os personagens(cêrca de uns 30?) não falam uma única palavra durante os
longos anos de 36 a 83, apenas dançam. e como! dançar - além de gostoso - é uma atividade extremamente sensual e exibicionista. o pé de valsa(e a sua cara-metade,
aquela que de tão leve, muitas das vêzes o leva, flutuando, levitando) é um exibido,
por vêzes arrogante. as damas chegam e buscam logo quem? ele, o espelho, enorme do
piso ao teto,uma das paredes do ambiente, retocar a maquiagem, ajeitar o casaco de
vison, conferir a estampa. os homens, idem, mesmo caminho. tipos esquisitíssimos.
é um barato, há cenas inesquecíveis e cômicas. uma em que o burguês endinheirado,
solitário em sua mesa ao lado de sua champagne, de monóculo, vê sua amada(ou não),
espôsa(ou não), sua mulé, sua dama, toda de branco, ser literalmente esbodegada pelo
malandro, o tampa, que ao chegar, convida-a para dançar pondo um lenço enorme aos
seus pés; saca de seu smoking preto impecável o pó, faz duas carreiras generosas,
saca uma cédula da moeda da época, parte-a ao meio, faz um perfeito canudinho e ao
aproximá-lo do que seria seu bálsamo, vem o garçon de bigodinho e "passa-o-pano"
fazendo a assepsia. puta-qui-pariu.
é filme prá loucos por cinema, mas quem gosta de dança ou de música, ou dos treis juntos fica mais fácil. há todo tipo de música, clássica, polka, muita canção
francesa e duas brasileiras: "madureira chorou" que a orquestra executa como rumba
e "aquarela do brasil". estão lá também no pós-guerra a música das big-bands ameri-
canas, o chaleton, depois o rock e the beatles com "michelle".
quem achar monótomo ou arrastado, si-fodi-cumigo.
chico.
(1)no ano de seu lançamento foi escolhido pela academia para concorrer ao oscar de
melhor filme em língua estrangeira(lembou o janot na resenha de abertura). como, se o filme não é falado, não há um único diálogo??! mais uma cagada de hollywood, que
deveria tê-lo escolhido para a categoria de melhor filme e premiado. não é fácil
fazer o que o ettore fez.
sim... nos letreiros, vai, vai, produtor e no final na hora de diretor, vem: "
mise-en-scène: ettore scola. é mole, ou "qué" mais?
-"metrópolis" - preto e branco, mudo, de 26, alemão de fritz lang.
-"o baile" - mudo(1)no sentido de não falado, cor, de 83, franco-italiano de ettore
scola.
como dormi com cêrca de 15 minutos do primeiro, não tenho autoridade prá falar e sei que
dele só se fala de bem, visto que consta da maioria das listas dos críticos. me interessei
e acho que devemos locar para uma seção conjunta in vinno. ouso apenas dizer: lang
era mais pragmático e realista que marx, em seu futuro(século XXum)a elite habita o solo e a classe operária o subsolo. os letreiros são em alemão e as legendas em portuga.
o segundo é um baile, é coisa de cinema, se passa todo(duas horinhas) num salão de baile, onde os personagens(cêrca de uns 30?) não falam uma única palavra durante os
longos anos de 36 a 83, apenas dançam. e como! dançar - além de gostoso - é uma atividade extremamente sensual e exibicionista. o pé de valsa(e a sua cara-metade,
aquela que de tão leve, muitas das vêzes o leva, flutuando, levitando) é um exibido,
por vêzes arrogante. as damas chegam e buscam logo quem? ele, o espelho, enorme do
piso ao teto,uma das paredes do ambiente, retocar a maquiagem, ajeitar o casaco de
vison, conferir a estampa. os homens, idem, mesmo caminho. tipos esquisitíssimos.
é um barato, há cenas inesquecíveis e cômicas. uma em que o burguês endinheirado,
solitário em sua mesa ao lado de sua champagne, de monóculo, vê sua amada(ou não),
espôsa(ou não), sua mulé, sua dama, toda de branco, ser literalmente esbodegada pelo
malandro, o tampa, que ao chegar, convida-a para dançar pondo um lenço enorme aos
seus pés; saca de seu smoking preto impecável o pó, faz duas carreiras generosas,
saca uma cédula da moeda da época, parte-a ao meio, faz um perfeito canudinho e ao
aproximá-lo do que seria seu bálsamo, vem o garçon de bigodinho e "passa-o-pano"
fazendo a assepsia. puta-qui-pariu.
é filme prá loucos por cinema, mas quem gosta de dança ou de música, ou dos treis juntos fica mais fácil. há todo tipo de música, clássica, polka, muita canção
francesa e duas brasileiras: "madureira chorou" que a orquestra executa como rumba
e "aquarela do brasil". estão lá também no pós-guerra a música das big-bands ameri-
canas, o chaleton, depois o rock e the beatles com "michelle".
quem achar monótomo ou arrastado, si-fodi-cumigo.
chico.
(1)no ano de seu lançamento foi escolhido pela academia para concorrer ao oscar de
melhor filme em língua estrangeira(lembou o janot na resenha de abertura). como, se o filme não é falado, não há um único diálogo??! mais uma cagada de hollywood, que
deveria tê-lo escolhido para a categoria de melhor filme e premiado. não é fácil
fazer o que o ettore fez.
sim... nos letreiros, vai, vai, produtor e no final na hora de diretor, vem: "
mise-en-scène: ettore scola. é mole, ou "qué" mais?
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Sophie Marceau - Só pra não esquecer

Esta última foto tem uns oito anos, mas ela continua gata. Um pouco menos cheinha, agora, e já madura. A terceira foto, do sorriso, é atual. A do lance, também atual. No último Cannes. Foi "acidental".
Foi bond girl, ao lado daquela do "bocão" que trabalhou num filme de guerra contra insetos gigantes. Esqueci o nome da fiadapeste.
Dá não pra esquecer essa francesa. Pra mim, substituiu Isabelle Adjani à altura. Ou não substituiu. Compôs.
Deve ter uns 35 anos, por aí, ou mais. A Adjani - acho - tá chegando aos 50.
Tenho uma amiga jornalista que tem o mesmo estilo das duas. Faz gosto olhar.
Valeu.
Zé.
Obs.: Confraternização dos manos. Continuo sugerindo o dia 19, sexta-feira próxima. Pier Massagueira ou Divina Gula.
sábado, 13 de dezembro de 2008
"outra audrey"

agora é a dana, audrey dana, a huguette de "crimes de autor"/roman gare, de lelouch,
que acabo de ver(1). vê se aparece a foto aí. é linda e ótima atriz, muito expressiva.
fiquei impressionado. sabem se já fez mais alguma coisa. vou acompanhar. a história é
bem original e muito bem filmada pelo claude. belas paisagens do interior da frança, é
também um road-movie com direito até a serial-killer(só de agá). e tem a fanny ardant,
majestosa.
chico.
(1) - num sei se voces estão ouvindo aí, mas por volta da meia-noite começou um "som" aqui perto, pro lado da álvaro calheiros, mas numa altura tão da boba da peste que acho, maceió inteira está ouvindo. como são 3 horas e eles continuam firmes, a
polícia deve estar gostando do estilo("é o tchan" e similares). nossa cidade está
entregue às baratas, totalmente sem lei, inclusive a do silencio. não existe(ou existia) um orgão que trata disso, smccu? é isso?
bom... como já dormi minhas 4 horas tou cagando, mas e os outros?
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
"kenoma"
gostei. 10 anos e ninguém falou dele!?
e essa branquela, linda, não fez mais nada não ou é a mesma de "tropa de elite"?
chico.
arquivof_1.gif (1790 bytes) Kenoma
Título Original: Kenoma
Gênero: Ficção
Origem/Ano: BRA/1998
Duração: 110 min
Direção: Eliane Caffé
Elenco:
José Dumont...
Mariana Lima...
Enrique Díaz...
Jonas Bloch...
Matheus Nachtergaele...
transp.gif (45 bytes)Lineu
transp.gif (45 bytes)Tira
transp.gif (45 bytes)Jonas
transp.gif (45 bytes)Gerônimo
transp.gif (45 bytes)Pedro
Sinopse: A trama do filme começa no momento em que Jonas, um andarilho, chega ao pequeno povoado de Kenoma e ali permanece, atraído por uma jovem de nome Tali. Habitada por camponeses, garimpeiros e pequenos comerciantes, Kenoma é um desses muitos vilarejos que ainda hoje transpiram um modo de vida primitivo, quase medieval.
Entre os habitantes, destaca-se Lineu, um artesão que se dedica há vinte anos a um único propósito: a reforma de um velho moinho abandonado. Não haveria nada de surpreendente nisso, não fosse a idéia vertiginosa de transformar a engrenagem do moinho em uma máquina capaz de produzir constantemente, sem necessidade de combustível: o moto-perpétuo.
Obcecado pelo sonho de instalar em Kenoma a primeira máquina auto-suficiente, Lineu converte sua existência numa infinita sucessão de tentativas e fracassos. Em sua luta quixotesca, Lineu não investe apenas contra as leis da física- que frustam cada uma de suas tentativas - , mas também contra os anseios e artimanhas de Gerônimo, dono do moinho e, consequentemente, principal opositor de sua invenção.
Proprietário de terras, Gerônino é a maior autoridade de Kenoma e uma espécie de benfeitor do povoado. Pragmático, ele também vive em função de um único ideal: fazer de Kenoma uma cidade próspera e moderna. Para Gerônimo, a máquina de Lineu representa a "vergonha" e o "desperdício"; um empreendimento que apenas consome tempo e energia, sem nunca funcionar.
Nesse embate entre o divino e o terreno, o andarilho Jonas acaba aliando-se a Lineu, mais fascinado por sua forte determinação do que por sua obra. Enquanto cresce a cumplicidade entre lineu e Jonas, cresce também a dificuldade de Jonas em concretizar o seu amor por Tari.
Paralelamente à trajetória de um dos sonhos mais antigos da ciência - o moto-perpétuo -, os personagens constroem uma outra engrenagem: de interesses, desejos e conflitos.
Distribuição em Vídeo: Warner
Álbum de Fotos
voltar.gif
e essa branquela, linda, não fez mais nada não ou é a mesma de "tropa de elite"?
chico.
arquivof_1.gif (1790 bytes) Kenoma
Título Original: Kenoma
Gênero: Ficção
Origem/Ano: BRA/1998
Duração: 110 min
Direção: Eliane Caffé
Elenco:
José Dumont...
Mariana Lima...
Enrique Díaz...
Jonas Bloch...
Matheus Nachtergaele...
transp.gif (45 bytes)Lineu
transp.gif (45 bytes)Tira
transp.gif (45 bytes)Jonas
transp.gif (45 bytes)Gerônimo
transp.gif (45 bytes)Pedro
Sinopse: A trama do filme começa no momento em que Jonas, um andarilho, chega ao pequeno povoado de Kenoma e ali permanece, atraído por uma jovem de nome Tali. Habitada por camponeses, garimpeiros e pequenos comerciantes, Kenoma é um desses muitos vilarejos que ainda hoje transpiram um modo de vida primitivo, quase medieval.
Entre os habitantes, destaca-se Lineu, um artesão que se dedica há vinte anos a um único propósito: a reforma de um velho moinho abandonado. Não haveria nada de surpreendente nisso, não fosse a idéia vertiginosa de transformar a engrenagem do moinho em uma máquina capaz de produzir constantemente, sem necessidade de combustível: o moto-perpétuo.
Obcecado pelo sonho de instalar em Kenoma a primeira máquina auto-suficiente, Lineu converte sua existência numa infinita sucessão de tentativas e fracassos. Em sua luta quixotesca, Lineu não investe apenas contra as leis da física- que frustam cada uma de suas tentativas - , mas também contra os anseios e artimanhas de Gerônimo, dono do moinho e, consequentemente, principal opositor de sua invenção.
Proprietário de terras, Gerônino é a maior autoridade de Kenoma e uma espécie de benfeitor do povoado. Pragmático, ele também vive em função de um único ideal: fazer de Kenoma uma cidade próspera e moderna. Para Gerônimo, a máquina de Lineu representa a "vergonha" e o "desperdício"; um empreendimento que apenas consome tempo e energia, sem nunca funcionar.
Nesse embate entre o divino e o terreno, o andarilho Jonas acaba aliando-se a Lineu, mais fascinado por sua forte determinação do que por sua obra. Enquanto cresce a cumplicidade entre lineu e Jonas, cresce também a dificuldade de Jonas em concretizar o seu amor por Tari.
Paralelamente à trajetória de um dos sonhos mais antigos da ciência - o moto-perpétuo -, os personagens constroem uma outra engrenagem: de interesses, desejos e conflitos.
Distribuição em Vídeo: Warner
Álbum de Fotos
voltar.gif
domingo, 9 de novembro de 2008
ANTES QUE O DIABO SAIBA QUE VOCÊ ESTÁ MORTO - Ganancia mal acabada

Há tempos queria ver. Valeu a espera. Baita filme. A trama é instigante (Roteiro à TARANTINO, do desconhecido - ao menos para mim - KELLY MASTERSON). Dois irmãos convivem com os mesmos problemas cotidianos, bebidas, drogas e muitas, mas muitas dívidas. Compartilham também a mesma mulher, esposa de um, amante do outro. O mais velho envolve o mais novo em um plano aparentemente simples: Praticar um roubo à joalheria dos pais. Tá no seguro. A funcionária é uma sexagenária, etc. e tal. Só não contavam com o desfecho fatídico. Durante o assalto, o cara que foi contratado para realizá-lo, é morto. A mãe deles, que não deveria estar lá naquela hora, também. Agora, além dos dramas pessoais já compartilhados, estarão a mercê dos novos acontecimentos, que envolvem a polícia, o vigarista irmão da viúva e o próprio pai. Vai ser difícil sair desta enrascada. Vale a pena por tudo. Não apenas pela história, mas também, pelas estupendas interpretações de PHILIP SEYMOUR HOFFMAN e ETHAN HAWKE (os irmãos), ALBERT FINNEY (o pai) e da magrela gostosa MARISA TOMMEI (a mulher e amante). E vale a pena, sobretudo, pela magistral direção do mestre SIDNEY LUMET. É um baile. Ele caminha pela trama com fidelidade, destreza e competência absolutas. Dar-se ao requinte de, nas cenas reprisadas, filmá-las sob outro ângulo (da câmera, e do ponto de vista do roteiro). Um barato. Filme prá se ver mais de uma vez e prá não se esquecer jamais.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
"elipsis"
mas bicho, que surpresa agradável e eu quase mudo, a sinopse do tcc - como todas -
não dizia muita coisa. valeu arriscar.comi como espanhol, durante os créditos no
final, pensei ser argentino.
está explicado porque a venezuela ganha tantos concursos de miss: não aparece uma mulher feia, só tem perfeição.
voces sabem como sou exagerado, mas vejam e me digam se não é melhor do que os mais
famosos "histórias entrelaçadas": "shots curt/cenas da vida", de altmann; "magnólia"
de paul j. anderson; "pulp fction" do tarantino; a trilogia do alejandro g. inarritu
("amores brutos" - perdão, ainda é o melhor de todos); "crash" recente e premiado.
sei que é um rolo danado, mas não tem um furo de roteiro. seu jorge mata a páu como
coiote, c'aqueles beição roxo de chupador de buceta. agora observem na cena final,
quando o negociador, o picão, o tampa, que fotografava suas "vítimas"(ele não podia
tá em são paulo prá salvar a eloá), parte em disparada após ver a cagada que acabara
de fazer e seu chapéu cai, mostrando que ninguém está a salvo.
muito bom.
chico.
Elipsis
(Elipsis, Venezuela, 2006)
Títulos Alternativos: Ellipsis
Gênero: Crime, Drama, Suspense
Duração: 90 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Palavras-Chaves: Histórias paralelas, Histórias Fragmentadas, Ator, mais...
Produtora(s): Anthropolitan
Cotação: 7,6 (5 votos)
Diretor(es): Eduardo Arias-Nath
Roteirista(s): Eduardo Arias-Nath
Elenco: Angélica Aragón, Álvaro Bayona, Cristina Dieckman, Gaby Espino, Dimas González, Seu Jorge, Jean Paul Leroux, José Longa, Ludwig Pineda, Edgar Ramirez, Marisa Román, Luigi Sciamanna, Rafael Uribe, Erich Wildpret
mais...
Estréia: 23.11.2007
SINOPSE
Histórias paralelas e fragmentadas são unidas pela relação entre o célebre ator Sebastián Castillo (Edgar Ramírez) e Galo Vidal (Erich Wildpret), um estilista frustrado. Os papéis se invertem por conta das decisões que cada um deles toma. A vida de Sebastián agora é um caos, ao passo que a de Galo é um sucesso. Suas vidas se cruzam novamente quando Sebastián pede ajuda a Galo, e ambos embarcam em uma viagem que colocará a amizade e suas vidas em jogo.
não dizia muita coisa. valeu arriscar.comi como espanhol, durante os créditos no
final, pensei ser argentino.
está explicado porque a venezuela ganha tantos concursos de miss: não aparece uma mulher feia, só tem perfeição.
voces sabem como sou exagerado, mas vejam e me digam se não é melhor do que os mais
famosos "histórias entrelaçadas": "shots curt/cenas da vida", de altmann; "magnólia"
de paul j. anderson; "pulp fction" do tarantino; a trilogia do alejandro g. inarritu
("amores brutos" - perdão, ainda é o melhor de todos); "crash" recente e premiado.
sei que é um rolo danado, mas não tem um furo de roteiro. seu jorge mata a páu como
coiote, c'aqueles beição roxo de chupador de buceta. agora observem na cena final,
quando o negociador, o picão, o tampa, que fotografava suas "vítimas"(ele não podia
tá em são paulo prá salvar a eloá), parte em disparada após ver a cagada que acabara
de fazer e seu chapéu cai, mostrando que ninguém está a salvo.
muito bom.
chico.
Elipsis
(Elipsis, Venezuela, 2006)
Títulos Alternativos: Ellipsis
Gênero: Crime, Drama, Suspense
Duração: 90 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Palavras-Chaves: Histórias paralelas, Histórias Fragmentadas, Ator, mais...
Produtora(s): Anthropolitan
Cotação: 7,6 (5 votos)
Diretor(es): Eduardo Arias-Nath
Roteirista(s): Eduardo Arias-Nath
Elenco: Angélica Aragón, Álvaro Bayona, Cristina Dieckman, Gaby Espino, Dimas González, Seu Jorge, Jean Paul Leroux, José Longa, Ludwig Pineda, Edgar Ramirez, Marisa Román, Luigi Sciamanna, Rafael Uribe, Erich Wildpret
mais...
Estréia: 23.11.2007
SINOPSE
Histórias paralelas e fragmentadas são unidas pela relação entre o célebre ator Sebastián Castillo (Edgar Ramírez) e Galo Vidal (Erich Wildpret), um estilista frustrado. Os papéis se invertem por conta das decisões que cada um deles toma. A vida de Sebastián agora é um caos, ao passo que a de Galo é um sucesso. Suas vidas se cruzam novamente quando Sebastián pede ajuda a Galo, e ambos embarcam em uma viagem que colocará a amizade e suas vidas em jogo.
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