ou o samba do crioulo doido versão western.
ed harris é há um bom tempo dos melhores atores do cinema americano. partiu prá
direção em "pollock", muito bem falado e pouco visto. agora, co-produziu, co-escreveu,
dirigiu e interpretou(com a competência de sempre, sóbrio, sério, econômico, convincente) este. aconselho-o a continuar à frente das câmeras. se bem que-a rigor-
a direção é boa, a desgraça está no roteiro e nos constrangedores diálogos. há vários
patéticos. no vagão do trem que transporta o fazendeiro assassino(jeremy irons,q.não
deve ter gostado nada da empreitada, não se dedicou, apesar da arrebatadora cena
inicial em que ele mata o xerife e seus dois auxiliares a sangue frio e como num passe de mágica) entra o velhinho bilheteiro(?)
e anuncia: "estamos chegando". alguém pergunta: "falta quanto tempo?" ao que responde
"uma hora". vai te fudê(desse jeito). e muitos outros.
ed e vigo chegam à cidade-título chamados pelo "sistema"(os velhos,ricos,poderosos
e covardes que seriam os donos comportados e politicamente corretos da aldeia não fosse a fúria assassina do jeremy, que pinta e borda: compra não paga, bebe idem, estupra,
rouba, toma, mata e vai cagando e andando)por sua fama de salvadores da pátria como
xerife e sub-delegado em outras situações idênticas; sua competência e eficiência.
o virgil do ed é um animal, burro e analfa, mas um monstro durão e frio, que não teme
a morte e portanto mata bem. o seu amigo, parceiro, consultor, conselheiro, braço-direito, boca de forno, anjo da guarda é tão bom quanto, até melhor por ser mais in-
teligente, sagaz e leal, ou seja o anjo protetor que todo mundo pediu a deus. esse
vigo tem crescido, ser dirigido duas vêzes seguidas por cronnemberg só lhe fez bem
e ele é o melhor do filme - em todos os sentidos e de qualquer ângulo.
o faroeste é o gênero americano por natureza e por isto é o maior. não pode ser
subvertido, reinventado ou qualquer coisa do tipo. todas as tentativas fracassaram
e não seria diferente agora. respeite o povo, porra. todos os elementos ali na mão,
história clássica( marca registrada do tipo), personagens ricos, boa reconstituição
de época, belas locações(novo méxico) valorizadas pela ótima fotografia... tudo
desperdiçado.
caralho! que diabo foi aquilo que que o ed e o outro roteirista fizeram com o personagem do irons? depois das duas fugas, ele volta à cidade, abre a porta e diz
pro xerife virgil: "é um prazer revê-lo" e aquele não lhe dá um tiro ou, na pior e
mais educada hipótese, não o prende? o filme acabou ali. tem outro momento-cagada
antes, na "aparição" rápida e desnecessária dos índios, que entram calados e saem mudos, após se venderem por um cavalo. vá-tomá-no-cu!
e o pior é que o ed chega a tirar um fino, há momentos bons, principalmente do vigo(quase irreconhecível no início, escondido atrás do bigodão e cavanhaque), seu
olhar perspicaz e seu inseparável rifle do tamanho do cão, sempre aos ombros.
a discussão/defesa da tese medo/falta de é muito interessante e bem feita.
mas falta ao filme credibilidade.
qui peste a renèe boca de pica-torta zellweger foi fazer ali? foder com os caras?
além de dar prá todo mundo? porque o ed não matou-a quando ela tava dando pro sequestrador no rio? são muitos furos.
talvez, no futuro mereça uma revista numa cópia honesta, esta "pira" do zé tá muito
falha, mordendo, mosaicando(às vêzes o povo está lá falando virado na boba e não
aparece a legenda ou só a metade).
quem viu? aceito defesa ou outras opiniões.
chico.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
"jogo de perdedores"
a releitura de "desafio à corrupção".
ao comentar sobre ele, quando de um e.mail do meu amigo roberto de matéria da isto é
sobre o cancer terminal do friend paul, sua saída do hospital para o seu rancho, fui
cruel e injusto(isto aqui é o mea culpa). vide blog ou e.m. da época, cerca de 3 me -
ses atrás.
o que será? é o momento, a hora, "os bofe", o fel, a bile, o azedume, "quiporra" é
isso?
revi-o - desta vez, todo, em suas duas horas e carquerada - ontem e hoje ao abrir o
blog, o e.m. do gabriel, deu vontade de fazer esta resenha, mas num deu tempo, vai
agora.
vou ser curto porque o carinha aí já disse tudo. entrei no google atrás da sinopse,
ficha técnica(depois eu mando) prá ver ano, curiosidades, etc., mas gostei tanto des-
ta leitura que vai ela.
na minha crítica, pequena, toques, dicas sobre os seus filmes, vistos por mim,
achei e cheguei a dizer: "bola fora, ele exibe aquele famoso sorriso toda hora, tempo
todo, à exaustão, na vitória, na derrota, no sucesso, no fracasso". putaquipariu!
quanta injustiça, nada disso. ele tá bem paporra. o sorriso é do personagem, cínico,
cauboy("onde mora", pergunta a bebinha manca; "por aí", responde o vencedor). eita
porra.... é não óia... é perdedor, segundo o cão/george c. scott(impressionante).
já para sarah, ele é um vencedor, afirma ela, quando ele, encucado, lhe conta o que
bert lhe jogou na cara: "é não, é inveja dele, porque não é como voce, não é bom no
que faz". vissse, viram? é o tal do maniqueísmo, o bem e o mal, às vêzes até caminhan
-do juntos. é foda, chega a ser bíblico. tá tudo lá: a culpa então, essa nossa grande
herança do catolicismo, chega a doer.
só faço - como não poderia deixar de ser -dois reparos ou complementos no texto do grande aí. primeiro:"recriminado violentamente". na verdade "os cara" deram um cacete
e quebraram seus polegares. pásifudê, é como se cortassem as mãos do schumacker,
arrancassem o terceiro olho(o do cu) do pelé, por aí. segundo: "trágico acontecimento
num quarto de hotel em louisville".ou meu filho - sei que voce não queria entregar o
filme - deixe de ser vaselina, ela se matou, porra, depois de beba, como sempre, ter
dado pro cão, porque o paul trocou-a por uma partida de sinuca.
sim, é preto-e-branco, mas voce vê(ou sente) o azulão dos óio do meu amigo.
a piper laurie(mãe doida de "carrie a estranha") mata a páu como a cachaceira de
respeito.(1). o jackie "fats" gleason, excelente, assim como george e todo o elenco.
"a cor do dinheiro" não amarra a chuteira. também... do merdinha scorcese.
(1)"encher a cara logo cedo na rodoviária". essa não conhecia não, num fiz ainda não.
agendei.
chico.
Marcelo Zambon (e-mail), Leitor do Adoro Cinema - Nota 10:
"O JOGO DA VIDA
De lamentável esse filme só tem o título em português : Desafio à Corrupção, totalmente inoportuno e infeliz em comparação ao original - The Hustler - que seria algo como profissional, pessoa enérgica. O profissional em questão é Eddie "Fast" Felson (Eddie Ligeiro) e sua habilidade é a sinuca. Paul Newman vive o jogador numa performance impressionante, amparado pela ótima Piper Laurie e pelos coadjuvantes George C. Scott e Jackie Gleason nesse filme espetacular dirigido e roteirizado por Robert Rossen (A Grande Ilusão). A excelente fotografia em preto e branco (premiada com o Oscar) é de um brilho todo especial.
O filme começa em um salão de sinuca quando Eddie chega do Kentucky com seu sócio, uma espécie de empresário nos seus jogos, Charlie a fim de desafiar o melhor jogador da região - Gordo Minnesota. O salão pára para o duelo dos dois jogadores que jogam por mais de 40 horas seguidas, num jogo estressante e cansativo com uma tensão presente em cada tacada. Eddie vencia o Gordo Minnesota que continuava a jogar seguindo ordens de seu sócio Bert Gordon (grande atuação de George C. Scott) que ao analisar a personalidade de Eddie concluiu que ele era um perdedor nato e orgulhoso e que era só esperar a hora de derrotá-lo, o que aconteceu ao fim das quarentas horas de jogo.
Bêbado e sem dinheiro, Eddie abandona seu sócio Charlie e vagueia pela cidade sem destino. Ele encontra Sarah (Piper Laurie), uma mulher solteira, perdida, sem motivações e desamparada que tem como passatempo encher a cara na rodoviária logo cedo do dia. Depois de dois encontros casuais, eles acabam se juntando, já que possuem muitas amarguras e desencantos em comum. A união de ambos se desenvolve bem por alguns dias, mas a falta de perspectivas, o medo do envolvimento sério e a obsessão de Eddie com a sinuca balançam seriamente o casal.
Eddie, em busca de dinheiro, joga por qualquer quantia em espeluncas da cidade e após derrotar impiedosamente um adversário em partidas consecutivas mostrando todo o seu extraordinário talento é recriminado violentamente pelos jogadores do bar. Enquanto se recupera na casa de Sarah, ele é procurado por Bert para patrocinar seus jogos de sinuca. Eddie aceita embarcar numa turnê com seu novo sócio e decide levar consigo Sarah após uma emocionante conversa. O relacionamento de Sarah e Bert é tumultuado desde o início, já que ela ama Eddie e não está nem aí para o jogo e Bert apenas visa lucro usando o talento de Eddie. O acordo dos dois é desfeito depois de um trágico acontecimento num quarto de hotel em Louisville.
Modificado e com nova personalidade, Eddie Felson volta ao salão de sinuca do início para desafiar novamente o Gordo Minnesota e aposta seus últimos trocados. Disposto a mostrar que é o melhor jogador de sinuca, ele simplesmente trucida o Gordo, não lhé dá a mínima chance e realiza jogadas impensáveis e improváveis. É contagiante a garra com que joga, a sua determinação em ganhar todas as partidas. É vibrante e estimulante ver o novo jogador que Eddie se transformou e como ele mesmo diz a Bert que acompanha o jogo : "Agora tenho algo mais que talento. Achei meu caráter num hotel de Louisville". Eddie não é mais o perdedor nato de outrora que não preservava nem as pessoas que o amavam; agora ele é o melhor, imbatível e sabe disso. É emocionante verificar a sua descoberta. Antes de deixar o recinto, Eddie fala que o Gordo é um grande jogador de sinuca e esse agradece. Essa maravilhosa cena final é antológica, o confronto psicológico dos dois personagens memorável e o jogo de s!
inuca se torna apenas o pano de fundo no jogo da vida. Repare que ainda no final, o diretor, inteligentemente, não corta logo a cena, talvez já prevendo um momento de reflexão do espectador.
O ponto forte do filme é o tocante relacionamento de Eddie e Sarah. Um casal injustiçado pela vida, marcado pelo lado marginal da sociedade e já incapazes de demonstrar amor por alguém. É triste e decepcionante conferir a baixa auto estima dos personagens que se afogam no universo trágico da bebida e não mostram força e desejo de sair do abismo que são as suas vidas. A escalação de todo elenco é fabulosa e muito bem feita, todos parecem perfeitos no papel e importantes na trama, não à toa que os quatro personagens principais foram indicados ao Oscar. George C. Scott e Jackie Gleason como atores coadjuvantes, Piper Laurie para atriz e Paul Newman que lastimavelmente perdeu o Oscar por essa atuação magnífica para Maximilian Schell por Julgamento em Nuremberg. A prova da terrível injustiça cometida pela Academia e o reconhecimento pelo personagem veio 25 anos depois, com o prêmio de melhor ator (único) pelo mesmo papel na "continuação" A Cor do Dinheiro dirigida por Martin Scor!
sese. É claro que todo mundo sabe, até o próprio Newman que o prêmio foi um evidente pedido de desculpa. O filme ganhou o Oscar de direção de arte e ainda concorreu a roteiro, direção e filme. Por atuações como em Desafio à Corrupção, que Paul Newman se confirmou, indiscutivelmente, como um dos maiores atores da história do cinema. Um filmaço!"
ao comentar sobre ele, quando de um e.mail do meu amigo roberto de matéria da isto é
sobre o cancer terminal do friend paul, sua saída do hospital para o seu rancho, fui
cruel e injusto(isto aqui é o mea culpa). vide blog ou e.m. da época, cerca de 3 me -
ses atrás.
o que será? é o momento, a hora, "os bofe", o fel, a bile, o azedume, "quiporra" é
isso?
revi-o - desta vez, todo, em suas duas horas e carquerada - ontem e hoje ao abrir o
blog, o e.m. do gabriel, deu vontade de fazer esta resenha, mas num deu tempo, vai
agora.
vou ser curto porque o carinha aí já disse tudo. entrei no google atrás da sinopse,
ficha técnica(depois eu mando) prá ver ano, curiosidades, etc., mas gostei tanto des-
ta leitura que vai ela.
na minha crítica, pequena, toques, dicas sobre os seus filmes, vistos por mim,
achei e cheguei a dizer: "bola fora, ele exibe aquele famoso sorriso toda hora, tempo
todo, à exaustão, na vitória, na derrota, no sucesso, no fracasso". putaquipariu!
quanta injustiça, nada disso. ele tá bem paporra. o sorriso é do personagem, cínico,
cauboy("onde mora", pergunta a bebinha manca; "por aí", responde o vencedor). eita
porra.... é não óia... é perdedor, segundo o cão/george c. scott(impressionante).
já para sarah, ele é um vencedor, afirma ela, quando ele, encucado, lhe conta o que
bert lhe jogou na cara: "é não, é inveja dele, porque não é como voce, não é bom no
que faz". vissse, viram? é o tal do maniqueísmo, o bem e o mal, às vêzes até caminhan
-do juntos. é foda, chega a ser bíblico. tá tudo lá: a culpa então, essa nossa grande
herança do catolicismo, chega a doer.
só faço - como não poderia deixar de ser -dois reparos ou complementos no texto do grande aí. primeiro:"recriminado violentamente". na verdade "os cara" deram um cacete
e quebraram seus polegares. pásifudê, é como se cortassem as mãos do schumacker,
arrancassem o terceiro olho(o do cu) do pelé, por aí. segundo: "trágico acontecimento
num quarto de hotel em louisville".ou meu filho - sei que voce não queria entregar o
filme - deixe de ser vaselina, ela se matou, porra, depois de beba, como sempre, ter
dado pro cão, porque o paul trocou-a por uma partida de sinuca.
sim, é preto-e-branco, mas voce vê(ou sente) o azulão dos óio do meu amigo.
a piper laurie(mãe doida de "carrie a estranha") mata a páu como a cachaceira de
respeito.(1). o jackie "fats" gleason, excelente, assim como george e todo o elenco.
"a cor do dinheiro" não amarra a chuteira. também... do merdinha scorcese.
(1)"encher a cara logo cedo na rodoviária". essa não conhecia não, num fiz ainda não.
agendei.
chico.
Marcelo Zambon (e-mail), Leitor do Adoro Cinema - Nota 10:
"O JOGO DA VIDA
De lamentável esse filme só tem o título em português : Desafio à Corrupção, totalmente inoportuno e infeliz em comparação ao original - The Hustler - que seria algo como profissional, pessoa enérgica. O profissional em questão é Eddie "Fast" Felson (Eddie Ligeiro) e sua habilidade é a sinuca. Paul Newman vive o jogador numa performance impressionante, amparado pela ótima Piper Laurie e pelos coadjuvantes George C. Scott e Jackie Gleason nesse filme espetacular dirigido e roteirizado por Robert Rossen (A Grande Ilusão). A excelente fotografia em preto e branco (premiada com o Oscar) é de um brilho todo especial.
O filme começa em um salão de sinuca quando Eddie chega do Kentucky com seu sócio, uma espécie de empresário nos seus jogos, Charlie a fim de desafiar o melhor jogador da região - Gordo Minnesota. O salão pára para o duelo dos dois jogadores que jogam por mais de 40 horas seguidas, num jogo estressante e cansativo com uma tensão presente em cada tacada. Eddie vencia o Gordo Minnesota que continuava a jogar seguindo ordens de seu sócio Bert Gordon (grande atuação de George C. Scott) que ao analisar a personalidade de Eddie concluiu que ele era um perdedor nato e orgulhoso e que era só esperar a hora de derrotá-lo, o que aconteceu ao fim das quarentas horas de jogo.
Bêbado e sem dinheiro, Eddie abandona seu sócio Charlie e vagueia pela cidade sem destino. Ele encontra Sarah (Piper Laurie), uma mulher solteira, perdida, sem motivações e desamparada que tem como passatempo encher a cara na rodoviária logo cedo do dia. Depois de dois encontros casuais, eles acabam se juntando, já que possuem muitas amarguras e desencantos em comum. A união de ambos se desenvolve bem por alguns dias, mas a falta de perspectivas, o medo do envolvimento sério e a obsessão de Eddie com a sinuca balançam seriamente o casal.
Eddie, em busca de dinheiro, joga por qualquer quantia em espeluncas da cidade e após derrotar impiedosamente um adversário em partidas consecutivas mostrando todo o seu extraordinário talento é recriminado violentamente pelos jogadores do bar. Enquanto se recupera na casa de Sarah, ele é procurado por Bert para patrocinar seus jogos de sinuca. Eddie aceita embarcar numa turnê com seu novo sócio e decide levar consigo Sarah após uma emocionante conversa. O relacionamento de Sarah e Bert é tumultuado desde o início, já que ela ama Eddie e não está nem aí para o jogo e Bert apenas visa lucro usando o talento de Eddie. O acordo dos dois é desfeito depois de um trágico acontecimento num quarto de hotel em Louisville.
Modificado e com nova personalidade, Eddie Felson volta ao salão de sinuca do início para desafiar novamente o Gordo Minnesota e aposta seus últimos trocados. Disposto a mostrar que é o melhor jogador de sinuca, ele simplesmente trucida o Gordo, não lhé dá a mínima chance e realiza jogadas impensáveis e improváveis. É contagiante a garra com que joga, a sua determinação em ganhar todas as partidas. É vibrante e estimulante ver o novo jogador que Eddie se transformou e como ele mesmo diz a Bert que acompanha o jogo : "Agora tenho algo mais que talento. Achei meu caráter num hotel de Louisville". Eddie não é mais o perdedor nato de outrora que não preservava nem as pessoas que o amavam; agora ele é o melhor, imbatível e sabe disso. É emocionante verificar a sua descoberta. Antes de deixar o recinto, Eddie fala que o Gordo é um grande jogador de sinuca e esse agradece. Essa maravilhosa cena final é antológica, o confronto psicológico dos dois personagens memorável e o jogo de s!
inuca se torna apenas o pano de fundo no jogo da vida. Repare que ainda no final, o diretor, inteligentemente, não corta logo a cena, talvez já prevendo um momento de reflexão do espectador.
O ponto forte do filme é o tocante relacionamento de Eddie e Sarah. Um casal injustiçado pela vida, marcado pelo lado marginal da sociedade e já incapazes de demonstrar amor por alguém. É triste e decepcionante conferir a baixa auto estima dos personagens que se afogam no universo trágico da bebida e não mostram força e desejo de sair do abismo que são as suas vidas. A escalação de todo elenco é fabulosa e muito bem feita, todos parecem perfeitos no papel e importantes na trama, não à toa que os quatro personagens principais foram indicados ao Oscar. George C. Scott e Jackie Gleason como atores coadjuvantes, Piper Laurie para atriz e Paul Newman que lastimavelmente perdeu o Oscar por essa atuação magnífica para Maximilian Schell por Julgamento em Nuremberg. A prova da terrível injustiça cometida pela Academia e o reconhecimento pelo personagem veio 25 anos depois, com o prêmio de melhor ator (único) pelo mesmo papel na "continuação" A Cor do Dinheiro dirigida por Martin Scor!
sese. É claro que todo mundo sabe, até o próprio Newman que o prêmio foi um evidente pedido de desculpa. O filme ganhou o Oscar de direção de arte e ainda concorreu a roteiro, direção e filme. Por atuações como em Desafio à Corrupção, que Paul Newman se confirmou, indiscutivelmente, como um dos maiores atores da história do cinema. Um filmaço!"
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Speed racer

Meu pai falava muito do seriado de TV em desenho animado, mas eu não era vivo ainda. Mas quando eu assisti o filme... foi incrivel, muito bom. Com graficos legais, que misturavam a realidade com desenho computadorizado, (não sei o que eu falei, mas foi sobre grafico de computador). Foi dos mesmos criadores de "Matrix"... então já dá pra saber que é bom.
Bem, eu gostei do filme, porque ele falava sobre um garotinho que acreditava muito que um dia ele se tornaria um grande corredor de corrida de carros (seguindo o exemplo de seu irmão Rex, que morrera em um acidente de carro).
O dono das empresas Rowiton (sei lá qual é o nome da empresa) ameaçou a família Racer, fazendo com que Speed fosse obrigado a correr no Rali Casa Cristo (para conseguir um patrocinio para incriminar Rowiton) onde seu irmão morreu. Quando tudo acabou Speed não conseguiu o papel da incriminação do Rowiton.
Depois de algum tempo ele ganhou um convite para correr na Copa Mundial, ele ganhou e Rowiton foi incriminado. E Speed conseguiu limpar a honra de sua família.
Esse foi meu primeiro depoimento, espero que vocês da família Cardoso tenham gostado.
Obrigado...
Gabriel
REFLEXOS DA INOCÊNCIA

Com James Bond
Filme bom. Bem feito. Britânico. Não conheço o diretor, mas o 007 está tranquilo, esforçado e tentando ser profissional. Fazer o que o pai do Indiana Jones e o Bond anterior fizeram, papéis simultâneos pra mostrar que são atores. O primeiro é o cão. (pai do Indiana é uma maneira de dizer que todos temos pena e respeito pelo comandante sem escrúpulos de guerra nas estrelas, presidente Ford). Numa dessas sátiras de filmes de terror que eu vejo com o Gabriel, o presidente se remete ao presidente Ford, que, na parede, aparece como o próprio Harrison. kkkkkk
O cara é um playboy antes dos 50 anos. O filme não tem cara nenhuma de flashback. Quando começa.
Parece um desses modernos, sobre comportamento. Só que a vida do cara já diz que ele é um traumatizado. E aí vem o passado. Aí o filme cresce.
Interessante. Dá pra ver bem.
Aproveitando o momento e as férias, proponho uma sessão cinebrasil o quanto antes. A Gruta está à disposição, mas podemos variar. (eita frase da gota - que é que é isso!).
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
"armada do cão"
vi pouco mais da metade final ou uma hora de filme, dá para falar.
me assustou e impressionou. muito bom. esqueça bobagens como "anjo malvado" do macauley, os dois com o de niro, o do greg kinnear e outros.
agora, ou porra, lendo a sinopse, estranhei em "palavras chave": abuso sexual.
não tem ou não vi, a não ser que seja no começo. vou ter que rever. loquem aí e
marquem uma "in vinno".
bom....o menino é de uma passividade, uma frieza que só os sociopatas teem.ótimo
ator. coitado do haley joel osment(e pior ainda pra senescência do spielberg ao tê-lo
escolhido para o "a.i.").
o sam rockwell(em minha resenha de "quantum" esqueci de citar que na primeira aparição de greene/mathieu, lembrei dele) foi o melhor desempenho de "a espera de um milagre", onde todo elenco está perfeito, magnificamente dirigido pelo darabont. foi
a única vez que o vi e num pedaço do primeiro"as panteras", brincadeira, desperdício.
que papel difícil: a mulher doida(com licença da má palavra), depressiva, depressão pós parto, a segunda filha chora noite e dia, e o cãozinho toca piano com uma classe
de pouca gente grande. drama da porra. nada de sustinho de merda, tipo abriu a porta o gato pulou, nada, nada disso, nada é gratuito. terror psicológico. o cara, o pai é
humano, começa a jogar duro, se fode. o filme é tão barra pesada, tão cru, que nós
expectadores somos expulsos da sala sem maiores delongas(ai), explicações nem lógica,
final feliz, conclusivo ou pior, aquelas baboseiras e firulas psicológicas de merda
que acontecem na maioria destes casos.
chico.
Joshua - Filho do Mal
(Joshua, 2007)
» Direção: George Ratliff
» Roteiro: George Ratliff, David Gilbert
» Gênero: Suspense/Terror
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 106 minutos
» Tipo: Longa
» Trailer: clique aqui
» Site: clique aqui
» Sinopse: Joshua é o filho mais velho de uma típica família norte-americana. Com o nascimento de sua irmã mais nova, o garoto vira um psicopata para chamar a atenção de seus pais e professores. Sem demonstrar nenhuma culpa, mata animais com frieza e tortura a própria família com jogos psicológicos e perigosas ameaças. Os pais do garoto entram em conflito para decidir o que farão com o pequeno delinqüente.
» Palavras-chave: abuso sexual, infância, psicopata
» Elenco ::.
- Ator/Atriz Personagem
- Sam Rockwell clique para ver o perfil Brad Cairn
- Vera Farmiga Abby Cairn
- Jacob Kogan Joshua Cairn
- Celia Weston Hazel Cairn
- Dallas Roberts Ned Davidoff
- Michael McKean Chester Jenkins
- Nancy Giles Betsy Polsheck
- Linda Larkin Srta. Danforth
|| fotos ::.
me assustou e impressionou. muito bom. esqueça bobagens como "anjo malvado" do macauley, os dois com o de niro, o do greg kinnear e outros.
agora, ou porra, lendo a sinopse, estranhei em "palavras chave": abuso sexual.
não tem ou não vi, a não ser que seja no começo. vou ter que rever. loquem aí e
marquem uma "in vinno".
bom....o menino é de uma passividade, uma frieza que só os sociopatas teem.ótimo
ator. coitado do haley joel osment(e pior ainda pra senescência do spielberg ao tê-lo
escolhido para o "a.i.").
o sam rockwell(em minha resenha de "quantum" esqueci de citar que na primeira aparição de greene/mathieu, lembrei dele) foi o melhor desempenho de "a espera de um milagre", onde todo elenco está perfeito, magnificamente dirigido pelo darabont. foi
a única vez que o vi e num pedaço do primeiro"as panteras", brincadeira, desperdício.
que papel difícil: a mulher doida(com licença da má palavra), depressiva, depressão pós parto, a segunda filha chora noite e dia, e o cãozinho toca piano com uma classe
de pouca gente grande. drama da porra. nada de sustinho de merda, tipo abriu a porta o gato pulou, nada, nada disso, nada é gratuito. terror psicológico. o cara, o pai é
humano, começa a jogar duro, se fode. o filme é tão barra pesada, tão cru, que nós
expectadores somos expulsos da sala sem maiores delongas(ai), explicações nem lógica,
final feliz, conclusivo ou pior, aquelas baboseiras e firulas psicológicas de merda
que acontecem na maioria destes casos.
chico.
Joshua - Filho do Mal
(Joshua, 2007)
» Direção: George Ratliff
» Roteiro: George Ratliff, David Gilbert
» Gênero: Suspense/Terror
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 106 minutos
» Tipo: Longa
» Trailer: clique aqui
» Site: clique aqui
» Sinopse: Joshua é o filho mais velho de uma típica família norte-americana. Com o nascimento de sua irmã mais nova, o garoto vira um psicopata para chamar a atenção de seus pais e professores. Sem demonstrar nenhuma culpa, mata animais com frieza e tortura a própria família com jogos psicológicos e perigosas ameaças. Os pais do garoto entram em conflito para decidir o que farão com o pequeno delinqüente.
» Palavras-chave: abuso sexual, infância, psicopata
» Elenco ::.
- Ator/Atriz Personagem
- Sam Rockwell clique para ver o perfil Brad Cairn
- Vera Farmiga Abby Cairn
- Jacob Kogan Joshua Cairn
- Celia Weston Hazel Cairn
- Dallas Roberts Ned Davidoff
- Michael McKean Chester Jenkins
- Nancy Giles Betsy Polsheck
- Linda Larkin Srta. Danforth
|| fotos ::.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
"o amor é lindo"
já vi várias vêzes e agora a meia hora final no tcc. melhor papel de gere, esse paul shraeder é muito bom.
legal não, "curiosidades" da wiki?superman e travolta seriam bola-fora,julie christie
é mais atriz, seria melhor, mas lauren, ainda modêlo, com a boca já troncha de plástica, está muito bem como a ricaça super-sexy.
sobre recusas, o maior mico foi o de "indiana jones", recusado pelo gayzão de magnum.
chico.
American Gigolo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
American Gigolo
American gigolo (PT)
Gigolô americano (BR)
Estados Unidos
1980 ı cor ı 117 min
Dire[c]ção Paul Schrader
Elenco Richard Gere
Lauren Hutton
Nina Van Pallandt
Roteiro/Guião Paul Schrader
Género drama
Idioma inglês
sueco
IMDb
American Gigolo (br: Gigolô americano — pt: American Gigolo) é um filme estadunidense de 1980, do gênero drama, dirigido por Paul Schrader e baseado no filme de 1959 Pickpocket, de Robert Bresson.
Índice
[esconder]
* 1 Sinopse
* 2 Elenco
* 3 Principais prêmios e indicações
* 4 Curiosidades
* 5 Ligações externas
[editar] Sinopse
Julian Kaye vive em Beverly Hills e é um dos gigolô mais bem pagos da cidade, atendendo mulheres sofisticadas, ricas e entediadas. Mas quando ele se envolve com Michelle Stratton, a esposa de um político, acaba sendo acusado do assassinato de outra cliente.
[editar] Elenco
* Richard Gere .... Julian Kaye
* Lauren Hutton .... Michelle Stratton
* Hector Elizondo .... detetive Sunday
* Nina Van Pallandt .... Anne
* Bill Duke .... Leon
* Brian Davies .... Charles Stratton
* K Callan .... Lisa Williams
* Tom Stewart .... Sr. Rheiman
* Patricia Carr .... Judy Rheiman
* David Cryer .... tenente Curtis
* Carole Cook .... Sra. Dobrun
* Carol Bruce .... Sra. Sloan
* Frances Bergen .... Sra. Laudner
* Macdonald Carey .... ator de Hollywood
* William Dozier .... advogado de Michelle
Portal A Wikipédia possui o(s) portal(is):
Portal de cinema
{{{Portal2}}}
{{{Portal3}}}
{{{Portal4}}}
{{{Portal5}}}
[editar] Principais prêmios e indicações
Globo de Ouro 1981 (EUA)
* Recebeu duas indicações, nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original (Call Me, da banda Blondie).
[editar] Curiosidades
* O personagem "Julian Kaye" foi oferecido ao ator Christopher Reeve, que receberia um milhão de dólares pelo trabalho, mas ele recusou.
* O papel de "Julian Kaye" foi oferecido a John Travolta, que também recusou. Alegou que o papel era "ousado demais".
* Giorgio Armani cuidou do figurino do personagem de Richard Gere.
* Julie Christie foi originalmente contratada para o papel de mulher do político, mas quando John Travolta foi escolhido para o principal papel masculino, ela desistiu do projeto, e quando Richard Gere foi contrado, ela não foi convidada outra vez, sendo substituída por Lauren Hutton.
* Lauren Hutton já tinha uma carreira consagrada como top model (da famosa agência Ford Models) quando começou a atuar. Entre seus trabalhos como modelo destacam-se a gigante dos cosméticos Revlon e a grife Chanel.
legal não, "curiosidades" da wiki?superman e travolta seriam bola-fora,julie christie
é mais atriz, seria melhor, mas lauren, ainda modêlo, com a boca já troncha de plástica, está muito bem como a ricaça super-sexy.
sobre recusas, o maior mico foi o de "indiana jones", recusado pelo gayzão de magnum.
chico.
American Gigolo
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American Gigolo
American gigolo (PT)
Gigolô americano (BR)
Estados Unidos
1980 ı cor ı 117 min
Dire[c]ção Paul Schrader
Elenco Richard Gere
Lauren Hutton
Nina Van Pallandt
Roteiro/Guião Paul Schrader
Género drama
Idioma inglês
sueco
IMDb
American Gigolo (br: Gigolô americano — pt: American Gigolo) é um filme estadunidense de 1980, do gênero drama, dirigido por Paul Schrader e baseado no filme de 1959 Pickpocket, de Robert Bresson.
Índice
[esconder]
* 1 Sinopse
* 2 Elenco
* 3 Principais prêmios e indicações
* 4 Curiosidades
* 5 Ligações externas
[editar] Sinopse
Julian Kaye vive em Beverly Hills e é um dos gigolô mais bem pagos da cidade, atendendo mulheres sofisticadas, ricas e entediadas. Mas quando ele se envolve com Michelle Stratton, a esposa de um político, acaba sendo acusado do assassinato de outra cliente.
[editar] Elenco
* Richard Gere .... Julian Kaye
* Lauren Hutton .... Michelle Stratton
* Hector Elizondo .... detetive Sunday
* Nina Van Pallandt .... Anne
* Bill Duke .... Leon
* Brian Davies .... Charles Stratton
* K Callan .... Lisa Williams
* Tom Stewart .... Sr. Rheiman
* Patricia Carr .... Judy Rheiman
* David Cryer .... tenente Curtis
* Carole Cook .... Sra. Dobrun
* Carol Bruce .... Sra. Sloan
* Frances Bergen .... Sra. Laudner
* Macdonald Carey .... ator de Hollywood
* William Dozier .... advogado de Michelle
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[editar] Principais prêmios e indicações
Globo de Ouro 1981 (EUA)
* Recebeu duas indicações, nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original (Call Me, da banda Blondie).
[editar] Curiosidades
* O personagem "Julian Kaye" foi oferecido ao ator Christopher Reeve, que receberia um milhão de dólares pelo trabalho, mas ele recusou.
* O papel de "Julian Kaye" foi oferecido a John Travolta, que também recusou. Alegou que o papel era "ousado demais".
* Giorgio Armani cuidou do figurino do personagem de Richard Gere.
* Julie Christie foi originalmente contratada para o papel de mulher do político, mas quando John Travolta foi escolhido para o principal papel masculino, ela desistiu do projeto, e quando Richard Gere foi contrado, ela não foi convidada outra vez, sendo substituída por Lauren Hutton.
* Lauren Hutton já tinha uma carreira consagrada como top model (da famosa agência Ford Models) quando começou a atuar. Entre seus trabalhos como modelo destacam-se a gigante dos cosméticos Revlon e a grife Chanel.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
XIII, A CONSPIRAÇÃO - Golpe patológico

A história é velha, conhecidíssima. Na ficção e na vida real. Atentado mortal contra um (aqui, uma) presidente americano. O assassinato é apenas o início de uma novela complicada. Neste novíssimo filme de DUANE CLARK (de "DARK ANGEL", que ainda não vi)a presidente é assassinada a mando do próprio irmão, que chefia uma quadrilha de fascistas, que querem tomar o poder, mesmo usando a democracia - e o voto, como fachada. O roteiro explora a história da organização. Todos os seus membros possuem codinome numérico, tendo seu número (em algarismos romanos) tatuado no pescoço e estão espalhados em altos cargos da máquina governamental, inclusive militar. O homem escolhido para matar a presidente é o XIII. Após o atentado ele é eliminado. Aí, entra a contra-espionagem oficial, induzindo a que todos pensassem que ele havia sobrevivido, colocando em seu lugar um sósia de laboratório, que passou por várias cirurgias para se assemelhar ao verdadeiro. O "novo" XIII aparece com amnésia, uma vontade louca de recuperar sua própria história e com uma missão: Identificar o restante do banco. Conseguirá ele detonar essa turma? (o epílogo sugere uma continuação). Ação e suspense, com boas cenas de luta corporal de STEPHEN DORFF (no papel do infiltrado), bom ator americano, pouco aproveitado pelos grandes estudios (o cara é uma máquina de briga), e um VAL KILMER (o braço bandido dos criminosos) insosso, meio gorducho. Vale a pena, mas sem grandes compromissos.
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