segunda-feira, 30 de agosto de 2010

De: Chico Dias Cardoso Filho
Data: 29 de agosto de 2010 08:30
Assunto: Fwd: "registros históricos do cinema"
Para: Chico Dias Cardoso Filho



meninada: este foi o primeiro.
vamos às correções:
-4 - é claro que é audrey.
-7 - faltou o l de marlon.
e o correto é reticências.

ki passatempo bom da porra.
chico.
- Mostrar texto das mensagens anteriores -

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Chico Dias Cardoso Filho
Data: 27 de agosto de 2010 08:31
Assunto: "registros históricos do cinema"
Para: Roberto Besouchet Malta , José Carlos Cardoso



bob: majudaki, gosto muito desse site widelec(russo ou ucraniano), mas ele não legenda/identifica as fotos; como achei interessante estas, saí dando nome aos bois;
confira aí e complete as reticcencia, ok? é que quero postar no cine brasil.
abç.
chico.

zé: tava anexando(faltam mais de 20 ainda), vi que o desse tava com um s só, vim, pus o outro e ao voltar para "anexar outro arquivo", não vai de jeito nenhum. e aí?





12 anexos — Baixar todos os anexos (zipado para
Português
Menu de codificação de nome de arquivo
) Exibir todas as imagens
300 anos de amor no mesmo casamento.jpg 300 anos de amor no mesmo casamento.jpg
166K Visualizar Baixar
frank e a orquesta de tommy dorsey.jpg frank e a orquesta de tommy dorsey.jpg
199K Visualizar Baixar
a própria.jpg a própria.jpg
111K Visualizar Baixar
adreyç hepburn e mel ferrer.jpg adreyç hepburn e mel ferrer.jpg
213K Visualizar Baixar
arthur miller & marilyn monroe.jpg arthur miller & marilyn monroe.jpg
150K Visualizar Baixar
esse arthur só pensava naquilo.jpg esse arthur só pensava naquilo.jpg
228K Visualizar Baixar
maron brando em espíritos indômitos.jpg maron brando em espíritos indômitos.jpg
138K Visualizar Baixar
brando.jpg brando.jpg
197K Visualizar Baixar
paul newman & joanne woodward.jpg paul newman & joanne woodward.jpg
160K Visualizar Baixar
marlon brando e coadj..jpg marlon brando e coadj..jpg
137K Visualizar Baixar
o verdadeiro casal 20.jpg o verdadeiro casal 20.jpg
206K Visualizar Baixar
o amor é lindo.jpg o amor é lindo.jpg
168K Visualizar Baixar
Responder

Encaminhar

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

"o velho e o novo - photoshopp"

como voces já sabem:
1-brad pitt e elizabeth taylor
2-leonardo de caprio e carmem miranda
3-george clooney e grace kellly
4-clark gable e natalie portman
5-scarlet johanson e burt lancaster
6-lauren baccal e o carinha de "crepúsculo"esqueço o nome, quando minha filha chegar da escola, pergnto.
7-angelina jolie e elvis presley
8-clark gable(sem bigode, é) e madona
9-claudia schiffer e peter sellers
10-robert downey junior e joan crawford.

interessante a tecnologia, né. é, mas no ig onde achei esta pérola, há dois erros:
na 5 - eles listam s.j e carry grant.
e na 8-james stewart e madona.
ou seja, ainda tem vaga prá mim por aí, mesmo nesse mundo digital.
chico.


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Chico Dias Cardoso Filho
Data: 23 de agosto de 2010 16:54
Assunto: Fwd: "o velho e o novo"
P





10 anexos — Baixar todos os anexos Exibir todas as imagens
7712136.casais_antigos_1gente___fotos_432_342.jpg 7712136.casais_antigos_1gente___fotos_432_342.jpg
135K Visualizar Baixar
7712137.casais_antigos_1gente___fotos_433_357.jpg 7712137.casais_antigos_1gente___fotos_433_357.jpg
99K Visualizar Baixar
7712138.casais_antigos_1gente___fotos_433_385.jpg 7712138.casais_antigos_1gente___fotos_433_385.jpg
76K Visualizar Baixar
7712139.casais_antigos_1gente___fotos_433_549.jpg 7712139.casais_antigos_1gente___fotos_433_549.jpg
116K Visualizar Baixar
7712141.casais_antigos_1gente___fotos_433_356.jpg 7712141.casais_antigos_1gente___fotos_433_356.jpg
91K Visualizar Baixar
7712142.casais_antigos_1gente___fotos_433_324.jpg 7712142.casais_antigos_1gente___fotos_433_324.jpg
103K Visualizar Baixar
7712143.casais_antigos_1gente___fotos_433_302.jpg 7712143.casais_antigos_1gente___fotos_433_302.jpg
99K Visualizar Baixar
7712144.casais_antigos_1gente___fotos_433_323.jpg 7712144.casais_antigos_1gente___fotos_433_323.jpg
87K Visualizar Baixar
7712145.casais_antigos_1gente___fotos_433_553.jpg 7712145.casais_antigos_1gente___fotos_433_553.jpg
173K Visualizar Baixar
7712147.casais_antigos_1gente___fotos_429_417.jpg 7712147.casais_antigos_1gente___fotos_429_417.jpg
119K Visualizar Baixar
Responder

"dogville"

vez em quando passa, eu espiava e saía, nunca botei fé por ser feito num palco.
ontem encarei, após a volta da energia, meia-noite, já tinha começado e devo ter visto no máximo uma duas horas de seus 177 minutos. gostei do que vi.
prá quem é apressado, chega a achar certos filmes arrastados, outros longos demais
e ainda classifica filmes por gênero, é melhor não se aventurar.
não estudei cinema nem tenho cacife prá discutir com o ótimo daniel aí embaixo,
nem entraria em discussões técnicas, tecnicismo, mas o diretor é bom, cresceu um
bocado e fez um grande filme. o ser humano é uma fonte inesgotável de pobreza/
fraqueza, preconceito, hipocrisia, e é disso que o filme trata, aí parece um "policial" sem tiros ou explosões mas cheio de suspense, revolta nossa, espectador.
nicole kidman, apesar de linda, mostra de novo ser uma grande atriz e o elenco de apoio é perfeito, incluindo o stelann skaasgard, não citado pelo cobra aí.
vai se arriscar? comente, então.
chico.



A VOZ DA CONSCIÊNCIA

Por DANIEL SCHENKER WAJNBERG
27/1/2004

As primeiras imagens de Dogville , captadas por uma câmera trêmula e “imprecisa” que pode gerar uma sensação de claustrofobia no espectador, remetem à desestabilização apresentada por Lars Von Trier em filmes como Os Idiotas e Ondas Do Destino . No entanto, este desconforto é minimizado no decorrer da projeção. Ainda que permaneça certa estranheza pelo fato de toda a ação se passar em cima de um palco, o cineasta confirma o seu momento de aquietação.

Assim como Dançando No Escuro , Dogville não representa uma ameaça à segurança do público. Em ambos os trabalhos (principalmente, no filme protagonizado por Bjork), Trier abre margem para leituras ligadas ao contexto externo, menos custosas do que as direcionadas para as mazelas humanas. Primeira parte de uma trilogia intitulada América , Dogville segue o recurso de falar da atualidade (“O país todo se sairia melhor se houvesse mais aceitação”, afirmam) através de um distanciamento temporal. Se por um lado seria injusto dizer que a produção se esgota em sua natureza política, por outro o objetivo final não parece estar na complexidade dos personagens, como aconteceu em Os Idiotas , que, ao mostrar as dificuldades enfrentadas pelos componentes de uma comunidade para manter um posicionamento de agressiva alienação diante do mundo, não privilegiava a oposição de poucos frente ao esquema social e sim a agonia destes ao perceberem que dificilmente conseguiriam sustentar uma proposta tão radical, por mais fervorosa que fosse a crença envolvida, para além da fronteira da lógica interna do grupo.

Ao procurar um novo equilíbrio, valorizando mais os feitos exteriores do que as repercussões internas causadas por eles, Lars Von Trier perdeu a perfeita noção da forma como consequência do conteúdo. Mesmo que repleto de qualidades, Dogville não traz justificadas todas as opções de seu realizador. Ao ambientar o filme em cima de um palco, Trier não assume uma teatralidade e nem busca um contraste entre a aridez cênica e os recursos cinematográficos. Sua intenção em não fornecer a geografia convencional de uma pequena e esquecida cidade parece se resumir à preocupação de estabelecer um código de convenções com o espectador, sempre necessário quando se está diante de um espetáculo teatral, e de quebrar com a realidade fornecida pelo cinema. É como se trocasse a artificialidade do real por uma artificialidade assumida.

Há uma ponte evidente com as limitações libertadoras pregadas no manifesto Dogma 95, que aproximavam o cinema do teatro centrando o acontecimento artístico na figura do ator. Mas sem a mesma precisão. O cineasta evoca o cinema nas tomadas panorâmicas e na presença de carros sobre o palco (ainda que eles já tenham aparecido em algumas montagens) e o teatro na cenografia, no close nos rostos dos atores e em ocasionais marcações assumidas (mas longe da aridez de A Eternidade E Um Dia , de Theo Angelopoulos); contudo, suas motivações deixam a impressão de derivarem de escolhas de ordem estética e a gramática de cada manifestação não é aproveitada nas suas possibilidades, a exemplo da iluminação que, a não ser em poucas passagens (como a entrada da Grace interpretada por Nicole Kidman) nas quais atinge alguma significação maior, fica restrita à função de demarcar gradações diferentes entre a rua e o interior das habitações e de sinalizar dia e noite.

A rigor, Lars Von Trier só revela uma inquietação “preenchida” no modo como sua câmera se aproxima dos personagens/atores, como que procurando anunciar um descompasso entre rostos e corações e, consequentemente, a pouca admiração do diretor em relação ao ser humano. “Esta cidade apodreceu – e de dentro para fora”, anunciam, num determinado momento.

Ao se deparar com figuras mergulhadas na penumbra, Grace fica perplexa ao abrir uma cortina. Se seus esforços em trazer os moradores de Dogville à luz da verdade se frustram, isto se dá em virtude de todos, inclusive ela, serem ignorantes em relação a si mesmos e estarem comprometidos com o mecanismo da loucura, preocupados tão-somente em suas defesas pessoais e, por conseguinte, “afastados, cada vez mais, da própria consciência” – a narração, a cargo de John Hurt, assume a perspectiva da voz de consciências defendidas.

Não por acaso, a consciência é trabalhada durante boa parte da projeção de Dogville como um estado de despertar superficial, como o de Grace ao acordar na carroça ainda atada a um otimismo fanático resultante de uma condescendência pré-fabricada e de uma necessidade de ser salva. Lars Von Trier intenta se utilizar desta esfera propositadamente pouco profunda ao invés de se deixar levar por ela mas é fato que, desde Dançando No Escuro , passou a se valer da mais gritante manipulação emocional como arma intelectual na sensibilização de espectadores protegidos por hábito dos golpes melodramáticos da indústria cinematográfica. O desejo de manipular ferramentas na tentativa de adquirir poder sobre o espectador fez com que Trier perdesse a mestria em, como diz Tom Edison Jr. (Paul Bettany), “ver através”, trocando a transcendência pela encenação dela. Interessante notar, as palavras foram colocadas na boca de um personagem com dificuldade de assumir seus atos, algo que talvez expresse um pouco da indefinição de Dogville .

Sem investir numa abordagem psicanalítica, o diretor, ao contrário, escolhe um desfecho que, de certo modo, leva o espectador a se sentir vingado por se ver diante de uma protagonista capaz de ostentar seu poder diante do mundo ao invés de se conformar com a idéia de que deve tratar de mudar a si mesma e não esperar que tudo ao redor se modifique em virtude de sua vontade ou de seu justo rancor. Lars Von Trier, porém, incorre num certo moralismo ao tornar criminosa a raiva de sua personagem e, paradoxalmente, estimula a perversão da platéia ao forçar uma adesão entre o público e Grace, a nova heroína da vitrine de seu cinema. Mas, manobras à parte, o diretor deixa espaço para o público descascar a docilidade perversa de Dogville e, novamente como Grace, “ver por um outro ângulo”.

Esta possibilidade não é suplantada por uma narração – em que pese o seu teor descritivo e a sua ambição hipnótica (já buscada em Europa , via a entonação de Max Von Sydow) – que contribui para a criação de um tom fabular cada vez mais contrastante à medida que o filme avança. O trabalho com os atores também parece ter sido direcionado nesse sentido e a voz melodiosa e monocórdia de Nicole Kidman só contrasta com o texto da parte final. Dona de uma personagem previsível, calcada na camuflagem de um alto grau de agressividade por trás de uma civilidade apenas aparente, Patricia Clarkson é o grande destaque de um elenco estelar que conta com as presenças de, entre outros, Lauren Bacall, Harriet Andersson, Ben Gazarra, Chloe Sevigny e Paul Bettany (bem, em especial na construção dos constantes atos falhos de Tom Edison Jr.).

# DOGVILLE (Dogville)
Dinamarca/Suécia/França/Noruega/Holanda/Finlândia/Alemanha/Itália/Japão/Estados Unidos/Inglaterra, 2003
Direção e roteiro: LARS VON TRIER
Produção: VIBEKE WINDELOV
Fotografia: ANTHONY DOD MANTLE
Elenco: NICOLE KIDMAN, PAUL BETTANY, PATRICIA CLARKSON, LAUREN BACALL, HARRIET ANDERSON, BEN GAZARRA
Duração: 177 minutos



Voltar




Conheça os críticos que criaram o site e sua proposta.


Clique aqui para ler novidades atualizadas a qualquer momento.


Confira o que os leitores têm a nos dizer (e nossas respostas a eles).

Para pesquisar todo o conteúdo do site, digite a palavra desejada e leia os textos relacionados.
Todo o conteúdo © 2002 Críticos.com.br. Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"flame & citron"

guerra crua. dois caba de cunhão. bota quiba nisso.
segunda guerra mundial, dinamarca anexada e há o colaboracionismo de alguns e uma
resistencia ferrenha "pela pátria", bem diferente da badalada resistencia francesa,
aquela merda. nada de exército nem grupo, são dois assassinos frios a executar os nazi da gestapo. dá gosto de ver. quem faz o citron é aquele mads middelsen, o vilão
do penultimo 007(o da eva grenn, esqueço o nome), excelente ator. o resto não conheço, mas o lourinho que faz o flame é tão bom quanto.
curiosidade: a barbara(brocolli, aquela minha amiga que produz os 007) pescou dois atores deste filme, o mads e outro que não identifiquei o nome(que faz o papel do pai de flame e só aparece em uma cena) que faz o vilão-mor, winter um velho branco que mata a green e o james só o pega no final, em sua mansão nos lagos suiços e pronuncia seu chachá verbal "my name is bond, james bond", antes de detoná-lo.
guera é guerra.
agora ninguém fala nada, não posta, nem comenta. aí é foda.
chico.



Sapo Cinema
Pesquisar
Menu

* Início
* Magazine
* Em Cartaz
* Estreias
* CineGuia
* Videos
* Galerias
* Passatempos

Menu CineGuia

* Filmes
* Pessoas
* Citações

Seu nome
Seu email
Nome do seu amigo
Email do seu amigo
Mensagem
Os dados introduzidos não serão guardados, sendo apenas utilizados para o envio do email.
Filme
Comentários Imprimir Enviar
Menu de conteúdos de «Flame & Citron - Os Resistentes»

* Resumo
* Detalhes
* Multimedia

Título: Flame & Citron - Os Resistentes Título Original: Flammen & Citronen
Poster de «Flame & Citron - Os Resistentes»
Blogar Filme

Classificação:M16
País:

* Dinamarca

Ano: 2008
Género:

* Thriller

Duração: 130m

Sessões

Trailer Trailer

Meo Disponível no meo Videoclube

Site Consultar Site Oficial
Ficha Técnica

*
Realização:
o
Nome: Ole Christian Madsen

*
Interpretação:
o
Nome: Mads Mikkelsen
País:

Dinamarca

Nasceu a: 22-11-1965

biografia
o
Nome: Peter Mygind

o
Nome: Stine Stengade

o
Nome: Thure Lindhardt

*
Argumento:
o
Nome: Ole Christian Madsen

Sinopse

A história de dois heróis da resistência dinamarquesa à ocupação Nazi. Flammen e Citronen são os nomes de código de dois assassinos dinamarqueses incumbidos de matar todos aqueles que colaboram com o exército alemão. Recebem as ordens dum homem que diz ter o apoio de Inglaterra, mas a conspiração vai mais longe do que os dois possam imaginar.

domingo, 8 de agosto de 2010

"inimigo público nº 1 - 1 e 2"

como criticar, bater, saber bater é minha maior virtude e me estimla, ponho essa resenha aí desse renato, tremenda bola-fora. veja o fechamento. falso moralismo: tem que ter feito algo de extraordinário para merecer dois filmes!? vai dá, porra. o
cara era um criminoso e pronto. ponto. raça que mais tem no planeta terra, no mundo todo, no brasil, em brasilia.
é o dillinger da frança, inclusive tem um filme americano com este nome, dos anos 70, com warren oates no papel título. vi recentemente este novo com depp como dill. e bale como o agente do fbi, não gostei, achei fraco.
este, não. é do caralho. como não estava ligado, só vi menos da metade final do primeiro(o cult exibiu os dois juntos, em seguida). o segundo vi todo e gostei muito. o cassel tá impressionante, assustador, botando carga máxima e cunhão no mesrine, que não tem medo de nada, rouba banco como se tivesse entrando no cinema
e mata policial como se fosse mosca. inda(de ainda) tem umas tiradas da porra: perguntado pela paris match(é... ele era famaoso, uma lenda viva, um ícone na frança)
porque ele era assim, declara: "porque nunca estive afim de ser escravo do despertador, trabalhar para enricar o sistema, ver uma coisa linda numa vitrine que
eu quero e só poder comprar daqui a 10 meses". ele manda ver, detona o tempo todo
e é campeão de fugas. só gosta de champanhe e mulher bonita. é o cara.
seu contraponto que eu diria contra-peso é mathieu amalric(?) o vilão que elevou o último 007 à décima potencia. se abra com a cena em que jacques(o mesrine) puxa conversa com ele na quadra de levar sol na prisão e se aproxima, este logo se acocora por ser um tampinha e o j.m um gigante alto prá porra, forte prá caralho e
com uma barriga maior do que a do ráu.
é um vidão, sem monotomia, muita aventura, muitas vitórias, mas que - se sabe - não pode terminar bem.
esqueçam scorcese, de niro, nada a ver, a forte interpetação do cassel é sua, única, marcante e essas bobagens desse cara, vejam e retornem.
chico.





Inimigo Público Nº 1 - Instinto de Morte
por RENATO SILVEIRA em 7/27/2009 01:08:00 PM
27Jul


Raro exemplar de filme policial voltado para o circuito alternativo, “Inimigo Público Número 1 – Instinto de Morte” provavelmente foi feito com a intenção de atingir uma platéia mais ampla, mas acaba que, fora da Europa, a produção ficará restrita a poucas salas. Na verdade, não passa de um filme de gângster comercial com embalagem de perfume francês.

A influência do cinema de Martin Scorsese é evidente, tanto que em certos momentos Vincent Cassel parece encarnar o Robert De Niro de "Os Bons Companheiros". Além disso, o diretor Jean-François Richet (cujo trabalho anterior é a competente refilmagem de “Assalto à 13ª D.P.”) tenta fazer planos muito parecidos com o estilo de Scorsese – vindo com a câmera de longe até o rosto de um ator e depois virando para seu ponto de vista, sem falar no uso de travelling e tracking shots – mas sem alcançar a mesma qualidade do mestre americano. É uma pena que o estilo de Richet adote tom reverencial, já que a sequência inicial, com a tela dividida em múltiplos reflexos pelo montador de Jean-Pierre Jeunet, Hervé Schneid, anuncia algo mais inspirado do que realmente é.

O filme melhora depois que Jacques Mesrine, o protagonista, é levado para uma prisão de segurança máxima e traça seu plano de fuga. Antes disso, Richet adota um tom episódico que resulta numa narrativa inconstante. Ele e o co-roteirista Abdel Raouf Dafri (que adaptaram a autobiografia de Mesrine) omitem certas passagens do tempo com o aparente propósito de acreditar que o espectador entenderá o que se passa. É claro que ele vai entender, mas de uma forma forçada, tendo que imaginar o que aconteceu com a primeira esposa de Mesrine, por exemplo, já que o filme não fornece nenhuma informação. Faltou inteligência nas elipses.

Além disso, durante a maior parte de sua duração, “Instinto de Morte” se concentra apenas em mostrar que Mesrine é um canalha que bate em mulher, despreza os pais e não tem força de vontade para enxergar outras perspectivas para sua vida ao menor sinal de dificuldade.

Fica difícil gostar de um personagem assim, que é simplesmente mau. Scarface, Hannibal Lecter, Don Corleone são todos caras maus, mas eles, primeiro, são sujeitos inteligentes e ardilosos; e segundo, possuem um carisma que faz você gostar deles. Por sua vez, Jacques Mesrine é retratado apenas como um bandido perigoso e nada mais. É justamente o contrário do que acontece com o também personagem da vida real John Dillinger, no filme de título parecido, “Inimigos Públicos”. Neste, o criminoso é aquele com quem a platéia se identifica.

Somente depois que Mesrine é preso e torturado é que você passa para o lado dele e torce para que fuja da prisão e consiga soltar os outros presos (e olha que o plano de fuga nem é tão brilhante assim, e só serve para mostrar o quanto aquela prisão era falha). Nessa parte do filme, Richet concentra a ação em um só episódio, e talvez por isso o filme cresça, pois finalmente encontra tempo para se desenvolver. E há de se dar o mérito a Richet pela filmagem do tiroteio, que chega a lembrar, não tão de perto, um Michael Mann – e isso já é um puta elogio.

Fica a expectativa de que a segunda parte de “Inimigo Público Nº 1” realmente faça jus ao projeto, porque Jacques Mesrine tem que ter feito algo realmente extraordinário em sua vida para que ela mereça dois filmes.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

"sobre a "cruz" de "elegy"

o título original é melhor que o nacional. diz tudo.
chico.


*

[ edit ] History [ editar ] História

The Greek term elegeia (ἐλεγεία) originally referred to any verse written in elegiac couplets and covering a wide range of subject matter, including epitaphs for tombs. O grego elegeia prazo (ἐλεγεία) originalmente se referia a qualquer verso escrito em dísticos elegíacos , cobrindo uma vasta gama de assuntos, incluindo os epitáfios de túmulos. The Latin elegy of ancient Roman literature was most often erotic or mythological in nature. A América elegia de literatura romana foi na maioria das vezes erótica ou mitológicos na natureza. Because of its structural potential for rhetorical effects, the elegiac couplet was also used by both Greek and Roman poets for witty, humorous, and satiric subject matter. Devido ao seu potencial estrutural para efeitos de retórica, o dístico elegíaco foi também utilizada por ambos os poetas gregos e romanos para espirituoso, bem-humorado e satírico assunto.

Other than epitaphs, examples of ancient elegy as a poem of mourning include Catullus ' Carmen 101 , on his dead brother, and elegies by Propertius on his dead mistress Cynthia and a matriarch of the prominent Cornelian family . Ovid wrote elegies bemoaning his exile, which he likened to a death. Outros que epitáfios, exemplos de elegia antigos como um poema de luto incluem Catulo " Carmen 101 , em seu irmão morto, e elegias de Propércio em seu amante morto Cynthia e uma matriarca da importante família cornalina . Ovid escreveu elegias lamentando seu exílio, que Ele comparou a uma morte. A notable example that established the genre in English literature is Thomas Gray 's Elegy Written in a Country Churchyard (1750). Um exemplo notável que criou o gênero na literatura Inglês é Thomas Gray 's elegia escrita em um cemitério País (1750).

"Elegy" (sometimes spelled elégie ) may denote a type of musical work, usually of a sad or somber nature. "Elegy" (às vezes soletrado Elégie) pode designar um tipo de trabalho musical, geralmente de uma natureza sombria ou triste.
[ edit ] Literature [ editar ] Literatura

* Theocritus ' Idyls (3rd Century BCE) Teócrito idílios (século II aC 3)
* Propertius (ca. 50 – ca. 15 BCE), Elegies Propertius (50 - ca cerca de 15. aC), Elegias
* Ovid (43 BCE – 18 CE), Amores , Ars Amatoria , Heroides , Fasti , Tristia , Epistulae ex Ponto Ovídio (43 aC - 18 dC), Amores, Ars Amatoria, Heroides, Fasti, Tristia, Epistulae ex Ponto
* Jorge Manrique 's Stanzas about the Death of His Father (1476) Jorge Manrique 's Estâncias sobre a morte de seu pai (1476)
* Jan Kochanowski 's Laments (1580) Jan Kochanowski s ' Lamentos (1580)
* Chidiock Tichborne 's Elegy (1586) Chidiock Tichborne s Elegy "(1586)
* Edmund Spenser 's Astrophel (1595) Edmund Spenser s Astrophel "(1595)
* Ben Jonson 's On My First Sonne (1616) Ben Jonson s 'On My Sonne First (1616)
* John Milton 's " Lycidas " (1637) John Milton s '" Lycidas "(1637)
* Thomas Gray 's " Elegy Written in a Country Churchyard " (1750) Thomas Gray 's " elegia escrita em um Churchyard Country "(1750)
* William Roscoe 's Elegies (c. 1772) William Roscoe s Elegias "(c. 1772)
* Charlotte Turner Smith 's Elegiac Sonnets (1784) Charlotte Smith Turner 's Elegiac Sonetos (1784)
* Franciszek Karpiński 's "Żale Sarmaty nad grobem Zygmunta Augusta" ("Laments of a Sarmatian over the Tomb of [King] Zygmunt August " — a patriotic elegy) Franciszek Karpinski s '"Zale Sarmaty nad grobem Zygmunta Augusta" ("Lamentos de um Sarmatian sobre o túmulo do Rei [] Zygmunt August "- uma elegia patriótico)
* William Cullen Bryant 's " Thanatopsis " (1817) William Cullen Bryant s '" Thanatopsis "(1817)
* Percy Bysshe Shelley 's " Adonaïs " (1821) Percy Bysshe Shelley s '" Adonai "(1821)
* Johann Wolfgang von Goethe 's " Marienbad Elegy " (1823) Johann Wolfgang von Goethe "s" Elegy Marienbad "(1823)
* Alexander Pushkin (author lived 1799–1837) Alexander Pushkin (autor viveu 1799-1837)
* Evgeny Baratynsky 's Autumn (1837) Evgeny Baratynsky s de Outono "(1837)
* Alfred Tennyson 's " In Memoriam AHH " (1849) Alfred Tennyson s '" In Memoriam AHH "(1849)
* Walt Whitman 's " When Lilacs Last in the Dooryard Bloom'd " (1865) Walt Whitman é " Quando Lilacs Last no Bloom'd dooryard "(1865)
* Walt Whitman 's " O Captain! My Captain! " Walt Whitman é " O Captain! My Captain! " (1865) (1865)
* Louis Gallet 's Elégie (author lived 1835–98) Louis Gallet é Elégie (autor viveu 1835-1898)
* William Butler Yeats 's " Easter 1916 " (1916) William Butler Yeats s '" Páscoa 1916 "(1916)
* Rainer Maria Rilke 's Duino Elegies (1922) Rainer Maria Rilke s ' Duino Elegias (1922)
* Virginia Woolf 's To the Lighthouse (1927) Virginia Woolf s ' ao Farol (1927)
* WH Auden 's “In Memory of WB Yeats” (1940) WH Auden s '"Em Memória de WB Yeats (1940)
* Wallace Stevens 's "A Postcard from the Volcano”, “Puella Parvula”, and “Madame la Fleurie” (author lived 1879–1955) Wallace Stevens 's "A Postcard do" Volcano ", Puella parvula" e "Madame la Fleurie" (autor viveu 1879-1955)
* Władysław Broniewski (author lived 1897–1962) Władysław Broniewski (autor viveu 1897-1962)
* Krzysztof Kamil Baczyński 's "Elegia... o [chłopcu polskim]" ("Elegy... about [a Polish Boy]") (1944) Krzysztof Kamil Baczynski s '"Elegia ... o [] polskim chłopcu" ("Elegy ... sobre [a polaca Boy]") (1944)
* Kamau Brathwaite 's Kumina (author born 1930) Kamau Brathwaite 's Kumina (autor nascido em 1930)
* Galway Kinnell 's “Freedom, New Hampshire" (1960) Galway Kinnell s '"Liberdade, em New Hampshire" (1960)
* WS Merwin 's “For the Anniversary of My Death” (1967) WS Merwin s '"Para o aniversário da minha morte" (1967)
* Edward Abbey 's Desert Solitaire (1968) Edward Abbey 's Desert Solitaire (1968)
* Stanley Kunitz ' “Halley's Comet” (1986) Stanley Kunitz Halley "Cometa" (1986)
* Yusef Komunyakaa 's “Facing It” (1988) Yusef Komunyakaa "s" Facing It "(1988)
* Mark Doty 's “Tiara” (1991) Mark Doty s 'Tiara "(1991)
* Marie Howe 's What the Living Do (1998) Marie Howe é o que a Vida Não (1998)
* Mary Jo Bang 's Elegy (2007) Mary Jo Bang s Elegy "(2007)
* Grace Schulman 's “Apples” (2007) Grace Schulman s '"Apples" (2007)

[ edit ] Music [ editar ] Música

* Elegia by New Order Elegia por New Order
* A Perfect Day by Carrie Jacobs-Bond Um Dia Perfeito por Carrie Jacobs Bond
* Aika (Elegy) , Ken Hirai Aika (Elegy), Ken Hirai
* Coltrane Sündia , an elegy for John Coltrane by French band Magma Sundia Coltrane , uma elegia de John Coltrane por banda francesa Magma
* Death Hath Deprived Me , Thomas Weelkes on the death of Thomas Morley Acaso a morte me privou, Thomas Weelkes sobre a morte de Thomas Morley
* December Elegy , Tristania Dezembro Elegy, Tristania
* Elegia from the Adiemus Project , Karl Jenkins Elegia do Projecto Adiemus, de Karl Jenkins
* Élégie, in memory of Dennis Brain , Poulenc Elegia em memória de Dennis Brain, Poulenc
* Elegy in memory of Franz Liszt, Op. Elegia em memória de Franz Liszt, op. 11, No. 12 , Sergei Lyapunov 11, No. 12, Sergei Lyapunov
* Élégie , Gabriel Fauré Elegia , Gabriel Fauré
* Élégie, Op. Elegia, op. 3, No. 1 , Sergei Rachmaninoff 3, No. 1, de Sergei Rachmaninoff
* Elégie , Op. Elégie, op. 36 (1922) by Othmar Schoeck 36 (1922) por Othmar Schoeck
* Élégie , ballet by George Balanchine to Igor Stravinsky's eponymous solo for viola Elegia , ballet por George Balanchine para o solo homônimo Igor Stravinsky para viola
* Elegies for Angels, Punks and Raging Queens Elegias de Angels, punks e Raging Queens
* Elegies for piano by Ferruccio Busoni Elegias de piano por Ferruccio Busoni
* Elegies for mezzo-soprano, baritone & orchestra by Richard Danielpour Elegias de-mezzo soprano, barítono e orquestra de Richard Danielpour
* Lacrimosa , Regina Spektor Lacrimosa , Regina Spektor
* Mort tu as navré de ton dart , Johannes Ockeghem on the death of Gilles Binchois Mort tu como navré tonelada de dardo, Johannes Ockeghem sobre a morte de Gilles Binchois
* Nymphes des bois , Josquin des Prez on the death of Johannes Ockeghem Nymphes des bois , Josquin des Prez sobre a morte de Johannes Ockeghem
* Elegy , The Nice (post-breakup album) Elegy , The Nice (ruptura pós-álbum)
* Elegy , Jethro Tull Elegy , Jethro Tull
* Tol'ko On Ne Vernulsya iz Boya (But He Didn't Return from Battle) , Vladimir Vysotsky Tol'ko On Ne Vernulsya iz Boya (mas ele não retornou da Batalha), Vladimir Vysotsky
* Two Choral Elegies Op.2 , Lowell Liebermann Duas Elegias Coral Op.2, Lowell Liebermann
* Ye Sacred Muses , William Byrd on the death of Thomas Tallis Ye Sagrado Musas , William Byrd sobre a morte de Thomas Tallis
* An American Elegy , Frank Ticheli Uma elegia americana, Frank Ticheli
* Elegy Suite , Chicago Elegy Suite, Chicago
* Elegi , Lars Winnerbäck Elegi, Lars Winnerbäck
* Elégie , Jules Massenet , based on the text by Louis Gallet Elégie, Jules Massenet , baseado no texto de Louis Gallet
* Élégie , Movement 3, Serenade, Tchaikovsky Elegia, Movimento 3, Serenade, de Tchaikovsky
* Elegy , Op. Elegy, op. 58, for string orchestra, Sir Edward Elgar 58, para orquestra de cordas, Sir Edward Elgar
* Elegy , Frail Words Collapse , As I Lay Dying Elegy, Words Collapse Frail , As I Lay Dying
* Elegy , Inspection 12 Elegy, Inspection 12
* Elegy , Terminate Damnation , Becoming the Archetype Elegy, Terminate Damnation , Becoming the Archetype
* Even Braver, Even Stronger (An American Elegy) , Gordon Goodwin's Big Phat Band Ainda mais bravo, mais forte (An American Elegy), de Goodwin Big Phat Band Gordon
* Red (Elegy) , Dave Carter Red (Elegy), Dave Carter
* Dance (from God's Son ) , Nas Dança (a partir do Filho de Deus ), Nas
* Elegy in D , (for Contrabass), Giovanni Bottesini Elegy em D (para Contrabaixo), Giovanni Bottesini
* Is an Elegy , Youngblood Brass Band É uma elegia, Youngblood Brass Band
* Summer Elegy , Richard Wright Summer Elegy, Richard Wright
* Elegie , Patti Smith , Horses Elegie, Patti Smith , Horses
* Elegy , Bear McCreary , Battlestar Galactica Season 4 Soundtrack Elegy, Bear McCreary , Battlestar Galactica Season 4 Soundtrack
* Heros' Elegy , Blue States "Elegy Heros, Blue States
* Sissy's Song , Alan Jackson Sissy's Song, Alan Jackson
* Elegy , Balmorhea Elegy, Balmorhea
* Elegy from Downland Suite , John Ireland Elegy de Downland Suite, John Ireland
* Elegy , Leaves' Eyes Elegy , "Leaves Eyes
* Elegy , Machine Head Elegy, Machine Head
* Elegy for Symphonic Band , John Barnes Chance Elegia para Banda Sinfônica, John Barnes Chance
* Elegy in honor of Ivan Samarin , Pyotr Ilich Tchaikovsky Elegia em homenagem a Ivan Samarin, Pyotr Ilich Tchaikovsky
* December Elegy , Tristania Dezembro Elegy, Tristania
* Assassin's Creed , Meditation Begins Assassin's Creed, meditação começa
* Elegy and Dance , Richard Meyer Elegy e Dança, Richard Meyer
* An Oxford Elegy (1949) by Ralph Vaughan Williams Um Elegy Oxford (1949) por Ralph Vaughan Williams
* An Elegy for Baby Blue , by The Wonder Years (band) Uma elegia para Baby Blue, de The Wonder Years (banda)
* Elegy, by the Filipino Band Hale Elegy, da Band Filipino Hale
* Elegy, John Zorn Elegy, John Zorn

[ edit ] Painting [ editar ] Pintura

* Elegy to the Spanish Republic , Robert Motherwell Elegia à República Espanhola , Robert Motherwell
* Elegía , William Adolphe Bouguereau Elegia, Adolphe Bouguereau William
* Sommerelegi (Summer Elegy), Poul Anker Bech Sommerelegi (Elegy Verão), Poul Bech Anker

[ edit ] Film, TV [ editar ] Filmes, TV

* Elegy is a 2008 film by Spanish director Isabel Coixet , based on a Phillip Roth novel, The Dying Animal . Elegy é um filme de 2008 pelo diretor espanhol Isabel Coixet , baseado em um Phillip Roth romance, The Dying Animal .
* Elegy (Hungarian: Elégia) is a 1965 film by Hungarian director Zoltán Huszárik . Elegy (húngaro: Elegia) é um filme de 1965 pelo húngaro diretor Zoltán Huszárik .
* "Elegy" is an episode of The Twilight Zone (the original series) . "Elegy" é um episódio de The Twilight Zone (a série original) .
* "Elegy for a Pig" is a third season episode of the TV series Adam-12 . "Elegia para um porco" é um episódio da terceira temporada da série de TV Adam-12 .

"fatal"

mas que filmão.
o ben é esse professor aí, separado por - cabeça - não suportar os grilhões da relação, velho(acho que mais de 60), mas com uma mente, um timing de jovem, cheio
de libido, põe os olhos numa aluna nova do primeiro ano - a cruz, imagine! -
é, tá feita a "vida", cheia de bons e péssimos momentos. os diálogos são de alto nível, especialmente entre ele e seu melhor amigo, dennis hopper, bem à vontade e
dando um show. eu não gosto do ben exatamente pelo seu primeiro e maior momento,
"gandhi", de quem ele não conseguiu se livrar nunca mais e em todo trabalho(neste, enão) está sempre com aquele ar professoral, didático, de profeta, doutrinário, mas
o filme é tão bom, que dispensamos isso numa boa. o amor não é fácil.
vá lá.
chico.

Fatal (Elegy)

Elenco: Penelope Cruz, Ben Kingsley, Patricia Clarkson, Peter Sarsgaard, Dennis Hopper
Direção: Isabel Coixet
Gênero: Drama
Duração: 113 min.
Distribuidora: Imagem Filmes
Estreia: 10 de Outubro de 2008

Sinopse: David Kepesh (Kingsley) é um crítico cultural de TV e astro literário de uma faculdade de Nova York. Sua vida era tranqüila até ele conhecer uma jovem estudante, de 24 anos, chamada Consuela Castillo (Penélope Cruz), que desperta nele uma obsessão sexual. David torna-se obcecado pela beleza de Consuela e tomado por um ciúme doentio. Com uma ternura, graça irônica e intensidade erótica, FATAL explora o poder que a beleza tem em cegar, revelar e transformar as pessoas.

Curiosidades:
» Penélope Cruz ('Volver') aparece semi-nua no filme.

» A direção é de Isabel Coixet (do excelente 'Minha Vida Sem Mim').
Divulgar no Twitter:
retweet

Trailer:


Posters:


Fotos: