quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"um sonho possível"

previsível e piegas, mas muito bem escrito, dirigido e interpretado. a sandra tá um
show. ela é a dona de casa, a esposa, a mãe de família perfeita(apesar de mandar no
marido cuma crassi admirável)dos dois filhos tão perfeitos quanto ela. são ricos,mo-
ram bem, carrões, etc. é o famoso "american way life".aí, vê o negão, o big mike no
frio, chama-o e leva-o para sua mansão, depois compram roupas pra ele, o fiho mais
novo fica amigo, todos ficam e ela parte para a guarda, uma espécie de adoção de lá.
ela vai na escola onde ele estuda, a mesma de seus filhos, averiguar seu desmpenho,
ele meio diferente, esquisito,só tira C, mas numa matéria ele é dez: "instinto de
proteção". botam ele no time(de futebol americano, claro), ele começa mal, mas cresce
graças ao tal instinto e passa a ser disputado pelas melhores universidades
do país. é lindo.
hollywwod é craque nisso aí,em manipular as emoções do freguês, o público, o espectador, mesmo com clichês e pieguice. voces sabem que toda vez que revejo(mais de 10 vêzes, ja) "uma linda mulher", eu choro.
"uma prova de amor", "decisões extremas"(brendan fraser e harrison ford) e este, são provas disso.
chico.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

VIVA O TRICOLOR DE SEU CHIQUINHO




papai, seu time acaba de ser campeão brasileiro, depois de 26 anos. como eu gostaria que o senhor estivese conosco para vibrar.seu time tem o melhor jogador do rio, o melhor meia-esquerda do futebol brasileiro e - na- realidade - o melhor jogador do brasil.o danado é argentino, mas um arg. diferente completamente dos que nós conhecemos: ele é simples, calado, na dele e joga muito,apesar de combater, correr,se entrregar. tá certo, que o senhor ia dizer: "que boba da peste esse fred veio fazer?" concordo, tá umadesgraça, não sei sé físico/contusão ou droga, mas o washignton coração de leão, mesmo sem tá fazendo gol(perde muitos) contribuíupara a vitória. foi ótimo.deus te abeçôe meu pai.um beijo.chico, o fraqncisquiho.




=p.s. -


zé: ia postar no cine brasil, ké a cara dele mas não lembro da senha. como faremos.?




terça-feira, 7 de setembro de 2010

"trilogia"

dizem que todo artista, incluindo compositores e escritores, só completam uma obra,
seja qual for o tema, se fizer em tres partes, de tres vêzes.
há muitos casos. na literatura: henry miller: trópico de capricórnio, trópico de cancer e nexus, plexus, sexus. jorge amado e a trilogia do cacau:terras do sem fim,
gabriela e não lembro o nome do outro(são jorge dos ilhéus?). voltarei em "comentários" com o páu.
o cinema então, é cheio. cito apenas as que mais gosto:
george stevens:
-giant/assim caminha a humanidade( a mudança do boi para o petróleo no texas é a
própria história da nação americana e da humanidade: a mudança, o avanço, o progresso).
-shane/os brutos também amam(precisa chover no molhado?)
-um lugar ao sol(jovem pobre do interior vem prá cidade, casa do tio, seu empregado,a
vontade de crescer(para mim, a maior virtude do cinema americano, o "american way of
life", todos têm chance, mas todos querem, ambicionam crescer).

howard hawks:
-rio vermelho
-rio bravo/onde começa o inferno
-el dorado.
todos com wayne, a cara do western.

sergio leone:
-por um punhado de dólares
-por uns dólares a mais
-tres homens em conflito
todos com clinte eastwood. a trilogia dos dólares ou do lourinho.
este era tão bom, que ainda fez outra:
-era uma vez no oeste
-era uma vez a revolução(exibido como "quando explode a vingança": coburn é o ira e
rod steiger a revolução mexicana).
-era uma vez na américa.

mas estou aqui só por esta: john sturgess. ontem à noite abdiquei do "bem amigos",
bom, mas repetitivo e às vêzes inassistível quando com o babão bueno; ao - fazendo
hora - passei no cult e lá já estava "duelo de titãs". não há como não rever. kirk
douglas é delegado de gun hill(o título original é "the last train to gun hill"/o
último trem para gun hill) encontra sua esposa - uma pele vermelha - morta estuprada
e reconhece a cela de um dos cavalaos deixados pelos "bandido". é de craig belden/
anthony quinn, perfeito como o bandido que se deu bem no ramo do gado e vira dono da região. amigo do peito do kirk, mas pai do vagabundo que teve o rosto arranhado
pela mulé do homi, antes de morrer. homi, ói, é a boba da peste. como em "matar ou
morrer", o tempo é o senhor, visto que o último trem parte às 21 horas. é de lascar.
-"sem lei, sem alma" - o duelo no ok curral.
-"sete homens e um destino" (sem chover no molhado). este e o primeiro, inspirados em kurosawa.
o western além de ser o cinema americano por excelencia, é o gênero que mais encarna
o cristianismo e a eterna luta do bem contra o mal. seria tão bom por isso?
chico.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

De: Chico Dias Cardoso Filho
Data: 29 de agosto de 2010 08:30
Assunto: Fwd: "registros históricos do cinema"
Para: Chico Dias Cardoso Filho



meninada: este foi o primeiro.
vamos às correções:
-4 - é claro que é audrey.
-7 - faltou o l de marlon.
e o correto é reticências.

ki passatempo bom da porra.
chico.
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Chico Dias Cardoso Filho
Data: 27 de agosto de 2010 08:31
Assunto: "registros históricos do cinema"
Para: Roberto Besouchet Malta , José Carlos Cardoso



bob: majudaki, gosto muito desse site widelec(russo ou ucraniano), mas ele não legenda/identifica as fotos; como achei interessante estas, saí dando nome aos bois;
confira aí e complete as reticcencia, ok? é que quero postar no cine brasil.
abç.
chico.

zé: tava anexando(faltam mais de 20 ainda), vi que o desse tava com um s só, vim, pus o outro e ao voltar para "anexar outro arquivo", não vai de jeito nenhum. e aí?





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Encaminhar

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

"o velho e o novo - photoshopp"

como voces já sabem:
1-brad pitt e elizabeth taylor
2-leonardo de caprio e carmem miranda
3-george clooney e grace kellly
4-clark gable e natalie portman
5-scarlet johanson e burt lancaster
6-lauren baccal e o carinha de "crepúsculo"esqueço o nome, quando minha filha chegar da escola, pergnto.
7-angelina jolie e elvis presley
8-clark gable(sem bigode, é) e madona
9-claudia schiffer e peter sellers
10-robert downey junior e joan crawford.

interessante a tecnologia, né. é, mas no ig onde achei esta pérola, há dois erros:
na 5 - eles listam s.j e carry grant.
e na 8-james stewart e madona.
ou seja, ainda tem vaga prá mim por aí, mesmo nesse mundo digital.
chico.


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Chico Dias Cardoso Filho
Data: 23 de agosto de 2010 16:54
Assunto: Fwd: "o velho e o novo"
P





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"dogville"

vez em quando passa, eu espiava e saía, nunca botei fé por ser feito num palco.
ontem encarei, após a volta da energia, meia-noite, já tinha começado e devo ter visto no máximo uma duas horas de seus 177 minutos. gostei do que vi.
prá quem é apressado, chega a achar certos filmes arrastados, outros longos demais
e ainda classifica filmes por gênero, é melhor não se aventurar.
não estudei cinema nem tenho cacife prá discutir com o ótimo daniel aí embaixo,
nem entraria em discussões técnicas, tecnicismo, mas o diretor é bom, cresceu um
bocado e fez um grande filme. o ser humano é uma fonte inesgotável de pobreza/
fraqueza, preconceito, hipocrisia, e é disso que o filme trata, aí parece um "policial" sem tiros ou explosões mas cheio de suspense, revolta nossa, espectador.
nicole kidman, apesar de linda, mostra de novo ser uma grande atriz e o elenco de apoio é perfeito, incluindo o stelann skaasgard, não citado pelo cobra aí.
vai se arriscar? comente, então.
chico.



A VOZ DA CONSCIÊNCIA

Por DANIEL SCHENKER WAJNBERG
27/1/2004

As primeiras imagens de Dogville , captadas por uma câmera trêmula e “imprecisa” que pode gerar uma sensação de claustrofobia no espectador, remetem à desestabilização apresentada por Lars Von Trier em filmes como Os Idiotas e Ondas Do Destino . No entanto, este desconforto é minimizado no decorrer da projeção. Ainda que permaneça certa estranheza pelo fato de toda a ação se passar em cima de um palco, o cineasta confirma o seu momento de aquietação.

Assim como Dançando No Escuro , Dogville não representa uma ameaça à segurança do público. Em ambos os trabalhos (principalmente, no filme protagonizado por Bjork), Trier abre margem para leituras ligadas ao contexto externo, menos custosas do que as direcionadas para as mazelas humanas. Primeira parte de uma trilogia intitulada América , Dogville segue o recurso de falar da atualidade (“O país todo se sairia melhor se houvesse mais aceitação”, afirmam) através de um distanciamento temporal. Se por um lado seria injusto dizer que a produção se esgota em sua natureza política, por outro o objetivo final não parece estar na complexidade dos personagens, como aconteceu em Os Idiotas , que, ao mostrar as dificuldades enfrentadas pelos componentes de uma comunidade para manter um posicionamento de agressiva alienação diante do mundo, não privilegiava a oposição de poucos frente ao esquema social e sim a agonia destes ao perceberem que dificilmente conseguiriam sustentar uma proposta tão radical, por mais fervorosa que fosse a crença envolvida, para além da fronteira da lógica interna do grupo.

Ao procurar um novo equilíbrio, valorizando mais os feitos exteriores do que as repercussões internas causadas por eles, Lars Von Trier perdeu a perfeita noção da forma como consequência do conteúdo. Mesmo que repleto de qualidades, Dogville não traz justificadas todas as opções de seu realizador. Ao ambientar o filme em cima de um palco, Trier não assume uma teatralidade e nem busca um contraste entre a aridez cênica e os recursos cinematográficos. Sua intenção em não fornecer a geografia convencional de uma pequena e esquecida cidade parece se resumir à preocupação de estabelecer um código de convenções com o espectador, sempre necessário quando se está diante de um espetáculo teatral, e de quebrar com a realidade fornecida pelo cinema. É como se trocasse a artificialidade do real por uma artificialidade assumida.

Há uma ponte evidente com as limitações libertadoras pregadas no manifesto Dogma 95, que aproximavam o cinema do teatro centrando o acontecimento artístico na figura do ator. Mas sem a mesma precisão. O cineasta evoca o cinema nas tomadas panorâmicas e na presença de carros sobre o palco (ainda que eles já tenham aparecido em algumas montagens) e o teatro na cenografia, no close nos rostos dos atores e em ocasionais marcações assumidas (mas longe da aridez de A Eternidade E Um Dia , de Theo Angelopoulos); contudo, suas motivações deixam a impressão de derivarem de escolhas de ordem estética e a gramática de cada manifestação não é aproveitada nas suas possibilidades, a exemplo da iluminação que, a não ser em poucas passagens (como a entrada da Grace interpretada por Nicole Kidman) nas quais atinge alguma significação maior, fica restrita à função de demarcar gradações diferentes entre a rua e o interior das habitações e de sinalizar dia e noite.

A rigor, Lars Von Trier só revela uma inquietação “preenchida” no modo como sua câmera se aproxima dos personagens/atores, como que procurando anunciar um descompasso entre rostos e corações e, consequentemente, a pouca admiração do diretor em relação ao ser humano. “Esta cidade apodreceu – e de dentro para fora”, anunciam, num determinado momento.

Ao se deparar com figuras mergulhadas na penumbra, Grace fica perplexa ao abrir uma cortina. Se seus esforços em trazer os moradores de Dogville à luz da verdade se frustram, isto se dá em virtude de todos, inclusive ela, serem ignorantes em relação a si mesmos e estarem comprometidos com o mecanismo da loucura, preocupados tão-somente em suas defesas pessoais e, por conseguinte, “afastados, cada vez mais, da própria consciência” – a narração, a cargo de John Hurt, assume a perspectiva da voz de consciências defendidas.

Não por acaso, a consciência é trabalhada durante boa parte da projeção de Dogville como um estado de despertar superficial, como o de Grace ao acordar na carroça ainda atada a um otimismo fanático resultante de uma condescendência pré-fabricada e de uma necessidade de ser salva. Lars Von Trier intenta se utilizar desta esfera propositadamente pouco profunda ao invés de se deixar levar por ela mas é fato que, desde Dançando No Escuro , passou a se valer da mais gritante manipulação emocional como arma intelectual na sensibilização de espectadores protegidos por hábito dos golpes melodramáticos da indústria cinematográfica. O desejo de manipular ferramentas na tentativa de adquirir poder sobre o espectador fez com que Trier perdesse a mestria em, como diz Tom Edison Jr. (Paul Bettany), “ver através”, trocando a transcendência pela encenação dela. Interessante notar, as palavras foram colocadas na boca de um personagem com dificuldade de assumir seus atos, algo que talvez expresse um pouco da indefinição de Dogville .

Sem investir numa abordagem psicanalítica, o diretor, ao contrário, escolhe um desfecho que, de certo modo, leva o espectador a se sentir vingado por se ver diante de uma protagonista capaz de ostentar seu poder diante do mundo ao invés de se conformar com a idéia de que deve tratar de mudar a si mesma e não esperar que tudo ao redor se modifique em virtude de sua vontade ou de seu justo rancor. Lars Von Trier, porém, incorre num certo moralismo ao tornar criminosa a raiva de sua personagem e, paradoxalmente, estimula a perversão da platéia ao forçar uma adesão entre o público e Grace, a nova heroína da vitrine de seu cinema. Mas, manobras à parte, o diretor deixa espaço para o público descascar a docilidade perversa de Dogville e, novamente como Grace, “ver por um outro ângulo”.

Esta possibilidade não é suplantada por uma narração – em que pese o seu teor descritivo e a sua ambição hipnótica (já buscada em Europa , via a entonação de Max Von Sydow) – que contribui para a criação de um tom fabular cada vez mais contrastante à medida que o filme avança. O trabalho com os atores também parece ter sido direcionado nesse sentido e a voz melodiosa e monocórdia de Nicole Kidman só contrasta com o texto da parte final. Dona de uma personagem previsível, calcada na camuflagem de um alto grau de agressividade por trás de uma civilidade apenas aparente, Patricia Clarkson é o grande destaque de um elenco estelar que conta com as presenças de, entre outros, Lauren Bacall, Harriet Andersson, Ben Gazarra, Chloe Sevigny e Paul Bettany (bem, em especial na construção dos constantes atos falhos de Tom Edison Jr.).

# DOGVILLE (Dogville)
Dinamarca/Suécia/França/Noruega/Holanda/Finlândia/Alemanha/Itália/Japão/Estados Unidos/Inglaterra, 2003
Direção e roteiro: LARS VON TRIER
Produção: VIBEKE WINDELOV
Fotografia: ANTHONY DOD MANTLE
Elenco: NICOLE KIDMAN, PAUL BETTANY, PATRICIA CLARKSON, LAUREN BACALL, HARRIET ANDERSON, BEN GAZARRA
Duração: 177 minutos



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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"flame & citron"

guerra crua. dois caba de cunhão. bota quiba nisso.
segunda guerra mundial, dinamarca anexada e há o colaboracionismo de alguns e uma
resistencia ferrenha "pela pátria", bem diferente da badalada resistencia francesa,
aquela merda. nada de exército nem grupo, são dois assassinos frios a executar os nazi da gestapo. dá gosto de ver. quem faz o citron é aquele mads middelsen, o vilão
do penultimo 007(o da eva grenn, esqueço o nome), excelente ator. o resto não conheço, mas o lourinho que faz o flame é tão bom quanto.
curiosidade: a barbara(brocolli, aquela minha amiga que produz os 007) pescou dois atores deste filme, o mads e outro que não identifiquei o nome(que faz o papel do pai de flame e só aparece em uma cena) que faz o vilão-mor, winter um velho branco que mata a green e o james só o pega no final, em sua mansão nos lagos suiços e pronuncia seu chachá verbal "my name is bond, james bond", antes de detoná-lo.
guera é guerra.
agora ninguém fala nada, não posta, nem comenta. aí é foda.
chico.



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Título: Flame & Citron - Os Resistentes Título Original: Flammen & Citronen
Poster de «Flame & Citron - Os Resistentes»
Blogar Filme

Classificação:M16
País:

* Dinamarca

Ano: 2008
Género:

* Thriller

Duração: 130m

Sessões

Trailer Trailer

Meo Disponível no meo Videoclube

Site Consultar Site Oficial
Ficha Técnica

*
Realização:
o
Nome: Ole Christian Madsen

*
Interpretação:
o
Nome: Mads Mikkelsen
País:

Dinamarca

Nasceu a: 22-11-1965

biografia
o
Nome: Peter Mygind

o
Nome: Stine Stengade

o
Nome: Thure Lindhardt

*
Argumento:
o
Nome: Ole Christian Madsen

Sinopse

A história de dois heróis da resistência dinamarquesa à ocupação Nazi. Flammen e Citronen são os nomes de código de dois assassinos dinamarqueses incumbidos de matar todos aqueles que colaboram com o exército alemão. Recebem as ordens dum homem que diz ter o apoio de Inglaterra, mas a conspiração vai mais longe do que os dois possam imaginar.