sábado, 28 de fevereiro de 2009
NÃO ESTOU LÁ - O mito dissecado
O diretor TODDY RAYNES ("LONGE DO PARAISO", que não vi ainda) ousou fazer um filme homenageando o astro da música contemporanea BOB DYLAN, primeiro, sem seguir a linha mestra dos filmes biográficos que nos acostumamos, segundo, sem mencionar o nome do homenageado uma vez sequer. Conseguiu, e com maestria. A fórmula foi pouco convencional. Varreu toda a vida do astro, valendo-se de personagens diferentes, na pele dele e de seus "alter-egos", que viveram as diferentes fases do "camaleão" DYLAN. Começou com o musico mirim - talento puro, de ouvido - interpretado pelo garoto MARCUS KARL FRANKLIN, como WHOODY GOUHTRIE (lenda do folk americano), e seguiu adiante, com CRISTIAN BALE, em sua época de folk; HEATH LEDGER, na fase de ator; CATE BLANCHET, na fase pop, em sua eterna briga com a imprensa (ela, ao menos, deu-lhe a beleza que a natureza lhe negou); e, terminou com RICHARD GERE, como BILLY THE KID, de quem era fã. Ao longo de todo o filme, o ator BEN WHISHOW, vivendo um poeta, um de seus alter-egos, aparece dando inúmeros depoimentos e pontos de vista, que nos ajudam a endenter, não apenas a trama, mas também um pouco da personalidade controversa de DYLAN. Palmas, para o diretor, mas também para todos os atores, que interpretaram brilhantemente seus papéis. Palmas principalmente para a diva britânica CATE BLANCHET, que "matou a pau". O filme vale a pena, pela homenagem, pela fotografia e, não podemos deixar de mencionar, a trilha sonora, que culmina com "LIKE A ROLLING STONE". É filme para se guardar.
"os diretores"
sim, continuando, como era mesmo? lista dos melhores diretores? bora.
1-george stevens(basta a melhor trilogia americana:"um lugar ao sol", "os brutos
também amam" e "assim caminha a humanidade").
2-orson welles. olhe que eu só vi os dois melhores: "kane" e "a marca da maldade".
precisa mais?
3-john ford. contou a história americana, o extermínio do indio, de quem -como eu -
não gostava, o oeste selvagem. ninguém filmou como ele os tres maiores ícones
americanos: o monument walley, john wayne e a cozinha(em "o homem que matou o
facínora"(tudosse passa, acontece e é decidido nela. um diretor de western, de
espaços e tomadas, conseguir isso... é gênio.
4-howard hawks. quase tão bom quanto ford, apesar de não ser irlandês. "rio vermelho,
"el dorado" e "onde começa o inferno" além de ser uma senhora trilogia, é a mesma
história contada tres vêzes. nos dois ultimos o "a favor" do xerife é alcoolatra.eu
tinha que gostar. de quebra ainda fez o primeiro(o clássico) "scarface". versátil,
brincou em vários gêneros.
5-david lean. fazer da boneca o'toole o maior herói inglês de todos os tempos não é
tarefa fácil. "a ponte do rio kwai", "passagem para a india", "doutor jivago", "as
filhas de ryan. mestre.
6-stanley kubick. "spartacus", "laranja mecânica" e principalmente "2001" mar-
caram muito.
7-william wyler- só por "ben-hur" já entra em todas as listas.
8-fred zinemann. "matar ou morrer", "a um passo da eternidade", "o dia do cha-
cal", "espíritos indômitos"(expondo todo o talento do jovem brando), "o ho-
mem que não vendeu sua alma". autríaco.
9-john sturgess. "sem lei sem alma"(prá mim, o melhor duelo no ok curral, fil-
mado mais de onze vêzes), "sete homens e um destino"(que escalação da porra
ele fez daquele time), "duelo de titãs". subestimado pelas novas gerações,
ele é fodinha.
10- copolla. entra pela saga dos corleone(os tres) e "a coversação". perdoemos
aquelas bobagens "selvagem da motocicleta", "vidas sem rumo", etc.
ói... inda tenho mais umas duas dessas pro caso de faltar.
chico.
1-george stevens(basta a melhor trilogia americana:"um lugar ao sol", "os brutos
também amam" e "assim caminha a humanidade").
2-orson welles. olhe que eu só vi os dois melhores: "kane" e "a marca da maldade".
precisa mais?
3-john ford. contou a história americana, o extermínio do indio, de quem -como eu -
não gostava, o oeste selvagem. ninguém filmou como ele os tres maiores ícones
americanos: o monument walley, john wayne e a cozinha(em "o homem que matou o
facínora"(tudosse passa, acontece e é decidido nela. um diretor de western, de
espaços e tomadas, conseguir isso... é gênio.
4-howard hawks. quase tão bom quanto ford, apesar de não ser irlandês. "rio vermelho,
"el dorado" e "onde começa o inferno" além de ser uma senhora trilogia, é a mesma
história contada tres vêzes. nos dois ultimos o "a favor" do xerife é alcoolatra.eu
tinha que gostar. de quebra ainda fez o primeiro(o clássico) "scarface". versátil,
brincou em vários gêneros.
5-david lean. fazer da boneca o'toole o maior herói inglês de todos os tempos não é
tarefa fácil. "a ponte do rio kwai", "passagem para a india", "doutor jivago", "as
filhas de ryan. mestre.
6-stanley kubick. "spartacus", "laranja mecânica" e principalmente "2001" mar-
caram muito.
7-william wyler- só por "ben-hur" já entra em todas as listas.
8-fred zinemann. "matar ou morrer", "a um passo da eternidade", "o dia do cha-
cal", "espíritos indômitos"(expondo todo o talento do jovem brando), "o ho-
mem que não vendeu sua alma". autríaco.
9-john sturgess. "sem lei sem alma"(prá mim, o melhor duelo no ok curral, fil-
mado mais de onze vêzes), "sete homens e um destino"(que escalação da porra
ele fez daquele time), "duelo de titãs". subestimado pelas novas gerações,
ele é fodinha.
10- copolla. entra pela saga dos corleone(os tres) e "a coversação". perdoemos
aquelas bobagens "selvagem da motocicleta", "vidas sem rumo", etc.
ói... inda tenho mais umas duas dessas pro caso de faltar.
chico.
"revendo "onde os fracos não têm vez""
old men...
meninada, postei estas porcarias aí, prá levantar uma bola. gostaria da resposta de cada individualmente, podendo ser aqui ou via e.mail.
seguinte, revimos cêrca da metade final do filme, eu e o doutor luiz, que apesar de
feio paporra, sério, mal humorado e mandar prá caralho, é um homem inteligente. então
quando o xerife chega no motel, encontra o cadáver do caçador imagina e "vê" o matador acocorado, escondido num cantinho lá(tubo do ar condicionado ?). aí, eu que estava na dúvida se quem havia matado o josh era a patota mexicana que pegara as ma-
las de sua sogra ou a peruca assassina, perguntei pro agro: "foi o barden quem matou?" ao que ele com aquele ar professoral, didático e definitivo balbuciou entredentes: "foi".
e agora, ké cocês acham da opinião do henrique, lá embaixo?
ele tá comigo.
bicho, olhando direitinho, 8 indicações, 4 oscares!!!? porra essa academia tem jeito
não.
bora: vão fazer o dever de casa, quero as respostas amanhã.
chico.
/ cinema / Estreias de cinema
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G1O Portal de Notícias da Globo
31/01/08 - 14h04 - Atualizado em 31/01/08 - 14h09
‘Onde os fracos não têm vez’ é obra-prima dos irmãos Coen
Indicado a oito Oscars, filme chega aos cinemas nesta sexta-feira (1).
Trama traz Javier Bardem em atuação perturbadora como o vilão Anton.
Carla Meneghini do G1, no Rio
Tamanho da letra
* A-
* A+
A partir desta sexta-feira (1), o público brasileiro poderá finalmente conferir o badalado “Onde os fracos não têm vez”, indicado a oito Oscars e tido como favorito à premiação da Academia.
Assista a vídeos do filme
Em primeiro lugar, é bom dizer: todo o frenesi não é à toa. O novo filme dos irmãos Ethan e Joel Coen é mesmo uma obra-prima, sem dúvida o melhor trabalho da dupla, e olha que estamos falando dos criadores de “Fargo”.
O longa começa com uma paisagem árida e a voz profunda de Tommy Lee Jones, na pele do xerife Bell, que conta sobre um caso passado, um rapaz que ele prendeu e terminou condenado à cadeira elétrica. A combinação dos dois – palavras e imagens – resulta num efeito especial, maior do que a simples soma dos elementos. De forma que, já nos primeiros segundos de projeção, o espectador fica preso à poltrona, grudado ao encosto por uma cola poderosa.
Foto: Divulgação
Divulgação
Javier Bardem na pele de Anton: natureza má e atuação de arrepiar (Foto: Divulgação)
saiba mais
*
Irmãos Coen e Paul Thomas Anderson lideram disputa do Oscar
*
Irmãos Coen levam prêmio do sindicato dos diretores dos Estados Unidos
*
'Onde os fracos não têm vez' leva prêmio máximo do SAG Awards
*
'Onde os fracos não têm vez' é o filme do ano para críticos
Estudo da violência
A história é uma espécie de suspense ambientada no faroeste, com seqüências de perseguição de tirar o fôlego. Mas, acima de tudo, é um estudo de personagens, um mergulho na psicologia da violência, cuja riqueza está em observar como as pessoas reagem a um indivíduo de natureza puramente má.
Esse homem é o vilão Anton, interpretado com intensidade perturbadora por Javier Bardem. Tudo começa quando um cara comum de nome Llewelyn (Josh Brolin) descobre uma mala com US$ 2 milhões no meio do deserto. Há defuntos e armas por todos os lados, e fica óbvio que o dinheiro está envolvido em alguma disputa de traficantes. Ainda assim, Llewelyn foge com a grana, sem saber do pesadelo que o espera.
O incidente serve de mola propulsora da trama, em que Llewelyn tenta fugir com a mala, Anton tenta pegá-lo e o xerife tentando deter o vilão. A cada passo de um, o outro se aproxima na mesma medida. As cenas são construídas meticulosamente, de forma que essa tensão nunca se disssipa. E nenhum deles pretende desistir.
Nesse movimento, “Onde os fracos não têm vez” revela como a natureza humana pode ser ora cruel, ora digna de pena. E só uma direção impecável consegue fazer com que uma visão tão negativa de nós mesmos seja tão deliciosa.
» volte para a reportagem
todos os comentários (146)» escreva seu comentário
primeiraanterior
próximaúltima
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6
*
Hércules|30/01/200915h51
Para esse filme ficar ruim ele tem que melhorar MUITO!
A cada hora assistindo esse filme são 60 min perdidos de vida útil!
*
m.|25/01/200920h08
nenhum filme que tenha um final feliz pode ser chamado de bom, creio que não seja só isso que interesse o público. Mas 4 oscars para um filme que não expressa NADA é ignorância, completamente sem fundamento.. inútil.
*
m.|25/01/200920h05
estou indignada, esse filme é realmente o que todo mundo diz, a não ser os metidos que se intitulam de `conhecedores do cinema`.. obra prima ? NUNCA. um filme desse não tem nem sequer uma explicação plausível. ridículo...
*
Elismar|14/01/200912h24
Concordo com a maioria. O filme é mto RUIM....um tipo de filme que foi feito pra crítico ver...
E quem disse que critico de cinema entende mais do que um simples expectador que leva a namorada pro cinema?
Juno merecia o oscar
mas pensando bem....quem disse que o Oscar premia o melhor filme?
*
Vicente|08/01/200915h38
Obra-prima?? Salvo a atuação de Javier Barden, o filme me deixou com a sensação de que veio pela metade. Perdi duas horas, recoloquei o dvd pra ver se tinha acabado... e para minha surpresa, tinha mesmo.. Se os irmãos não tivessem esquecido de fazer um final, talvez eu mudasse meu conceito.
*
Fernanda|25/12/200823h49
O filme é uma verdadeira carnificina, mas, a interpretação do Javier Bardem é perfeita. Acho que ele nem pisca durante o filme! Para quem gosta do estilo, é muito bom. A trama é detalhista e quem está interessado percebe a mensagem que é passada na história. Vale a pena!
*
Gustavo|23/12/200823h22
O fime é ruim, na verdade péssimo. Ganhou destaque da crítica por fugir da previsibilidade boba que tem marcado as últimas produções do cinema internacional. Prato cheio para os pseudo-intelectuais, que acham que o diferente é obra-prima. Quem quiser perder tempo, assista.
*
Bruno|21/12/200823h29
pro espertim ali embaixo!! É LOGICO Q ELE MATOU A MOÇA! VEJA DE NOVO... A PREOCUPAÇAO Q ELE TEM COM A BOTA DELE.. D NAO DEIXAR ELA SUJAR DE SANGUE.. TODA HRA Q ELE MATA ALGM ELE CONFERE SE NAO TA SUJA E TAL.. QD ELE SAI DA CASA DA MULHER O Q ELE FAZ? BINGO!!!! ¬¬
*
Bruno|21/12/200823h27
e de novo e de novo... ai desaparecerão duvidas toscas e pensamentos idem, ai passarao a admirar esse belissimo filme ;]
*
Bruno|21/12/200823h26
Filme é uma obra-prima, infelizmente as postagens anteriores são muito infelizes.
O Filme é magnífico, extraordinário e imprevisível!
O pessoal que fez críticas ao filme realmente não entendem nada de cinema!
tem gnt q nao entende!! e por isso fla q eh ruim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vejam de novo
*
Gustavo|20/12/200800h45
Sem dúvidas uma perda de tempo. Muito desconexo, e as tramas não se cruzam. Enfim, não dá pra entender muita coisa, mas sempre terá alguém dizendo que somos pobres mortais, e não captamos a ´essência´ do filme. É o pior filme que já vi
*
joseni|15/12/200813h47
é preciso entender o título para entender o final do filme.
*
MUITO RUIM|14/12/200813h13
PENSE NUM FILME RUIM, PENSOU??? ESSE CONSEGUE SER PIOR
NUM VI UM FILME TÃO RUIM SER INDICADO A 8 OSCARS ACHO QUE O DINHEIRO QUE ERA PRA SER INVESTIDO NO FILME ELES COMPRARAM OS OSCAS kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkk
*
Rodrigo|09/12/200813h33
Péssimo filme.
*
Diego|03/12/200818h27
Contesto o fato de rotularem este filme como ´obra-prima´, com um final péssimo, pensei que a história havia acabado na metade,lamentável...não sei como a academia elegeu-o como melhor filme.
*
...|29/11/200822h39
Tem gente q ainda tá pensando q o filme foi todo um sonho do xerife!!!!!
E ainda se acham dignos d criticar...
*
Numenessën|25/11/200816h06
A atuação de Javier Barden é a única coisa que salva esse filme.
*
...|17/11/200819h52
Detesto esses filmes americanos óbvios com finais felizes, mocinhos/as bonitos/as e essa pataquada toda. São todos idiotas demais, como os próprios americanos (EUA). Esse filme pra mim é tão tolo e banal quanto os outros. Não sei por quê fui dar uma chance pra esses burros arrogantes... uma droga.
*
Renata|12/11/200816h16
Só consigo chegar a uma conclusão: se tem gente que mal consegue escrever português (e isso talvez não seja culpa deles, mas do ´sistema´ que não dá acesso à educação),como esperar uma crítica razoável a um filme que retrata a vida como ela é, em atuações magistrais?! Em suma: isto é o Brasil.
*
ulisses miguel|12/11/200800h54
Infelizmente, tem de assistir pra descobrir que o fime eh ruim. No início, o filme promete: a estória é boa e as atuaçoes são ótimas, No final deu chabu, acho que faltou dinheiro e/ou paciencia pros coen. Prato cheio pros chatos metidos a intectualóides dizerem que adoraram.
*
Henrique|09/11/200810h54
Por que o personagem que duela com o psicopata o todo o tempo, morre numa cena imaginária nas mãos de personagens que não tiveram participação alguma no filme?
Por que do acidente de carro?
Por que o pai do Tomy Lee aparece e desaparece do enredo?
O que o Tomy Lee quis dizer com aquele sonho?
*
Henrique Lelli|09/11/200810h47
Filme ridículo.
As pessoas que se dizem entendidos de cinema e admiraram o filme devem ter na verdade assistido um filme de psicopata pela primeira vez, só pode. Porque não é possível admirar um filme por um único personagem peculiar.
*
Felipe|09/11/200804h13
Faziam, tavez, uns 4 anos que eu não via um ganhador de Oscar tão horrivel como este...
E os que se julgam ´entendedoras de cinema´, dizendo que esta porcaria é uma obra-prima, nada mais são que pseudo-intelectualóides que acham que ser inteligênte é contra-dizer o óbvio.
Lixo.
Sem mais.
*
André Luiz de Souza Fernandes|02/11/200811h00
Eu entendi o filme, ele quer mostrar o fracasso do xerife, a sensação de impotência dele por estar velho e de nao conseguir prender o bandido e o filme quer dar também a sensação de realidade e medo fazendo o psicopata sair livre no final, o filme também não mostra varias cenas. Dã! O filme PÉSSIMO!
*
Mauro|26/10/200814h48
Esse filme é a pior bomba do século, esses irmãos só sabem fazer filme com psicopatas, coisas ridículas assim até eu faço. Conseguiu ser pior que Fargo.
meninada, postei estas porcarias aí, prá levantar uma bola. gostaria da resposta de cada individualmente, podendo ser aqui ou via e.mail.
seguinte, revimos cêrca da metade final do filme, eu e o doutor luiz, que apesar de
feio paporra, sério, mal humorado e mandar prá caralho, é um homem inteligente. então
quando o xerife chega no motel, encontra o cadáver do caçador imagina e "vê" o matador acocorado, escondido num cantinho lá(tubo do ar condicionado ?). aí, eu que estava na dúvida se quem havia matado o josh era a patota mexicana que pegara as ma-
las de sua sogra ou a peruca assassina, perguntei pro agro: "foi o barden quem matou?" ao que ele com aquele ar professoral, didático e definitivo balbuciou entredentes: "foi".
e agora, ké cocês acham da opinião do henrique, lá embaixo?
ele tá comigo.
bicho, olhando direitinho, 8 indicações, 4 oscares!!!? porra essa academia tem jeito
não.
bora: vão fazer o dever de casa, quero as respostas amanhã.
chico.
/ cinema / Estreias de cinema
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G1O Portal de Notícias da Globo
31/01/08 - 14h04 - Atualizado em 31/01/08 - 14h09
‘Onde os fracos não têm vez’ é obra-prima dos irmãos Coen
Indicado a oito Oscars, filme chega aos cinemas nesta sexta-feira (1).
Trama traz Javier Bardem em atuação perturbadora como o vilão Anton.
Carla Meneghini do G1, no Rio
Tamanho da letra
* A-
* A+
A partir desta sexta-feira (1), o público brasileiro poderá finalmente conferir o badalado “Onde os fracos não têm vez”, indicado a oito Oscars e tido como favorito à premiação da Academia.
Assista a vídeos do filme
Em primeiro lugar, é bom dizer: todo o frenesi não é à toa. O novo filme dos irmãos Ethan e Joel Coen é mesmo uma obra-prima, sem dúvida o melhor trabalho da dupla, e olha que estamos falando dos criadores de “Fargo”.
O longa começa com uma paisagem árida e a voz profunda de Tommy Lee Jones, na pele do xerife Bell, que conta sobre um caso passado, um rapaz que ele prendeu e terminou condenado à cadeira elétrica. A combinação dos dois – palavras e imagens – resulta num efeito especial, maior do que a simples soma dos elementos. De forma que, já nos primeiros segundos de projeção, o espectador fica preso à poltrona, grudado ao encosto por uma cola poderosa.
Foto: Divulgação
Divulgação
Javier Bardem na pele de Anton: natureza má e atuação de arrepiar (Foto: Divulgação)
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Irmãos Coen e Paul Thomas Anderson lideram disputa do Oscar
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Irmãos Coen levam prêmio do sindicato dos diretores dos Estados Unidos
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'Onde os fracos não têm vez' leva prêmio máximo do SAG Awards
*
'Onde os fracos não têm vez' é o filme do ano para críticos
Estudo da violência
A história é uma espécie de suspense ambientada no faroeste, com seqüências de perseguição de tirar o fôlego. Mas, acima de tudo, é um estudo de personagens, um mergulho na psicologia da violência, cuja riqueza está em observar como as pessoas reagem a um indivíduo de natureza puramente má.
Esse homem é o vilão Anton, interpretado com intensidade perturbadora por Javier Bardem. Tudo começa quando um cara comum de nome Llewelyn (Josh Brolin) descobre uma mala com US$ 2 milhões no meio do deserto. Há defuntos e armas por todos os lados, e fica óbvio que o dinheiro está envolvido em alguma disputa de traficantes. Ainda assim, Llewelyn foge com a grana, sem saber do pesadelo que o espera.
O incidente serve de mola propulsora da trama, em que Llewelyn tenta fugir com a mala, Anton tenta pegá-lo e o xerife tentando deter o vilão. A cada passo de um, o outro se aproxima na mesma medida. As cenas são construídas meticulosamente, de forma que essa tensão nunca se disssipa. E nenhum deles pretende desistir.
Nesse movimento, “Onde os fracos não têm vez” revela como a natureza humana pode ser ora cruel, ora digna de pena. E só uma direção impecável consegue fazer com que uma visão tão negativa de nós mesmos seja tão deliciosa.
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1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6
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Hércules|30/01/200915h51
Para esse filme ficar ruim ele tem que melhorar MUITO!
A cada hora assistindo esse filme são 60 min perdidos de vida útil!
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m.|25/01/200920h08
nenhum filme que tenha um final feliz pode ser chamado de bom, creio que não seja só isso que interesse o público. Mas 4 oscars para um filme que não expressa NADA é ignorância, completamente sem fundamento.. inútil.
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m.|25/01/200920h05
estou indignada, esse filme é realmente o que todo mundo diz, a não ser os metidos que se intitulam de `conhecedores do cinema`.. obra prima ? NUNCA. um filme desse não tem nem sequer uma explicação plausível. ridículo...
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Elismar|14/01/200912h24
Concordo com a maioria. O filme é mto RUIM....um tipo de filme que foi feito pra crítico ver...
E quem disse que critico de cinema entende mais do que um simples expectador que leva a namorada pro cinema?
Juno merecia o oscar
mas pensando bem....quem disse que o Oscar premia o melhor filme?
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Vicente|08/01/200915h38
Obra-prima?? Salvo a atuação de Javier Barden, o filme me deixou com a sensação de que veio pela metade. Perdi duas horas, recoloquei o dvd pra ver se tinha acabado... e para minha surpresa, tinha mesmo.. Se os irmãos não tivessem esquecido de fazer um final, talvez eu mudasse meu conceito.
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Fernanda|25/12/200823h49
O filme é uma verdadeira carnificina, mas, a interpretação do Javier Bardem é perfeita. Acho que ele nem pisca durante o filme! Para quem gosta do estilo, é muito bom. A trama é detalhista e quem está interessado percebe a mensagem que é passada na história. Vale a pena!
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Gustavo|23/12/200823h22
O fime é ruim, na verdade péssimo. Ganhou destaque da crítica por fugir da previsibilidade boba que tem marcado as últimas produções do cinema internacional. Prato cheio para os pseudo-intelectuais, que acham que o diferente é obra-prima. Quem quiser perder tempo, assista.
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Bruno|21/12/200823h29
pro espertim ali embaixo!! É LOGICO Q ELE MATOU A MOÇA! VEJA DE NOVO... A PREOCUPAÇAO Q ELE TEM COM A BOTA DELE.. D NAO DEIXAR ELA SUJAR DE SANGUE.. TODA HRA Q ELE MATA ALGM ELE CONFERE SE NAO TA SUJA E TAL.. QD ELE SAI DA CASA DA MULHER O Q ELE FAZ? BINGO!!!! ¬¬
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Bruno|21/12/200823h27
e de novo e de novo... ai desaparecerão duvidas toscas e pensamentos idem, ai passarao a admirar esse belissimo filme ;]
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Bruno|21/12/200823h26
Filme é uma obra-prima, infelizmente as postagens anteriores são muito infelizes.
O Filme é magnífico, extraordinário e imprevisível!
O pessoal que fez críticas ao filme realmente não entendem nada de cinema!
tem gnt q nao entende!! e por isso fla q eh ruim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vejam de novo
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Gustavo|20/12/200800h45
Sem dúvidas uma perda de tempo. Muito desconexo, e as tramas não se cruzam. Enfim, não dá pra entender muita coisa, mas sempre terá alguém dizendo que somos pobres mortais, e não captamos a ´essência´ do filme. É o pior filme que já vi
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joseni|15/12/200813h47
é preciso entender o título para entender o final do filme.
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MUITO RUIM|14/12/200813h13
PENSE NUM FILME RUIM, PENSOU??? ESSE CONSEGUE SER PIOR
NUM VI UM FILME TÃO RUIM SER INDICADO A 8 OSCARS ACHO QUE O DINHEIRO QUE ERA PRA SER INVESTIDO NO FILME ELES COMPRARAM OS OSCAS kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkk
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Rodrigo|09/12/200813h33
Péssimo filme.
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Diego|03/12/200818h27
Contesto o fato de rotularem este filme como ´obra-prima´, com um final péssimo, pensei que a história havia acabado na metade,lamentável...não sei como a academia elegeu-o como melhor filme.
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...|29/11/200822h39
Tem gente q ainda tá pensando q o filme foi todo um sonho do xerife!!!!!
E ainda se acham dignos d criticar...
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Numenessën|25/11/200816h06
A atuação de Javier Barden é a única coisa que salva esse filme.
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...|17/11/200819h52
Detesto esses filmes americanos óbvios com finais felizes, mocinhos/as bonitos/as e essa pataquada toda. São todos idiotas demais, como os próprios americanos (EUA). Esse filme pra mim é tão tolo e banal quanto os outros. Não sei por quê fui dar uma chance pra esses burros arrogantes... uma droga.
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Renata|12/11/200816h16
Só consigo chegar a uma conclusão: se tem gente que mal consegue escrever português (e isso talvez não seja culpa deles, mas do ´sistema´ que não dá acesso à educação),como esperar uma crítica razoável a um filme que retrata a vida como ela é, em atuações magistrais?! Em suma: isto é o Brasil.
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ulisses miguel|12/11/200800h54
Infelizmente, tem de assistir pra descobrir que o fime eh ruim. No início, o filme promete: a estória é boa e as atuaçoes são ótimas, No final deu chabu, acho que faltou dinheiro e/ou paciencia pros coen. Prato cheio pros chatos metidos a intectualóides dizerem que adoraram.
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Henrique|09/11/200810h54
Por que o personagem que duela com o psicopata o todo o tempo, morre numa cena imaginária nas mãos de personagens que não tiveram participação alguma no filme?
Por que do acidente de carro?
Por que o pai do Tomy Lee aparece e desaparece do enredo?
O que o Tomy Lee quis dizer com aquele sonho?
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Henrique Lelli|09/11/200810h47
Filme ridículo.
As pessoas que se dizem entendidos de cinema e admiraram o filme devem ter na verdade assistido um filme de psicopata pela primeira vez, só pode. Porque não é possível admirar um filme por um único personagem peculiar.
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Felipe|09/11/200804h13
Faziam, tavez, uns 4 anos que eu não via um ganhador de Oscar tão horrivel como este...
E os que se julgam ´entendedoras de cinema´, dizendo que esta porcaria é uma obra-prima, nada mais são que pseudo-intelectualóides que acham que ser inteligênte é contra-dizer o óbvio.
Lixo.
Sem mais.
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André Luiz de Souza Fernandes|02/11/200811h00
Eu entendi o filme, ele quer mostrar o fracasso do xerife, a sensação de impotência dele por estar velho e de nao conseguir prender o bandido e o filme quer dar também a sensação de realidade e medo fazendo o psicopata sair livre no final, o filme também não mostra varias cenas. Dã! O filme PÉSSIMO!
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Mauro|26/10/200814h48
Esse filme é a pior bomba do século, esses irmãos só sabem fazer filme com psicopatas, coisas ridículas assim até eu faço. Conseguiu ser pior que Fargo.
"cate & naomi"
ensinando as crianças, leiam. taí: o que eu disse e o oposto do que voces afirmaram.
me ensinem quando eu errar também. ok?
óia, vou dizer uma coisa: depois do viagra e todos os seus parentes, a maior invenção
ou descoberta do ser humano foi a internet. transformou a insônia na oitava maravilha
do mundo. nunca aquela máxima "dormir é perda de tempo" foi tão verdadeira.
vou wikiar, depois eu volto.
abç.
chico.
Cate Blanchett
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Cate Blanchett
Cate em 2007.
Cate em 2007.
Nome completo Catherine Élise Blanchett
Nascimento 14 de Maio de 1969(14-05-1969) (39 anos)
Melbourne, Austrália
Ocupação Atriz
Cônjuge Andrew Upton (1997-presente)
Prémios Golden Globe
Melhor Atriz - Drama
1998 Elizabeth
Melhor atriz coadjuvante
2008 Não Estou Lá
SAG Awards
Melhor atriz coadjuvante
2004 O Aviador
IMDb
Catherine Élise "Cate" Blanchett (Melbourne, 14 de maio de 1969) é uma atriz australiana, vencedora do Oscar.
Índice
[esconder] [esconder]
* 1 Vida familiar
* 2 Carreira profissional
* 3 Prêmios
o 3.1 Prêmios ganhos
o 3.2 Indicações
* 4 Filmografia
* 5 Curiosidades
* 6 Ligações externas
* 7 Referências
[editar] Vida familiar
È filha de um pai texano de ascendência francesa e de uma professora da área de Melbourne. O pai de Cate morreu quando ela tinha dez anos de idade, deixando-a, a mãe e os irmãos Bob e Genevieve.
Seu marido é o dramaturgo e roteirista Andrew Upton, que ela conheceu em 1996 enquanto atuava na produção da peça dele The Seagull. Os dois se casaram em 29 de dezembro de 1997. O primeiro filho deles, Dashiell John, nasceu em 3 de dezembro de 2001, o segundo, Roman Robert, em 23 de abril de 2004 e o terceiro, Ignatius Martin, em 13 de abril de 2008.
Depois de fazer da Inglaterra sua moradia, Cate voltou a residir recentemente na Austrália.
[editar] Carreira profissional
Cate estudou em uma Escola Metodista de Garotas, onde começou a explorar sua paixão pela atuação. Logo após se formar, mudou-se para Sydney para estudar no Instituto Nacional de Arte Dramática. Formou-se em 1992, começando sua carreira nos palcos. Seu primeiro papel principal foi na peça Oleanna de 1993, estrelando com Geoffrey Rush. Ela também estrelou como Ofélia na produção de 1994-1995 de Hamlet, co-estrelando com Richard Roxburgh e Geoffrey Rush.
A atriz teve alguns papéis importantes em minisséries dramáticas da televisão australiana. Apareceu como Elizabeth Ashton na minissérie Heartland (conhecida como Burned Bridges nos EUA) e como Bianca em Bordertown.
Sua estréia no cinema foi como uma enfermeira australiana capturada por um prisioneiro japonês na produção de guerra de Paradise Road dirigida por Bruce Beresford e estrelada por Glenn Close e Frances McDormand.
Cate é mais bem-conhecida pelo papel de Elizabeth I no filme de 1998 Elizabeth. Esse papel deu a ela uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Principal. Mas tarde, em 2005, Cate ganhou uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel de Katharine Hepburn no filme O aviador de Martin Scorsese. Isso tornou Cate a primeira atriz a ganhar um Oscar por interpretar um ganhador do Oscar.
Cate também se tornou conhecida do público por interpretar o elfo Galadriel nos três filmes da sequência de O Senhor dos Anéis de Peter Jackson.
Portal A Wikipédia possui o(s) portal(is):
Portal de cinema
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[editar] Prêmios
Cate dando autógrafos em Berlim (2005).
[editar] Prêmios ganhos
* 1992 - Sydney Theatre Critics Award: melhor atriz por Oleanna
* 1993 - Sydney Critics Circle Award: melhor revelação por Kafka Dances
* 1997 - AFI Award: melhor atriz coadjuvante por Thank God He Met Lizzie
* 1997 - Sydney Film Critics Award: melhor atriz coadjuvante por Thank God He Met Lizzie
* 1998 - BAFTA Award: melhor atriz por Elizabeth
* 1998 - Globo de Ouro: melhor atriz dramática por Elizabeth
* 2004 - Oscar: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2004 - BAFTA Award: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2004 - SAG Awards: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2005 - AFI Award: melhor atriz por Little Fish
* 2008 - Globo de Ouro: melhor atriz coadjuvante por Não Estou Lá
[editar] Indicações
* 1997 - AFI Award: melhor atriz por Oscar & Lucinda
* 1998 - Oscar: melhor atriz por Elizabeth
* 1999 - BAFTA Award: melhor atriz coadjuvante por O Talentoso Ripley
* 2001 - Globo de Ouro: melhor atriz cômica por Vida bandida
* 2003 - Globo de Ouro: melhor atriz dramática por Veronica Guerin
* 2004 - Globo de Ouro: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2006 - Oscar: melhor atriz coadjuvante por Notes on a Scandal
* 2008 - Oscar: melhor atriz coadjuvante por Não Estou Lá
* 2008 - Oscar: melhor atriz por Elizabeth: A era de ouro
[editar] Filmografia
Ano Filme Papel
1994 Police Rescue: The Movie Vivian
1996 Parklands Rosie
1997 Oscar and Lucinda Lucinda Leplastrier
Thank God He Met Lizzie Lizzie
Paradise Road Susan Macarthy
1998 Elizabeth Rainha Isabel I de Inglaterra
1999 Bangers Julie-Anne
The Talented Mr. Ripley Meredith Logue
Pushing Tin Connie Falzone
An Ideal Husband Lady Gertrude Chiltern
2000 The Gift Annabelle "Annie" Wilson
The Man Who Cried Lola
2001 The Shipping News Petal Quoyle
Charlotte Gray Charlotte Gray
The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring Galadriel
Bandits Kate Wheeler
2002 The Lord of the Rings: The Two Towers Galadriel
Heaven Philippa
2003 The Lord of the Rings: The Return of the King Galadriel
The Missing Magdalena 'Maggie' Gilkeson
Coffee and Cigarettes Herself & Shelly
Veronica Guerin Veronica Guerin
2004 The Life Aquatic with Steve Zissou Jane Winslett-Richardson
The Aviator Katharine Hepburn
2005 Little Fish Tracy Heart
2006 Babel Susan Jones
The Good German Lena Brandt
Notes on a Scandal Sheba Hart
2007 Hot Fuzz Janine (cameo não creditado)
Elizabeth: The Golden Age Rainha Isabel I de Inglaterra
I'm Not There Jude Quinn (Bob Dylan)
2008 Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull Coronel-Doutora Irina Spalko
The Curious Case of Benjamin Button Daisy
2009 Fantastic Mr. Fox Mrs. Fox (voz)
Ponyo on the Cliff by the Sea voz
[editar] Curiosidades
* Depois de interpretar a vilã russa de Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, membros do partido Partido Comunista russo declararam que Cate deveria "estar sobre ameaça de desemprego por aceitar o papel no filme" e que ela e Harrison Ford eram "atores de segunda categoria."[1]
[editar] Ligações externas
Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Cate Blanchett.
* Cate Blanchett no IMDB
* Sobre Cate Blanchett
* Entrevista com Cate Blanchett
Naomi Watts
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Naomi Wats)
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Naomi Watts
Nome completo Naomi Ellen Watts
Nascimento 28 de Setembro de 1968(28-09-1968) (40 anos)
Shoreham, Kent
Ocupação Actriz
IMDb
Naomi Watts (West Sussex, 28 de setembro de 1968) é uma atriz anglo-australiana.
Índice
[esconder] [esconder]
* 1 Biografia
* 2 Vida Pessoal
* 3 Filmografia
* 4 Ligações externas
[editar] Biografia
Naomi Watts viveu até os oito anos de idade em sua localidade natal. Seus pais, Peter e Myfanwy Watts separaram-se quando ela tinha quatro anos, e ela tinha apenas sete quando seu pai morreu. A mãe resolveu mudar a família para a cidade de Llangefni, ao norte do País de Gales, onde moraram com os avós de Naomi, Hugh e Nikki Roberts. A mãe tinha o costume de continuamente relocar a família atrás de namorados, mas sempre acabava voltando para Llangefni. Naomi viveu por lá até os quatorze anos. Durante uma viagem para a Austrália, sua mãe se convenceu de que aquela era uma "terra de oportunidades" e mudou a família para Sydney em 1982. Sua avó, Nikki, era australiana, o que facilitou a documentação.
Seu pai era engenheiro de som do grupo Pink Floyd e sua mãe é descrita por Watts como uma hippie "com tendências passionais-agressivas" que várias vezes ameaçava mandar ela e o irmão para o Juizado de Menores para convencer os avós a tomar conta deles.
Em Sydney, Watts frequentou várias escolas de atuação. Em uma delas, conheceu Nicole Kidman, com quem dividiu um taxi para casa, voltando de uma aula. Em 1986, parou de atuar e foi ao Japão trabalhar como modelo, mas a empreitada não deu certo - Watts descreve este período como o pior de sua vida. Ao retornar à Austrália, Watts foi trabalhar numa loja de departamento local e de lá foi trabalhar como assistente de um editor de uma revista de moda australiana. Também desenvolveu paixão por esportes e, entre meados da década de 80 até meados da de 90, ela treinou Judô e chegou a participar de campeonatos menores. Só voltou a atuar quando um convite de um colega apareceu para atuar numa pequena peça. Sua paixão pelas artes cênicas fizeram-na largar seu trabalho e dedicar-se completamente a ser atriz.
Naomi Watts e David Lynch no Festival de Cannes
Apareceu primeiro em comerciais, depois na série de drama Home and Away em 1988 no papel de Julie Gibson. Foi emplacar no filme Tank Girl, de 1995, com o papel de Jet Girl e, nesta época, afastou-se do Judô devido à falta de tempo em conciliar a carreira de atriz com o hobby, muito embora ela se declare, até hoje, enorme entusiasta do esporte.
Em 2001, Watts apareceu em Mulholland Dr., de David Lynch, numa atuação que ganhou muito prestígio. A qualidade de seus papéis aumentou depois de Mulholland Dr., quando estrelou no bem-sucedido remake americano de The Ring, um filme de horror japonês.
Em 2004, recebeu uma nomeação ao Oscar de melhor atriz pela sua atuação em 21 Grams.
[editar] Vida Pessoal
Naomi já namorou o ator Heath Ledger de 2002 à 2004. Atualmente namora o ator Liev Schreiber, a quem Naomi conheceu nas gravações do filme The Painted Veil, eles têm dois filhos: Alexander Pete Schreiber, nascido em 26 de julho de 2007 e Samuel Kai Schreiber nascido em 13 de dezembro de 2008.
[editar] Filmografia
* 1986 - For Love Alone
* 1988 - Home and Away - (TV)
* 1991 - Flertando - (Flirting)
* 1993 - Matinee-Uma Sessão Muito Louca - (Matinee)
* 1993 - Wide Sargasso Sea
* 1993 - Relação Perigosa - (Gross Misconduct)
* 1993 - Sob Custódia - (The Custodian)
* 1995 - Detonando o Futuro - (Tank Girl)
* 1996 - Triângulo das Bermudas - (Bermuda Triangle)- TV
* 1996 - Correndo Alto Risco - (Persons Unkown)
* 1996 - O Relógio - (Timepiece)- TV
* 1996 - Colheita Maldita 4 - (Children of the Corn IV: the gatering)
* 1997 - Under the Lighthouse Dancing
* 1998 - Em Luta Pelo Amor - (Dangerous Beauty)
* 1998 - Baby, o Porquinho Atrapalhado na Cidade - (Babe: Pig in the City)- (dublagem)
* 1998 - The Christmas Wish - (TV)
* 1999 - Caça ao Unicórnio - (The Hunt for the Unicorn Killer)- TV
* 1999 - Strange Planet
* 2000 - The Wyvern Mystery - (TV)
* 2001 - Ellie Parker - curta metragem
* 2001 - O Elevador da Morte - (Down)
* 2001 - Cidade dos Sonhos - (Mulholland Drive
* 2001 - O Chamado - (The Ring)
* 2002 - Túmulo Com Vista - (Plots With a View)
* 2002 - Rabbits - curta metragem
* 2002 - Ned Kelly
* 2003 - À Francesa - (Le Divorce)
* 2003 - 21 Gramas - (21 Grams)
* 2004 - Tentação - (We Don't Live Here Anymore)
* 2004 - O Assassinato de Richard Rixon - (The Assassination of Richard Nixon)
* 2004 - Huckabess-A Vida É Uma Comédia - (I love Huckabees)
* 2005 - A Passagem - (Stay)
* 2005 - O Chamado 2 - (The Ring Two)
* 2005 - King Kong - (King Kong)
* 2005 - Ellie Parker - (Ellie Parker)
* 2006 - O Despertar de Uma Paixão - (The Painted Veil)
* 2006 - Império dos Sonhos - (Inland Empire) - voz
* 2007 - Senhores do Crime - (Eastern Promisses)
* 2008 - Funny Games - (Funny Games)
* 2009 - The International
* 2009 - Need
* 2009 - The Birds
* 2010 - King Lear
[editar] Ligações externas
* Naomi Watts Bio
me ensinem quando eu errar também. ok?
óia, vou dizer uma coisa: depois do viagra e todos os seus parentes, a maior invenção
ou descoberta do ser humano foi a internet. transformou a insônia na oitava maravilha
do mundo. nunca aquela máxima "dormir é perda de tempo" foi tão verdadeira.
vou wikiar, depois eu volto.
abç.
chico.
Cate Blanchett
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Cate Blanchett
Cate em 2007.
Cate em 2007.
Nome completo Catherine Élise Blanchett
Nascimento 14 de Maio de 1969(14-05-1969) (39 anos)
Melbourne, Austrália
Ocupação Atriz
Cônjuge Andrew Upton (1997-presente)
Prémios Golden Globe
Melhor Atriz - Drama
1998 Elizabeth
Melhor atriz coadjuvante
2008 Não Estou Lá
SAG Awards
Melhor atriz coadjuvante
2004 O Aviador
IMDb
Catherine Élise "Cate" Blanchett (Melbourne, 14 de maio de 1969) é uma atriz australiana, vencedora do Oscar.
Índice
[esconder] [esconder]
* 1 Vida familiar
* 2 Carreira profissional
* 3 Prêmios
o 3.1 Prêmios ganhos
o 3.2 Indicações
* 4 Filmografia
* 5 Curiosidades
* 6 Ligações externas
* 7 Referências
[editar] Vida familiar
È filha de um pai texano de ascendência francesa e de uma professora da área de Melbourne. O pai de Cate morreu quando ela tinha dez anos de idade, deixando-a, a mãe e os irmãos Bob e Genevieve.
Seu marido é o dramaturgo e roteirista Andrew Upton, que ela conheceu em 1996 enquanto atuava na produção da peça dele The Seagull. Os dois se casaram em 29 de dezembro de 1997. O primeiro filho deles, Dashiell John, nasceu em 3 de dezembro de 2001, o segundo, Roman Robert, em 23 de abril de 2004 e o terceiro, Ignatius Martin, em 13 de abril de 2008.
Depois de fazer da Inglaterra sua moradia, Cate voltou a residir recentemente na Austrália.
[editar] Carreira profissional
Cate estudou em uma Escola Metodista de Garotas, onde começou a explorar sua paixão pela atuação. Logo após se formar, mudou-se para Sydney para estudar no Instituto Nacional de Arte Dramática. Formou-se em 1992, começando sua carreira nos palcos. Seu primeiro papel principal foi na peça Oleanna de 1993, estrelando com Geoffrey Rush. Ela também estrelou como Ofélia na produção de 1994-1995 de Hamlet, co-estrelando com Richard Roxburgh e Geoffrey Rush.
A atriz teve alguns papéis importantes em minisséries dramáticas da televisão australiana. Apareceu como Elizabeth Ashton na minissérie Heartland (conhecida como Burned Bridges nos EUA) e como Bianca em Bordertown.
Sua estréia no cinema foi como uma enfermeira australiana capturada por um prisioneiro japonês na produção de guerra de Paradise Road dirigida por Bruce Beresford e estrelada por Glenn Close e Frances McDormand.
Cate é mais bem-conhecida pelo papel de Elizabeth I no filme de 1998 Elizabeth. Esse papel deu a ela uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Principal. Mas tarde, em 2005, Cate ganhou uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel de Katharine Hepburn no filme O aviador de Martin Scorsese. Isso tornou Cate a primeira atriz a ganhar um Oscar por interpretar um ganhador do Oscar.
Cate também se tornou conhecida do público por interpretar o elfo Galadriel nos três filmes da sequência de O Senhor dos Anéis de Peter Jackson.
Portal A Wikipédia possui o(s) portal(is):
Portal de cinema
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[editar] Prêmios
Cate dando autógrafos em Berlim (2005).
[editar] Prêmios ganhos
* 1992 - Sydney Theatre Critics Award: melhor atriz por Oleanna
* 1993 - Sydney Critics Circle Award: melhor revelação por Kafka Dances
* 1997 - AFI Award: melhor atriz coadjuvante por Thank God He Met Lizzie
* 1997 - Sydney Film Critics Award: melhor atriz coadjuvante por Thank God He Met Lizzie
* 1998 - BAFTA Award: melhor atriz por Elizabeth
* 1998 - Globo de Ouro: melhor atriz dramática por Elizabeth
* 2004 - Oscar: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2004 - BAFTA Award: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2004 - SAG Awards: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2005 - AFI Award: melhor atriz por Little Fish
* 2008 - Globo de Ouro: melhor atriz coadjuvante por Não Estou Lá
[editar] Indicações
* 1997 - AFI Award: melhor atriz por Oscar & Lucinda
* 1998 - Oscar: melhor atriz por Elizabeth
* 1999 - BAFTA Award: melhor atriz coadjuvante por O Talentoso Ripley
* 2001 - Globo de Ouro: melhor atriz cômica por Vida bandida
* 2003 - Globo de Ouro: melhor atriz dramática por Veronica Guerin
* 2004 - Globo de Ouro: melhor atriz coadjuvante por O aviador
* 2006 - Oscar: melhor atriz coadjuvante por Notes on a Scandal
* 2008 - Oscar: melhor atriz coadjuvante por Não Estou Lá
* 2008 - Oscar: melhor atriz por Elizabeth: A era de ouro
[editar] Filmografia
Ano Filme Papel
1994 Police Rescue: The Movie Vivian
1996 Parklands Rosie
1997 Oscar and Lucinda Lucinda Leplastrier
Thank God He Met Lizzie Lizzie
Paradise Road Susan Macarthy
1998 Elizabeth Rainha Isabel I de Inglaterra
1999 Bangers Julie-Anne
The Talented Mr. Ripley Meredith Logue
Pushing Tin Connie Falzone
An Ideal Husband Lady Gertrude Chiltern
2000 The Gift Annabelle "Annie" Wilson
The Man Who Cried Lola
2001 The Shipping News Petal Quoyle
Charlotte Gray Charlotte Gray
The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring Galadriel
Bandits Kate Wheeler
2002 The Lord of the Rings: The Two Towers Galadriel
Heaven Philippa
2003 The Lord of the Rings: The Return of the King Galadriel
The Missing Magdalena 'Maggie' Gilkeson
Coffee and Cigarettes Herself & Shelly
Veronica Guerin Veronica Guerin
2004 The Life Aquatic with Steve Zissou Jane Winslett-Richardson
The Aviator Katharine Hepburn
2005 Little Fish Tracy Heart
2006 Babel Susan Jones
The Good German Lena Brandt
Notes on a Scandal Sheba Hart
2007 Hot Fuzz Janine (cameo não creditado)
Elizabeth: The Golden Age Rainha Isabel I de Inglaterra
I'm Not There Jude Quinn (Bob Dylan)
2008 Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull Coronel-Doutora Irina Spalko
The Curious Case of Benjamin Button Daisy
2009 Fantastic Mr. Fox Mrs. Fox (voz)
Ponyo on the Cliff by the Sea voz
[editar] Curiosidades
* Depois de interpretar a vilã russa de Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, membros do partido Partido Comunista russo declararam que Cate deveria "estar sobre ameaça de desemprego por aceitar o papel no filme" e que ela e Harrison Ford eram "atores de segunda categoria."[1]
[editar] Ligações externas
Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Cate Blanchett.
* Cate Blanchett no IMDB
* Sobre Cate Blanchett
* Entrevista com Cate Blanchett
Naomi Watts
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Naomi Watts
Nome completo Naomi Ellen Watts
Nascimento 28 de Setembro de 1968(28-09-1968) (40 anos)
Shoreham, Kent
Ocupação Actriz
IMDb
Naomi Watts (West Sussex, 28 de setembro de 1968) é uma atriz anglo-australiana.
Índice
[esconder] [esconder]
* 1 Biografia
* 2 Vida Pessoal
* 3 Filmografia
* 4 Ligações externas
[editar] Biografia
Naomi Watts viveu até os oito anos de idade em sua localidade natal. Seus pais, Peter e Myfanwy Watts separaram-se quando ela tinha quatro anos, e ela tinha apenas sete quando seu pai morreu. A mãe resolveu mudar a família para a cidade de Llangefni, ao norte do País de Gales, onde moraram com os avós de Naomi, Hugh e Nikki Roberts. A mãe tinha o costume de continuamente relocar a família atrás de namorados, mas sempre acabava voltando para Llangefni. Naomi viveu por lá até os quatorze anos. Durante uma viagem para a Austrália, sua mãe se convenceu de que aquela era uma "terra de oportunidades" e mudou a família para Sydney em 1982. Sua avó, Nikki, era australiana, o que facilitou a documentação.
Seu pai era engenheiro de som do grupo Pink Floyd e sua mãe é descrita por Watts como uma hippie "com tendências passionais-agressivas" que várias vezes ameaçava mandar ela e o irmão para o Juizado de Menores para convencer os avós a tomar conta deles.
Em Sydney, Watts frequentou várias escolas de atuação. Em uma delas, conheceu Nicole Kidman, com quem dividiu um taxi para casa, voltando de uma aula. Em 1986, parou de atuar e foi ao Japão trabalhar como modelo, mas a empreitada não deu certo - Watts descreve este período como o pior de sua vida. Ao retornar à Austrália, Watts foi trabalhar numa loja de departamento local e de lá foi trabalhar como assistente de um editor de uma revista de moda australiana. Também desenvolveu paixão por esportes e, entre meados da década de 80 até meados da de 90, ela treinou Judô e chegou a participar de campeonatos menores. Só voltou a atuar quando um convite de um colega apareceu para atuar numa pequena peça. Sua paixão pelas artes cênicas fizeram-na largar seu trabalho e dedicar-se completamente a ser atriz.
Naomi Watts e David Lynch no Festival de Cannes
Apareceu primeiro em comerciais, depois na série de drama Home and Away em 1988 no papel de Julie Gibson. Foi emplacar no filme Tank Girl, de 1995, com o papel de Jet Girl e, nesta época, afastou-se do Judô devido à falta de tempo em conciliar a carreira de atriz com o hobby, muito embora ela se declare, até hoje, enorme entusiasta do esporte.
Em 2001, Watts apareceu em Mulholland Dr., de David Lynch, numa atuação que ganhou muito prestígio. A qualidade de seus papéis aumentou depois de Mulholland Dr., quando estrelou no bem-sucedido remake americano de The Ring, um filme de horror japonês.
Em 2004, recebeu uma nomeação ao Oscar de melhor atriz pela sua atuação em 21 Grams.
[editar] Vida Pessoal
Naomi já namorou o ator Heath Ledger de 2002 à 2004. Atualmente namora o ator Liev Schreiber, a quem Naomi conheceu nas gravações do filme The Painted Veil, eles têm dois filhos: Alexander Pete Schreiber, nascido em 26 de julho de 2007 e Samuel Kai Schreiber nascido em 13 de dezembro de 2008.
[editar] Filmografia
* 1986 - For Love Alone
* 1988 - Home and Away - (TV)
* 1991 - Flertando - (Flirting)
* 1993 - Matinee-Uma Sessão Muito Louca - (Matinee)
* 1993 - Wide Sargasso Sea
* 1993 - Relação Perigosa - (Gross Misconduct)
* 1993 - Sob Custódia - (The Custodian)
* 1995 - Detonando o Futuro - (Tank Girl)
* 1996 - Triângulo das Bermudas - (Bermuda Triangle)- TV
* 1996 - Correndo Alto Risco - (Persons Unkown)
* 1996 - O Relógio - (Timepiece)- TV
* 1996 - Colheita Maldita 4 - (Children of the Corn IV: the gatering)
* 1997 - Under the Lighthouse Dancing
* 1998 - Em Luta Pelo Amor - (Dangerous Beauty)
* 1998 - Baby, o Porquinho Atrapalhado na Cidade - (Babe: Pig in the City)- (dublagem)
* 1998 - The Christmas Wish - (TV)
* 1999 - Caça ao Unicórnio - (The Hunt for the Unicorn Killer)- TV
* 1999 - Strange Planet
* 2000 - The Wyvern Mystery - (TV)
* 2001 - Ellie Parker - curta metragem
* 2001 - O Elevador da Morte - (Down)
* 2001 - Cidade dos Sonhos - (Mulholland Drive
* 2001 - O Chamado - (The Ring)
* 2002 - Túmulo Com Vista - (Plots With a View)
* 2002 - Rabbits - curta metragem
* 2002 - Ned Kelly
* 2003 - À Francesa - (Le Divorce)
* 2003 - 21 Gramas - (21 Grams)
* 2004 - Tentação - (We Don't Live Here Anymore)
* 2004 - O Assassinato de Richard Rixon - (The Assassination of Richard Nixon)
* 2004 - Huckabess-A Vida É Uma Comédia - (I love Huckabees)
* 2005 - A Passagem - (Stay)
* 2005 - O Chamado 2 - (The Ring Two)
* 2005 - King Kong - (King Kong)
* 2005 - Ellie Parker - (Ellie Parker)
* 2006 - O Despertar de Uma Paixão - (The Painted Veil)
* 2006 - Império dos Sonhos - (Inland Empire) - voz
* 2007 - Senhores do Crime - (Eastern Promisses)
* 2008 - Funny Games - (Funny Games)
* 2009 - The International
* 2009 - Need
* 2009 - The Birds
* 2010 - King Lear
[editar] Ligações externas
* Naomi Watts Bio
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
"oscar"
nunca mais tinha visto, hoje vi bem, com os meninos e acompanhado d'uma b.o.a. miúda.
achei que seu oscar diminiu, eles auamentaram o pedestal e diminuiram a estatueta.
sinal dos tempos, da crise.gostei muito do novo formato, onde vem um monte de gente(5?) apresentar os indicados. a do penn pelo niro e meryl por sofia foram foda.
as frases são feitas, são bem feitas e de efeito atingem o alvo, eles capricham. chorei
várias vêzes.
o tal do milionário quebrou a banca.
pelo que soube anne hathaway merecia ganhar, não gosto da kate winslet e do sean
chorão penn, pior.
chico.
achei que seu oscar diminiu, eles auamentaram o pedestal e diminuiram a estatueta.
sinal dos tempos, da crise.gostei muito do novo formato, onde vem um monte de gente(5?) apresentar os indicados. a do penn pelo niro e meryl por sofia foram foda.
as frases são feitas, são bem feitas e de efeito atingem o alvo, eles capricham. chorei
várias vêzes.
o tal do milionário quebrou a banca.
pelo que soube anne hathaway merecia ganhar, não gosto da kate winslet e do sean
chorão penn, pior.
chico.
"onde os fracos não têm vez"
os coen. são bons, eu gosto e vi todos(gosto de sangue, ajuste final, arizona nunca
mais, na roda da fortuna, o grande lebowski, barton fink e fargo).o que mais me agradou
foi arizona, uma zona. "ajuste final" é do caralho, uma máfia sem o glamour do copolla
mas muito interessante e violenta. "na roda da fortuna", bela fábula, verdadeiro primor do sonho americano, onde e quando qualquer um pode "chegar lá". "gosto de sangue" é lento e pretensioso e olhe que vi a versão do diretor, no tcc. "fargo" é bom. eles são criativos, isso é bom.
"onde" - o começo é instigante, fulminante, apesar da peruca ridícula do javier. eu sou doido por violencia,à distancia, nas telas. bom, aí já vem a primeira crítica: eles
exageraram, o barden(ótimo ator, vide "perdita durango") tá caricato demais, forçado
demais, exagerado. josh brolin ótimo. tommy lee jones exemplar como sempre mesmo num
osso da porra que é o seu personagem,o xerife além de não fazer muita coisa, ainda é
responsável pela parte fraca e que torna o filme irregular, naquelas conversas moles, histórias de trancoso. o melhor é o elenco de apoio, as velhas, as gordas, os velhos, os mortos. a história e o roteiro são bons, bem criativos. dei boas risadas
(devo ser doido também) com o humor negro dos irmãos. me abro que cada um é mais inteligente do que o outro, o matador, o caçador, o woody. agora tá mais prá mcgivern
, nunca "o homem que matou o facínora". sai daí.
chico.
mais, na roda da fortuna, o grande lebowski, barton fink e fargo).o que mais me agradou
foi arizona, uma zona. "ajuste final" é do caralho, uma máfia sem o glamour do copolla
mas muito interessante e violenta. "na roda da fortuna", bela fábula, verdadeiro primor do sonho americano, onde e quando qualquer um pode "chegar lá". "gosto de sangue" é lento e pretensioso e olhe que vi a versão do diretor, no tcc. "fargo" é bom. eles são criativos, isso é bom.
"onde" - o começo é instigante, fulminante, apesar da peruca ridícula do javier. eu sou doido por violencia,à distancia, nas telas. bom, aí já vem a primeira crítica: eles
exageraram, o barden(ótimo ator, vide "perdita durango") tá caricato demais, forçado
demais, exagerado. josh brolin ótimo. tommy lee jones exemplar como sempre mesmo num
osso da porra que é o seu personagem,o xerife além de não fazer muita coisa, ainda é
responsável pela parte fraca e que torna o filme irregular, naquelas conversas moles, histórias de trancoso. o melhor é o elenco de apoio, as velhas, as gordas, os velhos, os mortos. a história e o roteiro são bons, bem criativos. dei boas risadas
(devo ser doido também) com o humor negro dos irmãos. me abro que cada um é mais inteligente do que o outro, o matador, o caçador, o woody. agora tá mais prá mcgivern
, nunca "o homem que matou o facínora". sai daí.
chico.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Onde os fracos não têm vez, dos irmãos Coen.
Vi ontem no tcp. Esperava mais, depois de toda a badalação do oscar do ano passado. Mas vale muito a pena, especialmente pelo desempenho marcante do elenco principal.
Abaixo segue uma crítica do omelete que eu "fisguei" na net. Interessante o paralelo entre este e o clássico de John Ford "o homem que matou o facínora" (que podemos ver em nossa próxima sessão - o que acham?).
JH
Onde os Fracos não Têm Vez
Faroeste devolve a dignidade ao cinema dos irmãos Coen
07/11/2007Marcelo Hessel
Saiu do clássico O Homem que Matou o Facínora (1962), de John Ford, a frase que define o Velho Oeste: "Entre a verdade e a lenda, publique-se a lenda". Não importa se o personagem de James Stewart matou ou não matou Liberty Valance de verdade - enquanto houver alguém para contar a história, o mito do tiro certeiro viverá. Da mesma forma, quando um pistoleiro entra num saloon, é a imagem que fazem dele, e não sua eventual rapidez no gatilho, que vale mais.
Llewelyn Moss (Josh Brolin) tem contra si um Liberty Valance em Onde os Fracos não Têm Vez (No Country for Old Men): Anton Chigurh, o matador interpretado pelo espanhol Javier Bardem no faroeste que devolve a dignidade ao cinema dos irmãos Joel e Ethan Coen (Fargo, O homem que não estava lá). Os tempos são outros, a fronteira empoeirada com o México mudou, mas as lendas permanecem. Ao mesmo tempo em que desconstrói o herói do western, Onde os Fracos não Têm Vez constrói em Anton Chigurh um mito.
O filme abre com a prisão do matador. Entre seus pertences, um cilindro de ar comprimido, que não demora para entendermos como funciona, e para quê. Paralelamente, acompanhamos Llewelyn no descampado texano, caçando cervos. O fato de Llewelyn errar o tiro e não conseguir abater o animal ao mesmo tempo em que Chigurh vara o cérebro de sua vítima sem deixar provas é o primeiro dado que o filme nos dá para evidenciar o abismo que separa os dois personagens. Temos o assassino perfeito versus o errante sujeito sem dons, e o suspense começa quando o primeiro passa a perseguir o segundo.
Há um MacGuffin aí no meio, uma mala com 2 millhões de dólares, mas, como todo MacGuffin, ela vale tudo para os personagens e não significa absolutamente nada para o espectador. O que vale para nós é o embate de Chigurh com Llewelyn, o homem-mito contra o homem-real.
O xerife interpretado por Tommy Lee Jones entra aí como mediador. A ele cabe não apenas hiperbolizar a lenda de Chigurh como manter no chão o mundano Llewelyn. A questão da oralidade é fundamental na construção das lendas de faroeste, e Onde os Fracos não Têm Vez respeita essa lógica - no mais, a oralidade, frequentemente expressa na figura de um narrador, é ponto importante na filmografia dos Coen. Nas cenas na delegacia e no café, o xerife e seu subalterno trocam histórias tão sangrentas e bizarras quanto essa que estamos acompanhando na tela - o que é uma forma de mitificá-la ainda mais.
Que o clímax do filme nos seja apresentado em uma elipse anti-climática (o desfecho do embate visto pelos olhos do xerife) é o ponto máximo da construção da lenda. Para a posteridade ficará somente a versão das testemunhas, como em O Homem que Matou o Facínora.
No mais, há por trás do jogo de versões e perspectivas todo um contexto de época. O filme é uma adaptação do romance homônimo de 2005 do estadunidense Cormac McCarthy, que ambienta a história no Texas de 1980. Não é, vale repetir, o mesmo Velho Oeste dos colonizadores. James Stewart representava em 1962 a vitória do civilizador sobre o selvagem - o tema da superação do homem sobre o ambiente, enfim, que percorre todo o faroeste em seu período clássico. Já Onde os Fracos não Têm Vez é a desconstrução niilista do herói mítico porque hoje a civilização perdeu, os heróis perderam, o ambiente venceu.
Boa sorte a Llewelyn Moss contra o seu Liberty Valance.
Abaixo segue uma crítica do omelete que eu "fisguei" na net. Interessante o paralelo entre este e o clássico de John Ford "o homem que matou o facínora" (que podemos ver em nossa próxima sessão - o que acham?).
JH
Onde os Fracos não Têm Vez
Faroeste devolve a dignidade ao cinema dos irmãos Coen
07/11/2007Marcelo Hessel
Saiu do clássico O Homem que Matou o Facínora (1962), de John Ford, a frase que define o Velho Oeste: "Entre a verdade e a lenda, publique-se a lenda". Não importa se o personagem de James Stewart matou ou não matou Liberty Valance de verdade - enquanto houver alguém para contar a história, o mito do tiro certeiro viverá. Da mesma forma, quando um pistoleiro entra num saloon, é a imagem que fazem dele, e não sua eventual rapidez no gatilho, que vale mais.
Llewelyn Moss (Josh Brolin) tem contra si um Liberty Valance em Onde os Fracos não Têm Vez (No Country for Old Men): Anton Chigurh, o matador interpretado pelo espanhol Javier Bardem no faroeste que devolve a dignidade ao cinema dos irmãos Joel e Ethan Coen (Fargo, O homem que não estava lá). Os tempos são outros, a fronteira empoeirada com o México mudou, mas as lendas permanecem. Ao mesmo tempo em que desconstrói o herói do western, Onde os Fracos não Têm Vez constrói em Anton Chigurh um mito.
O filme abre com a prisão do matador. Entre seus pertences, um cilindro de ar comprimido, que não demora para entendermos como funciona, e para quê. Paralelamente, acompanhamos Llewelyn no descampado texano, caçando cervos. O fato de Llewelyn errar o tiro e não conseguir abater o animal ao mesmo tempo em que Chigurh vara o cérebro de sua vítima sem deixar provas é o primeiro dado que o filme nos dá para evidenciar o abismo que separa os dois personagens. Temos o assassino perfeito versus o errante sujeito sem dons, e o suspense começa quando o primeiro passa a perseguir o segundo.
Há um MacGuffin aí no meio, uma mala com 2 millhões de dólares, mas, como todo MacGuffin, ela vale tudo para os personagens e não significa absolutamente nada para o espectador. O que vale para nós é o embate de Chigurh com Llewelyn, o homem-mito contra o homem-real.
O xerife interpretado por Tommy Lee Jones entra aí como mediador. A ele cabe não apenas hiperbolizar a lenda de Chigurh como manter no chão o mundano Llewelyn. A questão da oralidade é fundamental na construção das lendas de faroeste, e Onde os Fracos não Têm Vez respeita essa lógica - no mais, a oralidade, frequentemente expressa na figura de um narrador, é ponto importante na filmografia dos Coen. Nas cenas na delegacia e no café, o xerife e seu subalterno trocam histórias tão sangrentas e bizarras quanto essa que estamos acompanhando na tela - o que é uma forma de mitificá-la ainda mais.
Que o clímax do filme nos seja apresentado em uma elipse anti-climática (o desfecho do embate visto pelos olhos do xerife) é o ponto máximo da construção da lenda. Para a posteridade ficará somente a versão das testemunhas, como em O Homem que Matou o Facínora.
No mais, há por trás do jogo de versões e perspectivas todo um contexto de época. O filme é uma adaptação do romance homônimo de 2005 do estadunidense Cormac McCarthy, que ambienta a história no Texas de 1980. Não é, vale repetir, o mesmo Velho Oeste dos colonizadores. James Stewart representava em 1962 a vitória do civilizador sobre o selvagem - o tema da superação do homem sobre o ambiente, enfim, que percorre todo o faroeste em seu período clássico. Já Onde os Fracos não Têm Vez é a desconstrução niilista do herói mítico porque hoje a civilização perdeu, os heróis perderam, o ambiente venceu.
Boa sorte a Llewelyn Moss contra o seu Liberty Valance.
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