terça-feira, 16 de setembro de 2008

"cate"

é tão grande quanto a meryll.
chico.


Balanço da carreira
Os melhores e piores momentos da carreira de Cate Blanchett

Matéria publicada na edição 249 (Março/2008) de SET

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MELHOR


Elizabeth (1998)

Desconhecida fora da Austrália, Cate é alma e o corpo dessa obra épica de Shekhar Kapur. A atriz equilibra fragilidade e autoridade no papel de Elizabeth I nos primeiros anos de seu reinado.

O Senhor dos Anéis (2001, 2002 e 2003)

Quando muitos fãs clamavam por Nicole Kidman para o papel da gélida rainha elfa Galadriel, Peter Jackson sabia o que estava fazendo ao chamar uma atriz conhecida pelo talento e pela seriedade do trabalho, sem estrelismos e vaidades. Foi essencial para ditar o clima da trilogia.

O Aviador (2004)

Poucas pessoas do ramo cinematográfico topariam interpretar uma das maiores estrelas do cinema em todos os tempos. Mas Blanchett não somente encontrou os maneirismos e os detalhes de Katherine Hepburn como ganhou seu primeiro Oscar pelo papel.

Não Estou Lá (2007)

Um monstro sagrado da música. Gênio da poesia. Ícone da contracultura. Só Cate Blanchett para entrar no filme de Todd Haynes e nos fazer esquecer que o homem Bob Dylan pode ser vivido por uma mulher. Aliás, mulher não. Deusa.


PIOR


Vida Bandida (2001)

No meio de um triângulo amoroso formado ainda por dois assaltantes (Bruce Willis e Billy Bob Thornton), Cate se perde como uma vítima de seqüestro que se apaixona pelos captores.

Charlotte Gray - Uma Paixão Sem Fronteiras (2001)

Cate Blanchett até tenta injetar alguma profundidade nesta mistura de romance açucarado e filme de espionagem, mas os clichês sobre uma mulher em busca do amado na França tomada pelos nazistas são imbatíveis.

O Segredo de Berlim (2006)

A atriz não dá muita sorte com filmes ligados à Segunda Guerra Mundial. Nesta fracassada experiência noir de Steven Soderbergh, Cate é a femme fatale que só traz morte a quem se aproxima. Hmm, nada original, hein?

Veja mais em SET ENTREVISTA





Divulgação



Hepburn vive: com Scorsese em O Aviador

Um comentário:

Ráu disse...

VIDA BANDIDA foi um horror. Mas, ela tá linda!, hein?