segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

"cultura bondiana(ou fleminguista)"






taí o nome da fera: mathieu amalric, o pedro cardoso oscarito que deu grandeza ao
último 007.
chico.

SET
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segunda 5 Jan 2009
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SET > Outubro/2008 > 007 - Quantum of Solace
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O homem nu

O ator francês Mathieu Amalric transforma Dominic Greene no vilão perfeito para o mundo moderno

Ian Nathan/Empire/Planet Syndication

Matéria publicada na edição 256 (Outubro/2008) de SET

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Ao contrário de Goldfinger, Blofeld ou até mesmo Le Chiffre, que apresentavam características físicas grotescas (cicatrizes, gigantismos e lágrimas de sangue), Dominc Greene, o vilão de 007 - Quantum of Solace, está "nu". "Não tenho nada para me ajudar", reclama Mathieu Amalric, a estrela de 43 anos do cinema francês, visto recentemente como o paraplégico de O Escafandro e a Borboleta. "Tentei de tudo. Falei que poderia raspar meu cabelo ou ter algo nos olhos, mas Marc (Forster) recusou. Ele confia nos atores. Não terei uma mandíbula de metal ou uma cicatriz!"

Dominic Greene é um homem evasivo, suas origens estão encobertas por mistério. "Ele é europeu, com certeza", brinca Amalric. "Marc é suíço e há algo nessa neutralidade. De onde os vilões vêm hoje em dia?" O que sabemos é que Greene é um homem de negócios com planos. Possui hotéis; sua companhia, Greene Planet, alega ser ecoamigável, mas ele está ocupado fermentando rebeliões na América Latina em nome do exilado general Medrano. Seu pagamento é um pedaço de terra árida, aparentemente inútil para qualquer fim comercial. "Estamos dentro da fantasia de Bond, mas tentamos passar algo sobre o que acontece hoje", explica. "Algo que poderia realmente acontecer. Foi o que gostei em 007 - Cassino Royale. Aquele tom realista, a casualidade do mal."

Para reforçar seu argumento, Amalric passeia feliz com seu bebê ao redor do set, batendo papo com a equipe técnica até ser chamado para a ação. É quando um estranho olhar toma conta de sua face, seus olhos tornam-se frios e seu sorriso vira algo cínico. "Há vilões que você precisa descobrir", filosofa. "Olhe para Sarkozy (presidente da França), ele não parece um vilão; e Tony Blair (ex-primeiro-ministro da Inglaterra), aquele sorriso. Adoro interpretar esse papel."

Veja mais em 007 - QUNATUM OF SOLACE

DAMA DE FERRO
ACHA QUE SABE TUDO DE BOND?
TESTE DE FIDELIDADE
MARCAS DA VIOLÊNCIA

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

"alta produtividade"

primeira segunda do ano foi de primeira: sem beber. 3 bons filmes.

-"o gabinete do dr. caligari" - mudo e preto & branco, alemão de 1919 dirigido por
robert wiene. vale a pena como história e curiosidade, considerado clássico do expressionismo alemão. curto, hora e 10.

-"o procurado" - angelina jolie, m. freemannn e o branquelo do rei da escócia. é bom,
prá quem gosta de violencia como eu, agora carregaram a mão nas mentiras(as balas fazem
mais curvas do que as bombas de rivelino e nelinho e mais arrodeio do que caba enrolado,
mas sempre chegam ao destino com estupenda beleza plástica, atravessando cabeças).
e tem a cagadaça do desastre do trem na ponte, fora do contexto,não precisava, ficou
mal feito, dando prá notar que é de brinquedo. e o "artista" cai lá embaixo, na casa
do caralho, no rio, coisa prá não escapar nem a alma e na cena seguinte, tá lá na banheira salvadora da fábrica de tecidos do sloan. sem maiores explicações.

-"quantum of solace" - tão bom ou melhor que o primeiro do albino, cassino. achei
- apenas e o que não compromete em nada o alto nível de sempre - o meu amigo james
mais amargo, mais barulhento(onde passa, a zoada é grande, muita explosão) e bebendo mais. gostei da olga e retiro o que falei na resenha do primeiro filme q vi dela, um "h. num sei o que - assassino em série" em que ela passa a maior parte do tempo sem roupa; o lance das 4 letras que choram na testa:puta. é que a personagem exercia a
profissão mais antiga do mundo.
quem é marc frost q dirigiu? e o vilão o nanico do greene, mistura de pedro cardoso
e oscarito, com olhos injetados de heroína(morfina, sei lá), mata a páu, entrando ao lado do oi-di-vidro do royale na galeria dos melhores da série, junto de gert froebbe, o goldfinger. excelente entretenimento.
chico.
p.s. - o zero tava tão prá baixo com o lance da vesper que nem cumeu(com U, revisor
fila da puta) a olga(que morenice da porra pruma russa).

A COMPANHIA - A "Guerra Fria", nua e crua


O filme retrata com muita fidelidade, cronológica e de personagens e fatos, a chamada "Guerra Fria", o embate entre as duas maiores potências militares - EUA e URSS. A história se desenrola a partir do início dos anos 60 e termina com a gueda do "Muro de Berlim", que simbolizou a implosão da União Soviética, após o golpe militar que derrubou MIKAIL GORBACHEV e levou ao poder, na RUSSIA, o líder popular BORIS IELTSIN. É história pura, acompanhada por todos nós, nestas quase três décadas de incertezas e medos. O roteiro retrata diversos fragmentos das situações vividas pelo personagem de CRIS O´DONNER, um jovem idealista que é recrutado pela CIA para trabalhar em BERLIM. Passo a passo, sob a ótica desse personagem, o filme vai retratando o drama que era a luta pela informação e contra-informação dentro da agência, tendo como pano de fundo o grande duelo entre as duas superpotências, mas explorando também o envolvimento pessoal do agente, nas intricadas relações naquele mundo de espionagem - e contra-espionagem, tanto no trato com os inimigos - ele chega a se apaixonar por uma espiã soviética, quanto no trato com os prórpios colegas - sendo um deles, traidor. No elenco, a presença de MICHAEL KEATON e ALFRED MOLINA com boas atuações, e de alguns ótimos atores não americanos, como o dinamarquês ULRICH THOMSEN (que faz um dos chefes da KGB e esteve em "CRUZADA", de RIDLEY SCOTT)) e da desconhecida húngara, toda linda, ÉRIKA MAROZSAN. Vale a pena conferir este filme, muitíssimo bem dirigido por MIKAEL SALOMON ("O ENIGMA DE ANDRÔMEDA" e "RUNAWAY").

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

"007 contra a revisão"

aqui do lado, no tca está "007-só se vive duas vezes"(os títulos são ótimos).
a grife deu certo e os judeus(são?) harry saltzmann & albert r.brocolli expan-
diram, investiram e soltaram o homi no meio do mundo.
o japão começava a crescer(mais) e é por aí. aí eu num gosto - preso ao meu racismo -
num tem uma mulé bonita(marca registrada da série), tudo amarela.
o anterior(quarto, "X chantagem atômica" é muito aquático, fundo do mar, oscar de
efeitos especiais e - com certeza- propaganda de equipamentos afins. fraco, mas tinha
uma saborosa cludine auger. o sean engorda a olhos vistos. seria o alcool, será que ele no particular emborcava igual ao personagem?
ainda assim - mesmo me permitindo tá vendo e escrevendo - é um excelente entretenimento. (viu, mestre ráu), num tiro uma palavra do que disse sobre a série
(num sei se aqui ou num e.m. pro doutor luiz, respondendo e complementando msg. dele
sobre o fenômeno, via wiwi.) {lula: se mão mandou, poste no c.br. ou mande pros
outros bros.).
vou ver se me concentro.
sim, outro ponto fraco é a porra do pinewwood studios, london,england, onde eles
usam e repetem à exaustão(aquelas cenas da central/usina, onde o vilão de plantão
vai detonar o mundo, que voltou inclusive já com o pierce em "goldneye"(o- por
conseguinte - mais fraco dele).
tks.
chico.

p.s. - tá acabando de casar c'uma amarela. é o john lennon? né foda?

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

"cinema mudo"

jovem tarde de domingo:
-"metrópolis" - preto e branco, mudo, de 26, alemão de fritz lang.
-"o baile" - mudo(1)no sentido de não falado, cor, de 83, franco-italiano de ettore
scola.

como dormi com cêrca de 15 minutos do primeiro, não tenho autoridade prá falar e sei que
dele só se fala de bem, visto que consta da maioria das listas dos críticos. me interessei
e acho que devemos locar para uma seção conjunta in vinno. ouso apenas dizer: lang
era mais pragmático e realista que marx, em seu futuro(século XXum)a elite habita o solo e a classe operária o subsolo. os letreiros são em alemão e as legendas em portuga.

o segundo é um baile, é coisa de cinema, se passa todo(duas horinhas) num salão de baile, onde os personagens(cêrca de uns 30?) não falam uma única palavra durante os
longos anos de 36 a 83, apenas dançam. e como! dançar - além de gostoso - é uma atividade extremamente sensual e exibicionista. o pé de valsa(e a sua cara-metade,
aquela que de tão leve, muitas das vêzes o leva, flutuando, levitando) é um exibido,
por vêzes arrogante. as damas chegam e buscam logo quem? ele, o espelho, enorme do
piso ao teto,uma das paredes do ambiente, retocar a maquiagem, ajeitar o casaco de
vison, conferir a estampa. os homens, idem, mesmo caminho. tipos esquisitíssimos.
é um barato, há cenas inesquecíveis e cômicas. uma em que o burguês endinheirado,
solitário em sua mesa ao lado de sua champagne, de monóculo, vê sua amada(ou não),
espôsa(ou não), sua mulé, sua dama, toda de branco, ser literalmente esbodegada pelo
malandro, o tampa, que ao chegar, convida-a para dançar pondo um lenço enorme aos
seus pés; saca de seu smoking preto impecável o pó, faz duas carreiras generosas,
saca uma cédula da moeda da época, parte-a ao meio, faz um perfeito canudinho e ao
aproximá-lo do que seria seu bálsamo, vem o garçon de bigodinho e "passa-o-pano"
fazendo a assepsia. puta-qui-pariu.
é filme prá loucos por cinema, mas quem gosta de dança ou de música, ou dos treis juntos fica mais fácil. há todo tipo de música, clássica, polka, muita canção
francesa e duas brasileiras: "madureira chorou" que a orquestra executa como rumba
e "aquarela do brasil". estão lá também no pós-guerra a música das big-bands ameri-
canas, o chaleton, depois o rock e the beatles com "michelle".
quem achar monótomo ou arrastado, si-fodi-cumigo.

chico.

(1)no ano de seu lançamento foi escolhido pela academia para concorrer ao oscar de
melhor filme em língua estrangeira(lembou o janot na resenha de abertura). como, se o filme não é falado, não há um único diálogo??! mais uma cagada de hollywood, que
deveria tê-lo escolhido para a categoria de melhor filme e premiado. não é fácil
fazer o que o ettore fez.
sim... nos letreiros, vai, vai, produtor e no final na hora de diretor, vem: "
mise-en-scène: ettore scola. é mole, ou "qué" mais?

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sophie Marceau - Só pra não esquecer







Esta última foto tem uns oito anos, mas ela continua gata. Um pouco menos cheinha, agora, e já madura. A terceira foto, do sorriso, é atual. A do lance, também atual. No último Cannes. Foi "acidental".
Foi bond girl, ao lado daquela do "bocão" que trabalhou num filme de guerra contra insetos gigantes. Esqueci o nome da fiadapeste.
Dá não pra esquecer essa francesa. Pra mim, substituiu Isabelle Adjani à altura. Ou não substituiu. Compôs.
Deve ter uns 35 anos, por aí, ou mais. A Adjani - acho - tá chegando aos 50.
Tenho uma amiga jornalista que tem o mesmo estilo das duas. Faz gosto olhar.
Valeu.
Zé.

Obs.: Confraternização dos manos. Continuo sugerindo o dia 19, sexta-feira próxima. Pier Massagueira ou Divina Gula.

sábado, 13 de dezembro de 2008

"outra audrey"




agora é a dana, audrey dana, a huguette de "crimes de autor"/roman gare, de lelouch,
que acabo de ver(1). vê se aparece a foto aí. é linda e ótima atriz, muito expressiva.
fiquei impressionado. sabem se já fez mais alguma coisa. vou acompanhar. a história é
bem original e muito bem filmada pelo claude. belas paisagens do interior da frança, é
também um road-movie com direito até a serial-killer(só de agá). e tem a fanny ardant,
majestosa.
chico.

(1) - num sei se voces estão ouvindo aí, mas por volta da meia-noite começou um "som" aqui perto, pro lado da álvaro calheiros, mas numa altura tão da boba da peste que acho, maceió inteira está ouvindo. como são 3 horas e eles continuam firmes, a
polícia deve estar gostando do estilo("é o tchan" e similares). nossa cidade está
entregue às baratas, totalmente sem lei, inclusive a do silencio. não existe(ou existia) um orgão que trata disso, smccu? é isso?
bom... como já dormi minhas 4 horas tou cagando, mas e os outros?