Assistia a quase todos os capítulos da série, na televisão da Cohab, ao lado do seu Chiquinho. No início dos anos 1980, na Globo. Pra mim, um seriado espetacular. Mistura de shaolin com faroeste. Um monge, mestre em kung fu, enfrentado, só com as mãos, pistoleiros armados. Na linha do defensor dos oprimidos. "Caveleiro solitário", "Os brutos também amam".
O cara sumiu e ficou com o estigma. Nâo fez mais nada durante décadas.
Eu sou fã. E Tarantino também. Ressuscitou-o em Kill Bill.
A cena final do número 2, além do massacre na igreja, vale o ingresso. É bizarra, e poderia até ser ridícula se não fosse feita com tanta maestria por aquela turma. Como acontece em muitos casos, o aluno supera o mestre sem que ele saiba. Quem aplica o golpe dos cinco pontos no peito é a galega. E ele, Carradine, Bill, Kung Fu, primeiro surpreso com a superação da aprendiz. Depois, com o olhar resignado ante a fatalidade, sereno, levanta-se com toda a classe para dar os cinco passos finais em direção ao ceifador. E as perninhas e o jeitinho de viado a la John Wayne? Homenageando-o, com certeza. Um, dois, três, quatro e créu. Ela, Uma, olhar baixo, com o choro sincero de quem agride a quem ama, encerra uma das grandes cenas da história dessa bela arte.
Passilascar, Chicão.
Morreu esta semana. Disseram que foi suicídio. Pô, véio. Aos 72 ?
Segue a enciclopedia dos doidos:
David Carradine (Los Angeles, 8 de dezembro de 1936 — Bangcoc, 4 de junho de 2009) foi um ator estado-unidense.
David, nascido John Arthur Carradine, era filho do ator John Carradine, irmão de Bruce Carradine e meio-irmão de Keith Carradine e Robert Carradine. David Carradine é mais conhecido por sua personagem Kwai Chang Caine na série de televisão Kung Fu, produzida a partir dos anos 1970, na qual interpretava um monge Shaolin, mestre em Wushu, no Velho Oeste dos Estados Unidos. Uma cena famosa da série (que deveria ter sido estrelada por Bruce Lee, mas os produtores, ao final, não quiseram um chinês "autêntico", optando por "puxar os olhos" de Carradine) é quando Kwai Chang tatua sua pele com ferro quente.
Em 2003, Carradine ganhou nova audiência quando interpretou o personagem "Bill" nos dois filmes da série Kill Bill, de Quentin Tarantino, nos quais contracena com Uma Thurman.
David Carradine foi encontrado morto em 4 de junho de 2009, em um hotel de luxo em Bangcoc, onde participava das filmagens de Stretch. O primeiro relatório da polícia local indica que Carradine cometeu suicídio por enforcamento. Um funcionário da embaixada americana declarou, no entanto, que as circunstâncias da morte ainda não foram plenamente esclarecidas.
O nome do diretor é Vicente Amorim, filho de diplomatas - acho que brasileiros. Nasceu no meidomundo. No Brasil, foi assistente de direção. E dirigiu um monte de comerciais. E um longa nacional. E alguns curtas. Aí fez esse, produção britânica e alemã.
Bom.
Tem o senhor dos anéis (Viggo Mort.../ trabalhou bem no novo Psicose, num foi?)como protagonista. Nesse filme, ele tem um anel também, só que da SS, de capitão puxa-saco. O titulo do filme (e a versão "um homem bom") faz referência ao caráter do cara. A estoria do filme acaba provando que caráter não é tudo (mas é essencial, não confundam). Tem que ter personalidade. Ele não tem. Então, não devia ser chamado de bom, como o Flamengo, que não tem caráter, mas tem personalidade. Na verdade, so o Pai é bom, disse Jesus, que renegou esse título; logo ele, bom todo.
Rapaz, no filme o cara se deixa levar por uma estudante nazista, por quem deixa a mulher neurótica, e se entrega ao bem-bom da corte do bigodinho. Quando vem descobrir que deveria agir como homem é tarde demais. Logo ele, que vive sonhando acordado com pessoas cantando e tocando em toda parte, sem que elas sequer abram a boca. Quando, tentando salvar um amigo num campo de concentração, ele vê uma banda de judeus maltrapilhos tocando, pensa que é um dos seus devaneios. Pisca os olhos, se belisca. Não é. "É real", diz ele. É o fim.
Depois disso, fora do filme, vieram os russos e os americanos e nos salvaram do grande mal. E viva a segunda guerra, que nos salvou da grande crise, ja disse Lula, o historiador.
O destaque não é o senhor dos anéis, mas o Lucius Malfoy, aquele bruxo do Harry Potter (Jason Isaacs). Interpreta um psiquiatra judeu amigo do Viggo. Fez Harry Potter e outros filmes. Muito bom ator britânico, que matou o coringa antes de ele morrer de overdose, naquele filme "O patriota". Nesse, o coringa faz o papel de filho do Mel Gibson, que tenta louvar a independencia americana, australiano que é, sem moral, porque a Austrália não tem chefe de Estado. É a rainha da Inglaterra. Um chiqueiro bonito.
Esse Isaacs é judeu, pelo nome e pelos olhos, azuis iguais a todos os iguais. Deveriam ter se tornado menos racistas, depois do absurdo praticado por Hitler (bem comprovado no filme) e depois do fim da diáspora. Não foi assim. Hoje, patrocinam a segregação e o racismo, a começar pelo que consideram seu quintal, a palestina.
mas é estrela. jão. e o caba é bom. não gosto do "cinema nacional". é fraco, ruin, lento, tendicioso. renego o "cinema novo", do glauber & cia., como ao cão; mas ultimamente tem uns bons. aquele do paulo josé, faca de num sei o que, o com gracindo junior, em que a morte vem como mulher linda, dos cabelão, kele vai cantá-la e ela diz "o senhor vai morrer tal dia, tal data, tal hora";todo mundo bem, inclusive o fábio assunção - mauricinho de carteirinha - fazendo um drogado porra-louca. acho que é "a horta marcada". semana passada, fiz um sacríficio e vi "dois filhos de francisco". bom, gostei e como eles só aparacem no final, não chegam a estragar. este é ótimo, roteiro, direção, selton matando a pau, elenco de apoio do caralho e -como filme americano, craque na arte do sonho - voce torce pelo bandido. porque? prumode ele chegou ali? quando a separação de seus pais aconteceu,ele já tava mexendo k dorga. não me venham com explicações de psicologia barata. quando o pai morreu, idem. ri-di-janeiro, copacabana, é verdade, tudo ali,acontece direto, até hoje,entregam direto, por baixo da portas dos apês. ainda tem a cléo.e uma jenifer conelly mais branca, linda, a eva tudor(que todos gostariam de ter como mãe, avó, tia, professora e até na cama). e veneza, linda. o jão só tem um probelam, parecer com o chico dias, gasta mais do que ganha. aí é foda. 5 campari(o ideal são dois, quando se está empachado de cerveja.) gudinaiti. chico.
Acabei de ver no TELECINE PREMIUM. Não confundam com RAN, o clássico de AKIRA KUROSSAWA, que no BRASIL, teve o mesmo nome. Este, é mais um épico do cinema chinês, no nível dos melhores filmes do gênero, de diretores mais famosos que PETER CHAN. Aqui, ele não se furta a venerar seu mestre ZHANG YIMOU ("HERÓI", "O CLÃ DAS ADAGAS VOADORAS", que também conduziu a abertura dos jogos de PEQUIM). O filme conta a história de três soldados que, após verem sua vila ser tomada pelo exército imperial, fazem um pacto de sangue e criam uma fraternidade. Juntos, acompanhados por fiéis seguidores, partem para a guerra, não apenas em busca de revanche, mas também com o objetivo de acabar com a opressão aos mais pobres. Vencedores em inúmeras batalhas, tornam-se famosos, e são reconhecidos pela corte imperial como verdadeiras máquinas de guerra. Recebem ajuda oficial e acabam por unificar a chamada DINASTIA CHANG, período nebuloso da história chinesa, tanto pela falta de informações precisas (muita lenda), quanto pela crueldade de seus procedimentos. Mas, há também uma guerra interna na fraternidade. Habilidoso estrategista militar, JET LI, é também um visionário, de mente mais aberta que seus irmãos de sangue. Enquanto os outros dois permanecem os guerreiros de sempre, ele postula uma conquista mais perene: Um cargo na política, para que possa, enfim, terminar seus dias em paz, e bem acompanhado. Toma a mulher (a belíssima JU XINQLEI) de um dos irmãos (ANDY LAU), a quem manda matar. O terceiro irmão, TAKESHI KANESHIRO (é japonês, mesmo), por vingança, mata a moça e o o irmão traidor (da fraternidade), impedindo que ele assumisse o governo de uma das provincias, no dia da posse. Vale a pena. Pela direção segura de CHAN, com suas tomadas perfeitas, com a câmera, ora estática, ora levemente móvel. Pela história, de ação e drama. Pelas atuações acima da média dos atores principais (inclusive JET LI). E, também, pela grandiloquencia da trilha sonora, digna de HOLYWOOD. Em 2007, ganhou o prêmio de melhor filme chinês, melhor direção e melhor ator (para JET), além de ter sido o filme mais assistido do ano.
Eu ja tinha o do Tim Burton. Recentemente, comprei outros quatro, a partir do segundo. O primeiro nao se acha por ai.
Assisti na sequencia. Bons.
Muito interessante assistir hoje. Mesmo com olhos exigentes, frutos do avanço tecnologico, se assiste bem. Retro, charmoso, humoristico, mensageiro.
Planeta dos Macacos 1968
Planet of the Apes (EUA/1968)
Direção: Franklin J. Schaffner
Produçao: Arthur P. Jacobs
Roteiro: Michael Wilson
Elenco: Charlton Heston (Coronel George Taylor), Roddy McDowall (Dr. Cornelius), Kim Hunter (Dra. Zira), Maurice Evans (Dr. Zaius), Linda Harrison (Nova)
Duração: 112 min.
"Em algum lugar do Universo, deve haver algo melhor que o Homem"
Em 1968, Franklin J. Schaffner (de “Patton” e “Papillon”) dirigiu um dos grandes clássicos da ficção científica: “Planeta dos Macacos”. Baseado na obra de Pierre Boulle, “Planeta dos Macacos” conta a história do Coronel George Taylor (Charlton Heston), um astronauta americano que se perde no espaço e acaba pousando em um inóspito planeta, onde os macacos são a raça inteligente e dominante, enquanto os homens não passam de cobaias de laboratório.
A chegada do astronauta causa alvoroço na comunidade “científica” dos macacos. Alguns como Dr. Cornelius e sua mulher Zira vêem em Taylor uma interessante oportunidade de estudo, além de provar a semelhança entre humanos e macacos. Outros não o vêem com bons olhos, como Dr. Zaius, líder científico e religioso da sociedade primata. Ele considera Taylor perigoso, chegando a chamar de hereges aqueles macacos que o tentam proteger.
Após fugirem da cidade primata, Taylor, Cornelius, Zira e Nova (uma humana que Taylor conhece enquanto estava preso) se dirigem para a “Zona Proibida”, tentando escapar da perseguição e descobrir mais sobre a “heresia” de que fala Zaius. Lá eles descobrem muito mais do que esperavam, em um dos mais famosos e surpreendentes finais da história do cinema.
Apesar de estarmos falando de 1968, quando a ficção científica e os efeitos especiais ainda estavam engatinhando, as maquiagens do filme são muito boas, e apesar de movimentos mais precisos ficarem um pouco duros, os macacos têm aparência convincente e falam com certa desenvoltura, não chegando a se destacar como uma falha do filme.
É claro que para a época as maquiagens são excelentes, mas para os mais jovens, que viram a versão de Tim Burton (que aliás não tem nada a ver com esse), os macacos vão deixar muito a desejar.
De Volta ao Planeta dos Macacos 1970
Beneath the Planet of the Apes
País de Origem: EUA
Gênero: Ficção
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 94 minutos
Direçao: Ted Post
Produçao: Arthur P. Jacobs
Elenco
James Franciscus ... Brent
Kim Hunter ... Zira
Maurice Evans ... Dr. Zaius
Linda Harrison ... Nova
Charlton Heston ... Taylor
Roddy McDowall ... Cornelius
Tentando resgatar Taylor, que desapareceu na missão anterior, Brent, um outro astronauta, atravessa uma fenda do tempo e chega até 3955 D.C. Porém sua nave se espatifa no mesmo planeta em que Taylor desapareceu. Ao ir para a Zona Proibida, Brent gradativamente vê que aquilo são os escombros de Nova Iorque. Paralelamente os símios resolvem atacar a Zona Proibida, que Brent ao explorar descobre uma raça de mutantes, que se comunicam telepaticamente e que idolatram uma bomba atômica, que é capaz de destruir a Terra inteira.
A Fuga do Planeta dos Macacos 1971
Escape from the Planet of the Apes
Gênero: Ficção científica
Origem/Ano: EUA/1971
Duração: 97 min
Direção: Don Taylor
Produçao: Arthur P. Jacobs
Elenco:
Roddy McDowall...
Kim Hunter...
Bradford Dillman...
No futuro, com o planeta dos macacos sendo destruído, Cornelius e Zira fogem com a nave deixada pelos humanos astronautas no filme anterior. Eles acabam chegando ao planeta Terra na década de 1970, mais precisamente em Los Angeles, e são tratados da mesma forma que Taylor foi tratado no planeta deles. No início, os humanos mostram espanto e curisodade pelos macacos falantes, mas logo o casal começa a ser visto como uma ameaça e é perseguido. Eles conseguem abrigo junto ao dono de um circo, descobrem a origem do que virá a ser o planeta dos macacos, e Zira tem um bebê.
A Conquista do Planeta dos Macacos 1972
Conquest of the Planet of the Apes
Duração: 88 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Distribuidora(s): Fox Film
Produtora(s): 20th Century Fox, APJAC Productions
Diretor(es): J. Lee Thompson
Roteirista(s): Pierre Boulle, Paul Dehn
Produçao: Arthur P. Jacobs
Elenco: Roddy McDowall, Don Murray, Natalie Trundy, Hari Rhodes, Severn Darden
A época é o futuro próximo. Os macacos mudados geneticamente substituíram os cães e gatos no papel de animais de estimação, que foram extintos devido a um vírus vindo do espaço, e substituíram os empregados domésticos e os trabalhadores braçais, até que os contínuos maus tratos a que eram submetidos levam um macaco mais desenvolvido, filho dos macacos vindos do futuro, que se chama César, salvo por um dono de circo, a liderar uma espetacular revolta.
A Batalha do Planeta dos Macacos 1973
Battle for the Planet of the Apes
Gênero: Ficção
Duração: 93 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Distribuidora(s): Fox Film
Produtora(s): 20th Century Fox, Apjac International
Diretor(es): J. Lee Thompson
Roteirista(s): Pierre Boulle, Paul Dehn, John William Corrington¹, Joyce Hooper Corrington
Quinto e último filme da série de ficção científica "Planeta dos Macacos", César, o macaco que liderou a rebelião de seus semelhantes contra os humanos opressores se encontra alguns anos no futuro, quando os humanos praticamente destruíram a Terra numa guerra nuclear e os sobreviventes são cidadãos marginais numa sociedade já dominada por macacos. César é o líder e prega uma coexistência pacífica com os humanos, mas existem símios que pensam diferente e querem uma guerra. Ao mesmo tempo, os humanos que restaram se unem para tomar de volta a civilização, iniciando uma batalha entre humanos e algumas facções dos macacos.
Planeta dos Macacos 2001
Direção: Tim Burton
Roteiro: William Broyles Jr., Lawrence Konner, Mark Rosenthal e Charles Wicker, baseado em livro do francês Pierre Boulle
Produção: Ralph Winter e Richard Darryl Zanuck
Fotografia: Phillippe Rousselot
Música:Danny Elfman
Edição: Chris Lebenzon
Efeitos Especiais: Ken Pepiot
Maquiagem: Rick Baker, Brigitte Bugayong, Gabriel De Cunto, Toni G, Teressa Hill, Jamie Kelman, Patricia Miller, Denise Paulson, Alex Proctor e Robin Slater
Elenco: Mark Whalberg, Tim Roth, Helena Bonham Carter, Michael Clarke Duncan, Kris Kristofferson, Estella Warren, Paul Giamatti, Cary-Hiroyuki Tagawa
Após sofrer um acidente na espaçonave em que estava, Leo Davidson (Mark Wahlberg) chega em um planeta estranho e primitivo, onde os humanos migalham por sua subsistência, são caçados e escravizados por primatas tiranos, que formam o poder local. Sem concordar com a opressão imposta à raça humana, Leo logo se torna uma séria ameaça ao status quo local e dá início à uma revolução social no planeta.
catalina sandino moreno. uma coisa puxa outra, ela está em "o amor nos tempos do cólera". a people escolheu-a uma das cinquenta mulheres mais bonitas do mundo. e o brasil, fica aonde? devemos ter umas cinco mil mais bonitas do que ela. é boazinha, assim como o filme. mostra todo o ritual do trabalho de mula, tão comun na colombia. em detalhes, o processo de engolir as cápsulas(enormes), excretar na evacução(num podia ser cagar esta porra),lavar cuidadosamente, passando creme dental, cus bandido num querem cheiro de merda não. chega a ser didático: presa no aeroporto em nova york , escapa por estar grávida, a polícia americana não radiografa gestante para não pre- dicar o feto. bastante premiado,mas a academia(visse?) não aceitou sua indicação para concorrer ao oscar de melhor filme estrangeiro. tem jeito não. vou ver se acho ela nua, depois mando. agora, à minha direita,o sol está tentando romper umas nuvens cinzentas e mostrar sua cara. coisa linda. que deus seja louvado! chico.
Sexta-feira, 11 de Julho de 2008 Maria cheia de graça (EUA,2004,101 mins) Minha nota: [9,0] - Por Wendell Borges – 11/07/2008
Comentário: Um misto de tensão, drama, reflexão sobre as mudanças, os rumos que a vida pode tomar, com uma interpretação serena e madura, a atriz Catalina Sandino Moreno (considerada pela revista People como uma das 50 mulheres mais bonitas do mundo e foi a primeira atriz colombiana a receber uma indicação ao oscar) faz o papel da jovem Maria, desesperada com sua situação na Colômbia decide participar de um programa perigoso, mas atrativo financeiramente. Para não entregar muito da trama, pois acredito que não saber muito sobre o que irá se passar ajuda em algumas surpresas e acaba tornando o filme mais interessante deixo para comentar outros detalhes nas anotações feitas abaixo só para quem já viu o filme. O que posso adiantar no comentário é que Maria cheia de graça é daqueles filmes que te faz sentir como o cinema é a arte da emoção, principalmente quando trabalhos como este surgem para dar um sopro na arte de fazer filmes. Belo trabalho do diretor Joshua Marston, formado em ciência política e cinema, levou 5 anos para terminar este trabalho bastante premiado em diversos festivais.
Anotações para quem já viu o filme (Wendell Borges)
1 – Um dos momentos mais tensos do filme é quando Maria é presa no aeroporto e graças à gravidez escapa de ser presa, pois os policiais não tiram Raio X de quem está grávida.
2 – Outro grande momento é quando ela passa pasta na droga ainda no avião para voltar a engolir, o brilhantismo da atriz ajuda a dar um realismo todo especial ao filme.
3 – Gostei bastante do final, ela tomando a decisão de encarar a vida nos Estados Unidos, tudo ficou em aberto, deixando seu futuro nas mãos da imaginação do espectador.
Sinopse: Aos 17 anos, Maria (Catalina Sandino Moreno) vive numa pequena localidade ao norte de Bogotá, na Colômbia. Ela e sua amiga Blanca (Yenny Paola Vega) trabalham em uma grande plantação de rosas, retirando espinhos e amarrando as flores, tarefa entediante que obedece a regras rígidas. As únicas diversões de Maria são o namoro com Juan (Wilson Guerrero) e as festas na praça do lugarejo. Certo dia, pouco depois de descobrir que está grávida, ela se envolve numa discussão e é demitida. Decidida a melhorar de vida e tentar a sorte na cidade grande, a jovem aceita a oferta de um conhecido: transportar heroína para Nova York em seu próprio estômago.
Premiações - Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz (Catalina Sandino Moreno).
- Ganhou o Urso de Prata de Melhor Atriz (Catalina Sandino Moreno) e o Prêmio Alfred Bauer, no Festival de Berlim.
- Ganhou o prêmio de Melhor Filme - Voto Popular, no Sundance Film Festival.
- Ganhou 2 prêmios no Independent Spirit Awards, nas categorias de Melhor Atriz (Catalina Sandino Moreno) e Melhor Roteiro de Estréia. Recebeu ainda outras 3 indicações, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz Coadjuvante (Yenny Paola Vega).
- Recebeu uma indicação ao European Film Awards de Melhor Filme Não-Europeu.
- Ganhou o Grande Prêmio Especial, o Prêmio do Público e o Prêmio da Crítica, no Festival de Deauville.
- Ganhou o prêmio de Melhor Atriz (Catalina Sandino Moreno), no Festival de Seattle.
Curiosidades - Filme de estréia do diretor Joshua Marston e da atriz Catalina Sandino Moreno.
- Foi indicado como representante da Colômbia para a disputa do Oscar de melhor filme estrangeiro, mas sua inscrição não foi aceita pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. - Exibido na mostra Première Latina, no Festival do Rio 2004.
CRIAMOS O BLOG INSPIRADOS NOS INÚMEROS EMAILS QUE TROCAMOS SOBRE CINEMA (E TANTAS OUTRAS COISAS BOAS NA VIDA). EM ESPECIAL, NOS INSPIRAMOS NO NOSSO IRMÃO MAIS VELHO, O CHICÃO, COM SEU TEXTO COLOQUIAL, CRIATIVO E INTERESSANTE. CHICÃO NOS DEIXOU, MAS, AO LERMOS SUAS POSTAGENS NESTE BLOG, É COMO SE O TIVÉSSEMOS AO NOSSO LADO. NOSSO PAI TINHA UM CINEMA EM CAJUEIRO, O CINE BRASIL, NAS DÉCADAS DE 1950 E 1960. OS MAIS NOVOS NÃO ALCANÇAMOS. CONTUDO, SEU CHIQUINHO, QUE TAMBÉM SE FOI, NOS ENSINOU A AMAR A SÉTIMA ARTE, ALÉM DE NOS APONTAR OS RARÍSSIMOS VALORES DA HONESTIDADE E DA HUMILDADE. UM BLOG PRA QUEM GOSTA DE FAMÍLIA, AMIZADE, CINEMA, MÚSICA, FUTEBOL (PREFERENCIALMENTE FLAMENGO E CSA), CERVEJA GELADA...
ASSINAM O BLOG OS QUE FICARAM: RAUL DIAS, LUIZ EUGENIO, JOSÉ CARLOS E JOÃO HENRIQUE; OU MELHOR, RÁU, GENO, ZÉ E JÃO.